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06
set
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Estudo de caso – HomocisteÃna elevada
Categoria(s): Cardiogeriatria, Ortomolecular |
Interpretação clÃnica
- Homem de 56 anos, assintomático, praticante de atividades fÃsicas regularmente, veio para consulta de rotina onde foram pedidos exames gerais e de função cardiovascular. Todos exames estavam dentro dos parâmetros normais exceto a dosagem da homocisteÃna sérica que estava elevada.
- Ele gostaria de saber dos riscos e como melhorar o seu Ãndice.
Vários estudos têm relacionado nÃveis elevados de homocisteÃna e alta incidência de doenças cardiovasculares. Outros estudos demonstraram que os nÃveis de homocisteÃna estão relacionados com disfunção renal, tabagismo, hipertensão arterial e outros fatores de risco cardiovascular (sedentarismo, obesidade, diabetes, dislipidemia, estresse, menopausa, etc), e estão mais elevados em individuos com aterosclerose. Portanto, a homocisteÃna poderia ser um marcador, e não a causa da doença cardiovascular.
Estudos experimentais demostraram que a homocisteÃna provoca estresse oxidativo, lesão endotelial e aumento da trombogenicidade, o que favoreceriam o aparecimento das vasculopatias de maneira em geral. A importância desses achados reside no fato de que a elevação da homocisteÃna pode ser facilmente corrigida de modo seguro e com baixo custo, utilizando-se suplementos vitamÃnicos, diminuÃndo o risco cardiovascular.
O ácido fólico é o determinante dietético mais importante da homocisteÃna, e a suplementação diária de 0,5 a 5,0 mg leva a redução em 25% dos nÃveis plasmáticos da homocisteÃna. Já, 0,4 mg diários de vitamina B12 promove uma redução adicional de 7%, e suplementação de vitamina B6 é particularmente importante na redução da homocisteÃna após sobrecarga de metionina.
Convém lembrar que todos os fatores de risco cardiovascular devem ser combatidos para diminuir a doença cardiovascular e não somente o controle da hiperhomocisteÃna.
Tags: ácido fólico, homocisteÃna, vitamina B6
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