|
23 - ago
|
Doença Sexualmente Transmitida – Vulvovaginite |
Categoria(s): Ginecologia geriátrica, Infectologia, Programa de saúde pública, Sexualidade e DST |
|
Doença venérea – Vulvovaginite
As vulvovaginites corresponde de 50% a 70% das queixas em consultas médicas ao ginecologista. Estima-se que dez milhões de consultas por ano sejam decorrentes de sintomas relacionados à s vulvovaginites: corrimento vaginal, prurido vulvar, odor mais acentuado das secreções vaginais e disúria. Além do desconforto da paciente, as vulvovaginites se revestem de especial importância devido à s repercussões inerentes à infecção: ascensão dos agentes para o trato genital superior, determinando a doença inflamatória pélvica; esterilidade e infertilidade; complicações no pós-operatório e aumento da morbidade perinatal. A figura ilustra a saÃda do material no colo uterino.
A vagina da mulher adulta é muito resistente as infecções, em especial ao gonococo (Neisseria gongorrhoeae), mas na criança, provalvemente pelo fato de mucosa de revestimento ser mais delicada, pode ocorrer o desenvolvimento da vulvovaginite importante pela Neisseria gongorrhoeae. A vulvovaginite pode ser decorrente de um desequilÃbrio da microbiota vaginal.
A microbiota vaginal, caracterizado pela presença de lactobacilos responsáveis pela concentração de peróxido de hidrogênio, o que propicia uma proteção contra bactérias aeróbicas e algumas anaeróbica. Algumas condições clÃnicas especÃficas, como gravidez e imunodeficiência, podem predispor ao aparecimento do desequilÃbrio da microbiota vaginal. O pH vaginal geralmente fica maior que 4,5 e o teste das aminas, com hidróxido de potássio a 10%, geralmente é positivo, devido á volatilização de aminas do conteúdo vaginal, resultando num forte odor de peixe ou amônia. O exame a fresco do conteúdo vaginal revela a presença das células-guia (clue cells) e a bacterioscopia pela técnica de Gram evidencia diminuição acentuada de lactobacilos e polimorfonucleares, com numerosos cocobacilos ou bacilos gram-negativos, como a Gardnerella vaginalis, o Mycoplasma. Sendo que este último tem sido implicado nos casos de abortamento espontâneo e corioamnionite.
A correlação com outras doenças sexualmente transmissÃveis (DST) é importante na medida em que a presença de lesões ulceradas e fissuras na região genital favorece a contaminação e a infecção pelos vÃrus do HIV e HPV.
Tags: Doença Inflamatória Pélvica (DIP), Gardnerella vaginalis, Neisseria gonorrhoeae, Saúde da Mulher, Vulvovaginite
CIRURGIA DE PRÓSTATA
DOENÇAS SEXUAIS
Formas de Medicina Natural
Odontologia – Ortodontia – Próteses Dentárias – Snap on Smile – Check-up Preventivo
Saúde Geriátrica
eduardo reis comenta:
23 agosto, 2012 @ 7:31 AM
ola bom dia eu tenho vinte anos de casamento com a mesma esposa pai de trez filhos lindos e queridos com a mesma .quando eu em gravidei ela no decorrer da sua gestação e depois eu ja não aguentar mais para a sua vargina por um motivo de corrimentos e ondores tão forte que pra relescionar eu teria que virar o rosto pro lado de tão forte era .o tempo foi passando um acompanhamento ao ao ginecologista ajudou muito porem voltava depois de outras relaçÔES com a mesma .resolve em tão me inventar um medicamento para ela o qual usamos na hora da transa sem pobrema e sem contra indicações .com pedido de PATENTE E CNPJ conhecido pelos os agente de toda a vigilaça local .este citado eu so não estou vendendo por um motivo de investimento que eu tenho de fazer para comessar produzir