26 - fev

Exercícios Liang Gong – O que é?

Categoria(s): Enfermagem, Fisioterapia, Gerontologia, Neurologia geriátrica, Reumatologia geriátrica, Saúde Geriátrica

Exercícios

O Liang Gong são exercícios de origem Oriental com movimentos lentos atentos e fáceis de execução e seu objetivo é movimentar todas as partes do corpo, com cuidado, num tempo pré-estabelecido de grande importância para que haja ação nos músculos. Uma variedade de exercícios seqüencial, muito utilizado na China e no Japão com algumas propostas de redução do cansaço, LER, do fortalecimento dos músculos, memória dos músculos, ajudarem na concentração, entre outros.

Veja o vídeo demonstrativo

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15 - dez

Dor Lombar – Exercícos para região lombar

Categoria(s): Enfermagem, Fisioterapia, Ortopedia geriátrica, Reumatologia geriátrica

Dor Lombar – Como previnir

Dor lombar é a segunda causa mais freqüente da incapacidade perdendo apenas para dores de cabeça. A dor lombar também conhecida como lombalgia ou lombociatalgia (porque acomete o nervo ciático). A maior parte deste distúrbio doloroso não é tratada por especialistas como reumatologistas, ortopedistas e apenas em 15% dos casos os diagnósticos estão corretos. “O que acontece geralmente é a auto-medicação que pode ter como principal consequência o mascaramento de alguma doença mais grave.”

A mobilidade da coluna é pequena e há um grande número de vértebras, se houver um movimento brusco ou força acontece o comprometimento da coluna, por isso a dor. Para se ter uma idéia, é muito difícil para a pessoa explicar exatamente onde está localizada a dor na coluna devido ao grande número de inervações.

Para evitar a dor lombar, a recomendação é que se permaneça em posições corretas com a coluna, não assistam televisão deitados, espreguicem pela manhã ao levantar da cama e façam exercícios físicos monitorados por um profissional.

Assista o vídeo que ilustra alguns exercícios físicos para ajudar nas dores lombares.

 

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24 - jan

Programa de exercícios físicos – Como se preparar?

Categoria(s): Cardiogeriatria, Fisioterapia, Gerontologia, Programa de saúde pública

Orientação

  • Uma senhora de 35 anos deseja iniciar um programa de treinamento físico, antes de planejar uma viagem de sonho pelos caminhos de Santiago de Compostela. Ele deseja realizar a viagem como marco de objetivo da sua vida espiritual. Ela se encontra em bom estado de saúde exceto que nos últimos 6 anos tem vida sedentária e não se exercita. Nega dores no peito, mas refere leve dispnéia ao subir um lance de escada.
  • Ao exame físico, está com sobrepeso, pulso regular de 88 bpm e PA de 130/90. O exame cardiológico não apresenta nenhum dado importante. Exames laboratoriais revelam glicemia de jejum de 130 mg/dL, colesterol total de 220 mg/dL, hemograma normal. Eletrocardiograma normal.

Qual o melhor programa de condicionamento físico para essa paciente?

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Embora essa senhora seja assintomática, antes de iniciar o programa de condicionamento físico, ela deve ser avaliada com um teste de esforço (ergometria), que ajudará no ajuste de seu nível de esforço a ser empregado nos exercícios, bem como, afastar qualquer doença arterial coronária oculta. Os programas de condicionamento físico deve ser orientado por profissional de educação física e fisioterapêuta, que indicará o melhor programa a ser realizado, adequando melhor o trabalho muscular e osteoarticular, evitando erros de postura ou prejuízo articular.

O risco de eventos cardíacos relacionados com o esforço é baixo nos indivíduos saudáveis e mais alto nos portadores de doença arterial coronária. Se o teste ergométrico por alterado, devemos indicar outros estudos para doenca coronária (cintilografia do miocárdio, ecodopplercardiograma de esforço e eventualmente estudo hemodinâmico). Dependendo dos resultados do teste de esforço o programa de treinamento ajustado adequadamente. O eletrocardiograma de repouso normal não exclui um doença coronária, além de não avaliar a capacidade funcional do sistema cardiorespiratório.

O concurso de um programa alimentar com uma nutricionista é extremamente importante, muito mais que apenas praticar exercícios físicos. Apenas o hemograma normal não reflete o estado nutricional, assim a avaliação e orientação nutricional é fundamental.

As taxas de colesterol e de glicemia tendem a se normalizar com os exercícios físicos, assim como os valores da pressão se estabilizaram em valores mais baixos.

Referências:

American College of Sports Medicine Position Stand. Exercise and physical activity for older adults. Med Sci Sports Exerc. 1998;30:992-1008.
Gibbons RJ, Balady GJ, Beasley JW, Bricker JT et al ACC/AHA Guidelines for Exercise Testing. A report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (Committee on Exercise Testing). J Am Coll Cardiol. 1997;30:260-311.

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02 - mai

A marcha nos idosos – Parte 2. Papel da fisioterapia geriátrica

Categoria(s): Cuidador de idosos, Fisioterapia, Gerontologia

Revisão

Colaborador: Anderson Luiz Giandoso Parreiras *

* Fisioterapeuta e pós-graduando do curso Saúde e Medicina Geriátrica da Metrocamp

O ser humano não evoluiu como animal sedentário. Muito pelo contrário, a atividade física foi essencial para a sobrevivência da espécie. Prolongar a vida com saúde, significa fundamentalmente preservar ao máximo a capacidade funcional, evitando os fatores que gerem perda da autonomia e independência.

A atividade física proporciona o desenvolvimento do indivíduo como um todo, levando-o a encontrar o equilíbrio e o ajustamento psicossomático. A adoção de um programa de atividade física regular é uma das medidas isoladas mais eficazes que o indivíduo pode tomar em relação a sua qualidade de vida e saúde.

Os programas bem sucedidos caracterizam-se pelo baixo índice de lesões traumáticas, pela avaliação regular das respostas diante do treino e pelo feedback apropriado. Por isso é importante ajuda de um profissional de fisioterapia para acompanhar os treinos.

Para que um programa de exercícios para terceira idade seja bem sucedido, alguns fatores precisam ser levados em consideração tais como: a diminuição da acuidade sensorial e da tolerância aos fatores de estresse do meio ambiental, as diferenças no tocante às atividades preferidas e os maiores riscos para a saúde.

Exercícios de flexibilidade
– A flexibilidade é um componente muito instável da capacidade física, razão pela qual se recomenda o treinamento freqüente, 5 a 7 dias por semana. Existem diversos tipos de movimentos de alongamentos, capazes de melhorar a flexibilidade, mas, no adulto de idade avançada, o alongamento lento e a manutenção em posição de alongamento durante certo tempo prestam-se melhor para promover a flexibilidade, enquanto o perigo de lesão traumática é mínimo.

Exercícios de resistência muscular – Os exercícios de resistência revelam-se promissores como meio para substituir a massa muscular perdida (sarcopenia) ou para aumentar o teor dos ossos e substâncias minerais. O adulto de idade avançada pode participar sem nenhum perigo do treinamento da resistência e obter um aumento significativo de sua força muscular, do enduro muscular e da massa muscular. A aplicação de exercícios que emprega a força muscular exige a ação das fibras musculares de contração rápida, fibras estas, que diminuem em quantidade e tamanho durante a velhice.

Fisioterapia geriátrica – A fisioterapia geriátrica tem como objetivo principal à independência do idoso para as tarefas básicas de AVD’s, no intuito de minimizar as conseqüências das alterações fisiológicas e patológicas do envelhecimento, garantindo a melhoria da mobilidade e favorecendo uma qualidade de vida satisfatória que é julgada pelo idoso mais pelo nível funcional e grau de independência do que pela presença de limitações específicas e isoladas como, por exemplo, dores articulares, seqüelas de AVE, etc.

O fisioterapeuta deve conhecer o processo de envelhecimento (fenômenos biológicos, psicológicos e sociais) e ter visão e atuação preventiva. Para a prevenção de quedas, é necessário que os idosos participem de programas educativos, pratiquem regularmente exercícios, que se tenham mudanças no ambiente e orientações sobre os perigos. Para isso, é preciso eliminar ou minimizar as causas de quedas; evitar futuras quedas; restabelecer a segurança e a auto-estima; promover a reeducação funcional; aumentar a força muscular; o equilíbrio; a coordenação e a propriocepção; melhora da marcha (se necessário, com o uso de acessórios); exercícios de transferência de peso.

Referências:

Guccione, AA. Fisioterapia Geriátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

Rebelatto, JR; Morelli, SJ. Fisioterapia Geriátrica: A Prática da Assistência ao Idoso. São Paulo: Manole, 2004.

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18 - jan

Vertigem – 200 dúvidas a respeito: Parte 8

Categoria(s): Fisioterapia, Otorrinolaringologia geriátrica, Saúde Geriátrica

Esclarecimentos

vertigem

141. Todo paciente que sofre de labirintite necessita de fazer a reabilitação vestibular?

Sim, A reabilitação vestibular (RV) é parte fundamental no tratamento da vestibulopatias, adaptando o sistema nervoso central (neuroplasticidade) e previnindo as recidivas das crises de vertigens.

Os principais fenômenos da neuroplasticidade são: adaptação vestibular – ajuste das informações sensoriais relacionadas ao equilíbrio corporal às novas condições de funcionamento vestibular; substituição vestibular – reposição da função vestibular diminuída ou ausente por outra informação sensorial (visual ou somatosensorial; habituação vestibular – diminuição ou abolição dos sintomas e/ou sinais vestibulares, mediada por exposição repetitiva aos estímulos sensoriais.

142. Qual o princípio das RV?

Recordando – O nosso equilíbrio depende fundamentalmente de três sistemas: 1. olhos, 2. labirinto e 3. sistema proprioceptivo. O sistema proprioceptivo é composto por sensores denominados exterorreceptores, situados na pele, que nos dão conciência da posição do corpo no espaço, e os sensores denominados enterorreceptores, profundamente situados nos tendões, articulações e músculos, que nos informam a posição em que se encontram as diversas partes do corpo.

Nas lesões do sistema vestibular ocorre uma sensação errônea do movimento do corpo induzida por informações sensoriais labirínticas conflitantes com as informações visuais e somatossensoriais. O conflito entre as informações sensoriais e os padrões sensoriais esperados provoca as tonturas e desencadeia o processo de compensação, que procura reestabelecer o equilíbrio, porém este mecanismo muitas vezes é insuficiente e a vertigem permanece. A RV trabalha no sentido de adaptar o sistema vestibular a esta nova situação, ajudando a reestabelecer o equilíbrio fisiológico.

143. O que é descompensação vestibular?

A descompensação é o estado de alteração do equilíbrio corporal por lesão vestibular unilateral repentina. O labirinto lesado deixa de enviar informações bioelétricas aos núcleos vestibulares homolaterais (do mesmo lado), e os neurônios vestibulares contralaterais (do outro lado) à lesão aumentam a sua atividade, surgindo uma assimetria funcional entre os núcleos vestibulares. Os núcleos homolaterais à lesão tornam-se hipoativos e os contralaterais, hiperativos. Esta descompensação gera a crise vertiginosa, com nistagno espontâneo batendo para o lado oposto à lesão, instabilidade postural, ânsia de vômito, vômito, sudorese intensa, palidez e desequilíbrio para o lado do labirinto lesado.

144. Como ocorre a compensação do sistema vestibular?

As informações enviadas pelo labirinto lesado e as informações enviadas pelo labirinto sádio, são compensados nos núcleos vestibulares do tronco encefálico, onde também, se processa a integração da informação sensorial visual e a proprioceptiva. A compensação utiliza-se de dois mecanismos; um de acomodação que modula e ajusta as respostas do labirinto intacto aos distúrbios funcionais, e outro de substituição da função vestibular deficiente por reajustes ópticos e somatossensoriais. Um sistema bem compensado é aquele em que o SNC, por meio da adaptação, promove o adequado controle dos movimentos oculares, da cabeça e do tronco, para tornar estável o equilíbrio corporal.

Em resumo, a compensação ocorre no tronco cerebral. Os demais fenômenos, atuando nos sistemas visual e proprioceptivos (mecanísmos de equilíbrio periférico) que ajudam no caso de vertigem chama-se processo de adaptação.

A recuperação das lesões vestibulares centrais é muito mais lenta do que a das vestibulopatias periféricas e os pacientes continuam com os sintomas durante vários anos, o que conseqüente ao comprometimento das estruturas envolvidas no processo de compensação no tronco encefálico e no cerebelo.

145. O que é habituação?

A habituação ocorre quando diante de um conflito sensorial, produz-se um processo adaptativo por uma estimulação repetitiva. Por tanto, a habituação reduz ou anula as respostas sensoriais por meio de estímulos repetidos a intervalos regulares, ajudando ao paciente com uma disfunção vestibular periférica persistente a orientar-se no espaço e equilibrar-se quando parado ou andando de maneira normal. As disfunções vestibulares sempre necessitam da intervenção de mecanismos adaptativos, para conseguir a compensação.

146. Como se dá o reajuste da função vestibular, compensação?

O reajuste da função vestibular é efetuado por um mecanismo eferente (acomodação), com inibição do labirinto sadio pelo cerebelo e por um mecanismo central, em que o SNC aumenta os potenciais elétricos no núcleo do lado lesado e promove a substituição sensorial do labirinto lesado por aferências visuais, proprioceptivas e comissurais.

A compensação é otimizada por fenômenos de plasticidade neural que aumenta a eficiência sináptica, tornando funcionantes sinapses inativas e criando um maior número de sinapses.

147. Qual o objetivo do procedimentos terapêuticos de reabilitação?

A RV procura restaurar o equilíbrio, acelerando e estimulando os mecanísmos naturais de compensação, permitindo ao paciente voltar a uma vida normal.

148. Como inicia-se um terapia de RV?

A terapia de RV deve ser programada e específica para cada caso, atendendo as necessidades individuais de cada pessoa, isto só pode ser feita se previamente tenha sido realizado um exame clínico completo e uma avaliação otoneurológica ampla. Ao fisioterapêuta compete avaliar a integridade do sistema musculoesquelético e reconhecer SE a deficiência é vestibuloespinhal (do reflexo vestibulo e da visão) E/OU postural (do reflexo vestibuloespinhal e das sensações somatossensoriais), identificar se a lesão é unilateral, periférica ou central e caracterizar as limitações funcionais decorrentes.

149. Qual a função da RV?

A RV deve promover a estabilização visual durante os movimentos da cabeça; melhorar a interação vestibulovisual durante a movimentação da cabeça; ampliar a estabilidade postural estática e dinâmica nas condições que produzem informações sensoriais conflitantes; e diminuir a sensibilidade individual à movimentação da cabeça.

150. Quanto tempo dura a crise de labirintite até sua cura?

A fase crítica, incapacitante, dura 1 a 2 semanas. A compensação com remissão dos sintomas e consolidação da compensação labirintica de 3 a 6 semanas.

151. O que é a estimulação elétrica paravertebral cervical?

É a aplicação de uma onda chinesa de 100 microssegundos a uma freqüência de 80 hertz aplicada na musculatura cervical dorsal do lado sadio sobre o músculo trapézio superior do lado lesado, para estimular o neurônio motor proprioceptivo gama, proporcionando o aumento da estimulação propriceptiva sobre os núcleos vestibulares do lado da lesão e ativando o reflexo cérvico-espinhal do lado sadio.

152. Como é feita a estimulação elétrica paravertebral cervical?

A estimulação é iniciada com o paciente na cama, por 20 a 30 minutos. A seguir, a estimulação elétrica é repetida com o paciente andando em vai-e-vem, acompanhando de perto, por mais 30 minutos. O método é aplicado duas vezes ao dia, com o paciente andando.

153. Quais fatores ajudam na compensação labiríntica?

Diversos fatores ajudam na compensação labiríntica, como boa saúde, estado emocional estável, boa nutrição e principalmente motivação para a cura com muita paciência, pois a recuperação completa pode durar anos.

154. Quais fatores de prejudicam na compensação labiríntica?

O sedentarismo, o uso de bebidas alcoólicas, o tabagismo, uso de medicamentos que atuam no SNC (ansiolíticos, neurolépticos, sedativos,etc). A idade não é problema se a pessoa é sadia.

155. Nas vestibulopatias centrais como pode ocorrer a compensação, já que esta se dá nesse nível?

Nesse casos de lesão central a terapia visa minimizar os déficits funcionais valorizando os inputs vestibulares (caminhos dos estímulos até o tronco cerebral e cerebelo) remanescentes e as pistas alternativas visuais e somatossensoriais.

156. Por que ocorre as quedas nos idosos com labirintite?

A queda nos idosos ocorre, principalmente, por instabilidade postural e marcha oscilante quando os testes posturais são anormais, mesmo com reflexo vestibulocular normal. A prevenção das temidas quedas passa pelos programas de habituação, substituição sensorial ou facilitação dos mecanismos de plasticidade adaptativa. A análise global indicará o melhor programa, pois existem inúmeros programas de RV.

157. Qual exercício ajuda a aumentar a adaptação vestibular?

Os exercícios propostos por Herdman, onde gira-se a cabeça 45 graus de um lado para outro, sem parar, mantendo o olhar focalizado em palavras num cartão à sua frente, durante um a dois minutos, e repetindo com movimentos da cabeça para cima e para baixo, aumentam o ganho do reflexo vestibulocular e a tolerância aos movimentos da cabeça e podem ser usados no tratamento da hipofunção vestibular unilateral. Os exercícios clássicos de Cawthorne & Cooksey também ajudam a adaptação vestibular.

158. Como se faz um treinamento de coordenação do equilíbrio?

Este tipo de treinamento é utilizado para pacientes com desequilíbrio em pé ou em marcha. Consiste em sessões diárias de 1 hora, em casa, utilizando colchonete, espelho na parede e um plataforma móvel. Existem numerosos protocolos de exercícios, propostos por diversos autores, que visam estimular as aferências visuais e proprioceptivas, coordena e elabora os reflexos cerebelares, formação reticular, gânglios da base e córtex cerebral. As dificuldades nos exercícios são progressivamente crescentes e apenas depois de obter total estabilidade um exercício é que se deve ir ao seguinte.

159. Como indicar os exercícios para a Vertigem Postural Paroxística Benigna (VPPB)?

A VPPB é uma das vestibulopatias periféricas mais freqüentes. Nessa doença, os achados característicos são a vertigem e o nistagmo posturais. O conhecimento prévio da localização do canal semicircular lesado (posterior, lateral ou superior) e do lado da lesão (direito ou esquerdo) é fundamental para a prescrição dos exercícios de reabilitação. Na maioria dos casos de VPPB, o canal semicircular envolvido é o posterior.

160. Quais os exercícios que existem para VPPB?

Existem diversos tipos de exercícios sendo principais, a manobra liberatória de Semont, o reposicionamento canalicular de Epley, a terapia física de Brandt & Daroff, o treinamento de habituação vestibular de Norré.

Na próxima semana (25/01/2008) a nona parte.

Semanalmente, serão apresentadas 20 dúvidas, até completar 10 semanas com 200 dúvidas e respostas.

Sétima parte   Nona parte

Referências:

No final da série das 200 dúvidas.

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