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28 - mar

Malária – A volta do fragelo

Categoria(s): Demografia, Infectologia, Programa de saúde pública

Malária

 

Epidemiologia – A volta do fragelo

 

Na década de 40, dois terços da população mundial viviam sob o risco de contrair malária. Em 1955, a Organização Mundial de Saúde (OMS) iniciou um programa global de erradicação da endemia, o que contribuiu para uma diminuição marcante do número de casos, e conduziu à interrupção da transmissão da malária na maioria das regiões temperadas.

A partir do final da década de 60 houve um recrudescimento da malária, com índice de prevalência próximo àquele observado anteriormente às medidas de controle citadas. Atualmente ocorrem cerca de 300 milhões de casos clínicos por ano. Uma criança africana morre a cada 30 segundos por malária.

malaria

A malária causa por ano muito mais mortes em valores absolutos que a AIDS. O maior número de casos ocorre na África, onde crianças de até 5 anos de idade, cujo sistema imunológico está ainda em formação, são o grupo de maior probabilidade de morte devido à infecção. Fora da África, os países com maior número de casos da doença são Afeganistão, Bangladesh, Brasil, Burma, Camboja, Colômbia, China, Irã, Índia, Indonésia, México e Filipinas. O que significa que aproximadamente 40% da população mundial corre o risco de desenvolver malária

Epidemiologia no Brasil

49 milhões de pessoa em áreas de risco
330.000 casos confirmados
5.000 hospitalizações 13% em menores de 5 anos
72 óbitos (Brasil, dados 2010)
9 estados endêmicos

O Brasil é um pais continental e cada vez mais os deslocamentos, a serviço ou laser (turismo de aventura), deixam os brasileiros expostos a endemias regionais da malária. Portanto, pacientes com febre a esclarecer, a investigação epidemiológica acerca dos deslocamentos realizados nos últimos meses pode auxiliar na elaboração da hipótese diagnóstica de malária.

Referências:

Rey, L., org.; Parasitologia, Guanabara-Koogan Ed.: Rio de Janeiro, 2001.

Marques, A. C.; Revista Brasileira de Malariologia e Doenças Tropicais 1979, 31, 137.

Tanos C. C. França; Marta G. dos Santos; José D. Figueroa-Villar. Malária: aspectos históricos e quimioterapia. Quím. Nova vol.31 no.5 São Paulo 2008 [on line]

 

    Ciclo do plasmodium >>

 

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27 - dez

Câncer de Pulmão – Aumento da incidência nas mulheres

Categoria(s): Biologia, Câncer - Oncogeriatria, Demografia, Gerontologia, Pneumologia geriátrica, Programa de saúde pública

Câncer de Pulmão – Aumento da incidência nas mulheres

O câncer de pulmão, apesar de não ser o mais prevalente, é o mais letal de todos os tipos de câncer em todo o mundo. A sobrevida média global em 5 anos é de cerca de 15%, sendo que apenas os casos diagnosticados precocemente (Estádio I e II) têm sobrevida superior a 50%. No Brasil, são diagnosticados mais de 25 mil casos por ano; entretanto, é possível que exista um grande número de pacientes que permanecem sem o diagnóstico. Isto é aparente quando verificamos prevalência bem mais elevada de casos nos estados do sul e sudeste (> 30/100.000 habs) em comparação em comparação com os estados do norte e nordeste (<10 /100.000 habs), apesar de índices de tabagismo pouco diferentes nas capitais, segundo números do INCA.

Desde a primeira relação estabelecida entre consumo de cigarros e câncer de pulmão no início da década de 1950, os estudos epidemiológicos têm continuamente identificado novas localizações de câncer com vinculações causais com o uso do tabaco, que hoje existem ais de 20 diferentes tipos de tumor. Mesmo os não fumantes expostos à fumaça do tabaco nos ambientes que vivenciam no dia a dia estão sob maior risco de desenvolverem câncer. Porém o câncer de pulmão continua sendo o mis significativo.

Dados recentes da OMS, estima-se que 250 milhões de mulheres em todo o mundo fumam diariamente.Entre 1950 e 2000, cerca de 10 milhões de mulheres morreram devido ao consumo de tabaco, e estima-se que, de 2002 a 2030, esse número chegará a 40 milhões. Assim, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elegeu, em 2010, o tema “Gênero e tabaco com ênfase no marketing voltado para a mulher”, a ser debatido no Dia Mundial sem Tabaco, instituído pela OMS em 1987.

No Brasil, um inquérito realizado em 2006, evidenciou que os maiores índices de experimentação de cigarros entre as meninas com mais de 18 anos foram observados no sul do país e revelou que esses dados têm estreita relação de concordância com a prevalência de tabagismo entre os pais das jovens fumantes. Em 2009, um novo estudo que avaliou indivíduos com 15 anos de idade ou mais revelou que, do total de 24,6 milhões de tabagistas estimados (prevalência de 17,2%), 9,8 milhões (prevalência de 13,1%) eram mulheres, e 14,8 milhões (prevalência de 21,6%) eram homens, dados esses semelhantes aos encontrados em um levantamento realizado em grandes cidades brasileiras em 2008.

A tendência de aproximação cada vez maior das taxas de consumo tabágico entre homens e mulheres é influenciada pelo marketing agressivo da indústria do tabaco, com foco sobre a população feminina. Sua estratégia varia desde a veiculação de ideias de emancipação à transmissão de falsas imagens de vitalidade, elegância, sofisticação e modernidade.

Papel da nicotina

 A nicotina, entre as mais de 4.000 substâncias presentes na fumaça do cigarro, é o principal componente relacionado à dependência. Após ser inalada ou aspirada, atinge em segundos, através da circulação sanguínea, o sistema mesolímbico dopaminérgico e serotoninérgico, onde se liga a receptores nicotínicos colinérgicos cerebrais, sendo o α4β2 o mais abundante deles. A ação da nicotina nos receptores colinérgicos nicotínicos desencadeia a liberação de neurotransmissores, especialmente a dopamina, que produzem efeitos psicoativos prazerosos ou gratificantes. Assim, a nicotina induz a redução do stress e da ansiedade e permite ao fumante regular a excitação e o humor. Os níveis de nicotina no organismo são modulados pela taxa de metabolismo da nicotina, que ocorre no fígado, principalmente por meio da enzima CYP2A6.

Diferenças significativas, são observadas em relação às características da dependência nicotínica entre homens e mulheres. Diversos estudos sugerem que as mulheres têm maior dificuldade em parar de fumar do que os homens. O comportamento da mulher fumante é mais influenciado por condicionamentos relacionados ao humor e ao afeto negativo, enquanto os homens são mais condicionados pela resposta farmacológica, regulada pelo consumo de nicotina.

O gráfico mostra o aumento da incidência de câncer no pulmão nas mulheres e praticamente uma estabilidade nos homens. Alguns autores sugerem que fatores genéticos e bioquímicos estariam relacionados à maior suscetibilidade das mulheres em desenvolver câncer de pulmão: as mulheres apresentam uma maior expressão do receptor do peptídeo liberador de gastrina, presente em um gene no braço longo do cromossomo X, o qual tem sua expressão induzida após o uso da nicotina; elas apresentam uma maior variação genética do gene CYP2A6; são metabolizadoras rápidas de nicotina; e geram mais nitrosaminas específicas do tabaco. Assim, a classe médica deve insistir com veemência para diminuir o número de mulheres fumantes, passivas ou não, pois o câncer de pulmão é dos mais nefrasto de todos, e necessitamos reverter esta curva ascendente.

Referências:

WHO Report on the Global Tobacco Epidemic, 2009.[on line]

Cavalcante T. Experiencia brasileña con políticas de control del tabaquismo. Salud Pub México 2004; 46: 549-58.

Lombardi EMS; Prado GF; Santos UP; Fernandes FLA. O tabagismo e a mulher: riscos, impactos e desafios. J. bras. pneumol. vol.37 no.1 São Paulo Jan./Feb. 2011 [on line]

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26 - dez

Câncer de Pulmão – Índice de Sobrevida

Categoria(s): Câncer - Oncogeriatria, Demografia, Pneumologia geriátrica

Câncer de Pulmão – Índice de Sobrevida

O câncer de pulmão é o mais frequente de todos os tumores malignos. Em 90% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados de tabaco. No Brasil, foi responsável por 20.622 mortes em 2008, sendo o tipo que mais fez vítimas. Altamente letal, a sobrevida média cumulativa total em cinco anos varia entre 13 e 21% em países desenvolvidos e entre 7 e 10% nos países em desenvolvimento. Dentre os cânceres do pulmão a forma bronquiolo-alveolar é a de pior prognóstico (veja o gráfico)

 A taxa de sobrevida global de cinco anos é de, aproximadamente, 9%. A ressecção cirúrgica de tumores solitários (de células não-pequenas) proporciona alguma melhora da sobrevida (sobrevida de cinco anos de 30% a 40%) numa minoria de pacientes com doença localizada. O carcinoma de pequenas células quase sempre sofreu metástases por ocasião do diagnóstico, afastando a possibilidade de intervenção cirúrgica.

Do ponto de vista anatomo-patológico, o câncer de pulmão é classificado em dois tipos principais: pequenas células e não-pequenas células (85%). O tumor de não-pequenas células corresponde a um grupo heterogêneo composto de três tipos histológicos principais e distintos: carcinoma epidermóide, adenocarcinoma e carcinoma de grandes células, ocorrendo em cerca de 75% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão. Dentre os tipos celulares restantes, destaca-se o carcinoma indiferenciado de pequenas células, com os três subtipos celulares: linfocitóide (oat cell), intermediário e combinado (células pequenas mais carcinoma epidermóide ou adenocarcinoma).  A expressão oat cell ganhou importância na linguagem médica por ser um subtipo especial de câncer pulmonar. As principais características são rápido crescimento, grande capacidade de disseminação e invasão cerebral frequente. Apesar do alto grau de resposta ao tratamento, apresenta baixo percentual de cura.

Em geral, os carcinomas broncogênicos manifestam-se inicialmente na forma de tosse, perda de peso, dor torácica e dispnéia. O exame radiológico, muitas vez deixa de fazer o diagnóstico nas fases inciais. Nos grupos de risco (tabagistas crônicos ativos ou passivos) indica-se a broncoscopia para afirmação diagnóstica. Pois a maior chance de cura está no diagnóstico precoce e na prevenção, ou seja, os fumantes filhos de pais que tiveram algum tipo de câncer, especialmente do pumão, deve parar com o hábito do cigarro imediatamente.

Referências:

Samet JM, Yoon SY, editors. Women and the Tobacco Epidemic: Challenges for the 21st Century. Geneva: World Health Organization; 2001.

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18 - dez

Doenças no Brasil – Novo perfil epidemiológico e a qualidade de vida

Categoria(s): Demografia, DNT, Gerontologia

Doenças no Brasil – Novo perfil epidemiológico e a qualidade de vida

 

Os progressos da medicina brasileira têm conseguido prolongar a vida retangularizando a curva de mortalidade, ou seja, cada vez maior proporção de pessoas vive até os 65 ou 70 anos (no Brasil) e só então inicia-se a redução generalizada do número de sobreviventes. No entanto, permanecendo inalterada a época em que surgem as doenças e incapacidades, os anos de vida ganhos só fazem aumentar a proporção de incapacitados e doentes.

Os custos do sistema de saúde tornam-se pesados, especialmente na medida em que aumenta a fração “muito velha” da população idosa, indivíduos acima de 80 anos, que consomem recursos desproporcionalmente maiores.

Situação atual
       
Prolongamento da vida
     
Compressão da morbidade
     
30 35 40 45   50 55 60   65 70
Idade (anos)
 
  Saúde   Doença   Invalidez

O gráfico acima ilustra a situação atual, a situação com prolongamento da vida, mas com muitos anos de invalidez e dependência e estado a ser atingido com prolongamento da vida, porém com mais anos de vida saudável. Artigos sobre pólitica de saúde pública para a população idosa, como os publicados na revista médica “Lancet” mostram um descompasso entre a vida longa e a vida saudável. Em 2010, a expectativa de vida saudável era, em média, 58,3 anos para os homens e 61,8 anos para as mulheres. Os resultados das pesquisas realizadas em 187 países, entre 1990 e 2010, mostram que o ganho de um ano a mais de vida, permite somente 0,8 ano a mais de vida saudável.

Como podemos minimizar o problema dos idosos sobre os sistemas de saúde?

De posse destes argumentos podemos responder o nosso questionamento. – Sim, podemos melhorar a qualidade de vida das pessoas, minimizar os gastos com a saúde, evitar que o sistema previdenciário entre em colapso, e agir positivamente no papel da família e sociedade-estado. Para tanto temos que investir na educação, formando um novo paradigma de cultura social. A “isca” para os adultos jovens (futuros idosos) é a beleza física, cognitiva, ativa. Criando centros que promovam a saúde e a beleza.

Ninguém procura expontânemente centros de tratamento do câncer, da insuficiência renal (hemodiálise), pois lá só tem doenças e tragédias humanas. Mas, certamente procuram centros de “rejuvelecimento” e “spas”. As clínicas com equipes integradas de geriatras (médicos) e gerontólogos (profissionais da área da saúde, como: nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, assistentes sociais, dentistas, educadores físicos) devem seguir esta linha de marketing e, desta forma fazer a medicina preventiva com grande aceitação. Não adianta retardar a idade da aposentadoria, temos que aumentar os anos de vida saudável.

Referências:

 Kalache, A.; Veras, R.P.; Ramos, L.R. O envelhecimento da população mundial: um desafio novo. Rev. Saúde Pública, 21:200-10, 1987.

Litvak, J. El envejecimiento de la población: un desafío que va más allá del año 2000. Bol. Oficina Sanit. Panam., 109:1-5, 1990. 

 

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17 - dez

Doenças no Brasil – Novo perfil epidemiológico

Categoria(s): Conceitos, Demografia, DNT, Gerontologia, Programa de saúde pública

Doenças no Brasil – Novo perfil epidemiológico

 

As transformações históricas e sociais que a sociedade brasileira vem atravessando têm repercutido na produção e distribuição dos problemas de saúde. Nas últimas décadas, o Brasil vem apresentando um novo perfil epidemiológico, bem mais complexo do que aquele esperado pelos autores da teoria da ‘transição epidemiológica’, segundo a qual, a evolução da sociedade seria acompanhada da redução da morbimortalidade por doenças infecciosas, passando a haver um predomínio das doenças crônico-degenerativas e de causas externas. Este processo de modificação nos padrões se daria em estágios sucessivos, definidos pelo grau de incorporação de novas tecnologias. Em nosso país, esse processo adquiriu características de uma ‘transição incompleta’, existindo uma ‘simultaneidade’ de problemas, ou seja, são epidemiologicamente relevantes tanto as enfermidades com origem na escassez e na pobreza absoluta, como desnutrição, epidemias, verminoses, quadros infecciosos; quanto aquelas associadas ao processo de ‘modernização’ da sociedade, como as neoplasias, as doenças cardiocirculatórias e as causas externas.

Transição epidemiológica – O conceito de “transição epidemiológica” refere-se às modificações, a longo prazo, dos padrões de morbidade, invalidez e morte que caracterizam uma população e que, em geral, ocorrem em conjunto com outras transformações demográficas, sociais e econômicas. Na população brasileira o processo engloba três mudanças básicas: 1) substituição, entre as primeiras causas de morte, das doenças transmissíveis (doenças infecciosas) por doenças não transmissíveis; 2) deslocamento da maior carga de morbi-mortalidade dos grupos mais jovens (mortalidade infantil) aos grupos mais idosos; e 3) transformação de uma situação em que predomina a mortalidade para outra em que a morbidade (doenças crônicas) é dominante. O gráfico mostra o quadro das mortes ao longo de sete décadas.

 

 

O segmento que cresce mais rápido é o de pessoas acima de 75 anos. Estes 12% ocupam 33% do tempo do medico a usam 25% das medicações prescritas. Além disso, são responsáveis por 40% das admissões hospitalares. A previsão para os próximos 20 anos é um aumento de idosos atingindo 18% do total da população, com grande impacto econômico social. No Brasil, 5,85% da população é maior de 65 anos. No período de 1950 a 2025, o número de idosos no país deverá aumentar em 15 vezes, enquanto o restante da população em 5 vezes (Projeções da Organização Mundial de Saúde, OMS). O país ocupará o 6.° lugar no mundo quanto ao contingente de idosos, alcançando 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, em 2025.

De acordo com o Ministério da Saúde, a mudança do perfil epidemiológico do Brasil, nos últimos vinte anos, pode ser expressa pela permanência das doenças do aparelho circulatório como principal causa de morte, pela diminuição da importância das doenças infecciosas e parasitárias e, principalmente, pelo crescimento das neoplasias e das causas externas. Foram observadas melhoras marcantes em alguns indicadores de saúde, como a redução da mortalidade infantil e de doenças infecciosas e parasitárias, a tendência de redução do risco de morte pela doença isquêmica do coração e cerebrovascular, a tendência de redução da mortalidade por câncer de pulmão em homens com idade até 64 anos, além de, em algumas regiões, ter ocorrido estabilização do risco de mortalidade por câncer do colo de útero e redução do risco de mortalidade por acidentes de transporte terrestre.

Por outro lado, o risco de morte por câncer de mama apresentou tendência crescente. A mortalidade materna, apesar da redução aparente, continua alta e subnotificada. A gravidez na adolescência vem crescendo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas; as consultas de pré-natal aumentaram, mas as iniciativas para a redução das cesarianas, implementadas em anos recentes, não mostraram impacto significativo, sugerindo ser este um problema mais complexo e que não pode ser impactado apenas com portarias de regulamentação.

Invalidez – Inúmeros estudos epidemiológicos tem mostrado que estamos vivendo mais, porém os últimos anos de nossas vidas são extremamente desconfortável com inúmeras sequelas, limitações,causadas pela doenças degenerativas, gerando altos gastos médicos para a familia e sociedade. Se não agirmos prontamente, estaremos correndo um sério risco nos sistemas de saúde. que a boa orientação das pessoas é que levará a prevenção das doenças degenerativas e evitará o caos nos sistemas de saúde e previdência. Para tanto, há que se formar e atualizar profissionais (geriatras e gerontólogos) voltados a estudar e propor soluções rápidas e objetivas para os desafios da velhice. Como os desafios são globais e comuns a todos os países, somente ações integradas e troca de informações entre as nações, permitirão a humanidade sobreviver ao apocalipse, que não virá das armas nucleares e sim da invalidez.

 

Referências:

Cavalcanti, MGPH;  Saad PM. Os idosos no contexto da saúde pública. In: Fundação SEADE. O idoso na Grande São Paulo. São Paulo, 1990. p. 181-206. 

Kalache, A; Veras, RP; Ramos, LR. O envelhecimento da população mundial: um desafio novo. Rev. Saúde Pública, 21:200-10, 1987. 

FUNDAÇÃO IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD: síntese de indicadores 1993. Rio de Janeiro: IBGE, 1996.

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