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Arquivo de 24/jul/2012





24 - jul

A fumaça do escapamento de motores a diesel é um agente causador de câncer

Categoria(s): Câncer - Oncogeriatria, Notícia, Pneumologia geriátrica

A fumaça do escapamento de motores a diesel é um agente causador de câncer

A Agência Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (IARC – International Agency for Research on Cancer), parte da OMS, classifica a fumaça como “definitivamente” cancerígena para humanos. Acredita-se que pessoas que trabalham em indústrias de risco, com grande exposição aos agentes cancerígenos, tenham cerca de 40% de chances de desenvolver câncer de pulmão. A OMS baseou suas descobertas em pesquisas com trabalhadores de alto risco, como mineiros, funcionários ferroviários e caminhoneiros.E concluiu que a fumaça do escapamento de motores a diesel causa câncer de pulmão em humanos, quando expostos a esta agente por um logo período e de forma contínua. Assim, o impacto adicional das partículas do diesel na saúde, a exposição a essa mistura de produtos químicos deveria ser reduzida mundialmente. Algumas das medidas indicadas são uso de combustível com menos enxofre e motores mais eficientes.

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24 - jul

Pneumonia Criptogênica Organizante (COP)

Categoria(s): Doença de causa desconhecida, Pneumologia geriátrica

Resenha

Pneumonia Criptogênica Organizante (COP)

A Pneumonia Criptogênica Organizante (COP) ou bronquiolite obliterante com pneumonia organizante idiopática é uma rara doença pulmonar caracterizada por sintomas e achados radiológicos que podem facilmente ser confundidos com pneumonia adquirida na comunidade, que envolve espaços aéreos distais (bronquíolos, ductos alveolares e alvéolos), e é definida como brotos de tecido de granulação no interior do lúmen das pequenas vias aéreas. Não há predominância por sexo, e a idade de início varia de 55 a 65 anos. Apesar de a maioria dos casos ser idiopática, a COP pode aparecer como complicação de doença vascular do colágeno, particularmente artrite reumatóide e polimiosite, radiação, toxicidade por drogas (em geral ouro, amiodarona e cocaína), infecções (viroses, Legionella, Mycoplasma) e pode ser manifestação histológica de pneumonia eosinofílica, pneumonia de hipersensibilidadee granulomatose de Wegener.

Sintomatologia – A COP geralmente se apresenta de forma subaguda ou crônica, com sinais clínicos sugestivos de infecção do trato respiratório superior, com tosse persistente e falta de ar (dispnéia) com meses de evolução. Deve sempre ser considerada como diagnóstico diferencial nos pacientes que apresentam um quadro febril e pulmonar arrastado.

Aspectos Radiológico – A  apresentação radiológica característica da COP são de  Múltiplas opacidades alveolares, geralmente bilaterais, com distribuição justapleural ou peribroncovascular, frequentemente contendo broncograma aéreo e frequentemente migratórias. Podem ser vistas em qualquer área pulmonar, contudo há uma leve predominância pelos lobos médios ou inferiores. Pode ocorrer opacidade focal unilateral se apresentando como massa, nódulo ou densa consolidação. Opacidades difusas infiltrativas intersticiais, reticulares ou reticulonodulares também tem sido observadas. Outros padrões menos comuns observados incluem grandes nódulos (possivelmente com cavitação), opacidades arredondadas crescentes, adenopatia mediastinal e derrame pleural. O quadro pode se confundir com a tuberculose e até mesmo com uma pneumonia atípica.

Histologicamente, a COP se caracteriza pela presença de proliferação de fibroblastos dentro do lume dos ductos e espaços alveolares, pela projeção de pólipos inflamatórios dentro do lume dos bronquíolos respiratórios e terminais e, finalmente, por uma pneumonite intersticial por células mononucleares. As figuras B e C mostram o padrão histológico de pouca gravidade em B e extremamente comprometido em C. A resposta terapêutica em B é boa e em C já é reservada. Assim é importante a biópsia para o diagnóstico e avaliação da gravidade.

Diagnóstico – O diagnóstico é feito pela biópsia pulmonar a céu aberto ou videotoracoscopia guiada, que mostra o característico padrão de preenchimento alveolar por tecido fibroso de granulação associado à obliteração bronquiolar pelo mesmo tecido.

Tratamento – O tratamento é feito com corticosteróides por um período de 12 a 24 meses e o prognóstico é bom desde que o diagnóstico seja realizado precocemente,  mas em algumas pessoas a COP pode progredir apesar do tratamento, especialmente quando se inicia a diminuição da dose ou se retira o corticóide.

Referências:

King TE, Mortenson RL. Cryptogenic organizing pneumonitis: the North American experience. Chest 1992;102:8S.

Cordier JF. Organizing pneumonia. Thorax 2000;55:318-28.

Corrin B. Bronchiolitis obliterans organizing pneumonia: a British view. Chest 1992;102:7S.

Fortuna FP, Perin C, Bortoli J, Gerey GR, Porto NS, Rubins AS. O espectro clínico e radiológico da pneumonia em organização: análise retrospectiva de 38 casos. J. Pneumologia vol.28 no.6 São Paulo Nov./Dec. 2002 [on line]

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