03 - abr

Linfocintilografia – O que é?

Categoria(s): Angiologia Geriátrica, Câncer - Oncogeriatria, Imunologia

linfocintilografia é o exame que nos permite estudar o sistema linfático

Outro método, atualmente em desuso, é a linfografia que utiliza contraste radiopaco.

  • A linfocintilografia é, atualmente, o exame de escolha para avaliar o sistema linfático, pois avalia a função e a anatomia do sistema linfático, sendo um método pouco invasivo, de fácil realização e poder ser repetido sem causar dano ao vaso linfático.
    Esse exame não utiliza contrastes e não envolve a dissecção de vasos linfáticos, pode ser utilizado com segurança em crianças e, principalmente, permite o estudo tanto da anatomia quanto da fisiologia da circulação linfática.

Como é feita a linfocintilografia?

  • A linfocintilografia é realizada pela injeção intradérmica de radiofármaco (macromoléculas protéicas marcadas com material radioativo) na extremidade dos membros e aquisição de imagens através de uma gama-câmara. (Veja imagem acima).

Como é o radiofármaco?

  • Vários radioisótopos têm sido empregados para a realização do estudo linfocintigráfico, porém o mais utilizado hoje é o Tecnécio-99 metaestável (Tc-99m), que é administrado mais freqüentemente como marcador da solução de Dextran 5005-7.
    O comportamento biocinético das partículas injetadas no interstício depende principalmente do seu diâmetro. As partículas que apresentam diâmetro inferior a 10 nm são absorvidas, preferencialmente, pelo sistema capilar sangüíneo, enquanto que aquelas cujo diâmetro situa-se entre 10 e 50 nm, como o Dextran 500, são rapidamente transportadas através dos vasos capilares linfáticos.

Como se interpreta o exame?

  • A linfocintilografia pode ser interpretada de três maneiras: quantitativa, que avalia o transporte do radiofármaco em relação ao tempo; qualitativa, que analisa visualmente as imagens; e semiquantitativa, que associa dados da dinâmica do transporte do radiofármaco com o tempo de aparecimento da radioatividade.

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10 - mar

Linfedema – Drenagem Linfática

Categoria(s): Dermatologia geriátrica, Endocrinologia geriátrica, Infectologia, Saúde Geriátrica, Terapias Alternativas

Atualização

A drenagem linfática é um tipo de massagem destinada e melhorar as funções essenciais do sistema circulatório linfático mediante, manobras que acompanham os trajetos dos vasos linfáticos como os mostrados na figura.

linfaO que é o sistema Linfático?

A linfa não é o sangue, sua composição é totalmente diferente, resulta de uma combinação de proteínas, imunoglobulinas, que são proteínas de defesa do nosso organismo, uréia, células linfáticas e sais minerais.

O corpo humano tem aproximadamente 10 litros de linfa.

Os vasos que transportam a linfa são bem finos e recebem o nome de vasos linfáticos. O sistema linfático cumpre o importante e insubstituível papel de levar os nutriente para as células e retira delas as substâncias tóxicas.

Quando nosso organismo sofre uma agressão por uma infecção, trauma ou cirurgia e nós ficamos com o local inchado, é conseqüente ao extravasamento de plasma e células inflamatórias neste local. Para haver a recuperação da área inflamada é necessário que o sistema linfático drene toda as “sujeiras” existentes como restos de células, bactérias, proteínas e substâncias resultante de metabolismos de defesa, os chamados imunocomplexos.

O que é o Linfedema?

Quando o sistema linfático está sobrecarregado ocorre a retenção da linfa e das escorias do corpo que deveriam ser eliminadas. Este processo acarreta uma dificuldade na drenagem e rápida melhora do estado clínico geral do paciente e, do local afetado.

As mulheres têm maior propensão a formar o linfedema, especialmente nas pernas, geralmente associadas ao edema causado pelas veias varicosas (varizes).

Terapia preventiva

Existem inúmeras substâncias, sobretudo, fitoterápicas com propriedades de tonificação das veias e vasos linfáticos, auxiliando no tratamento e prevenção do linfedema.

A massagem drenadora atua como adjuvante no processo terapêutico e preventivo, sendo indicada nos casos de tratamento de obesidade, gordura localizada, inchaço nas pernas, nos pós-operatório de cirurgia plástica e lipoescultura.

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