Arquivo de 9/jul/2012





09 - jul

Dor Lombar nas cabelereiras

Categoria(s): Notícia, Ortopedia geriátrica

Lombar nas cabelereiras

Pelo menos 59% dos profissionais da área da estética e beleza sofrem com dores na coluna, 47% nos membros superiores e 27% nos membros inferiores. A conclusão é de um estudo realizado no Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

A pesquisa mostra os problemas estão na posição ergonômica da atividade e nas muitas horas de trabalho. Assim,  os profissionais que trabalham mais que 50 horas semanais sofrem mais dores.  Horas de pé não sobrecarregam tanto as pernas quanto escovar os cabelos da clientela que causam muitas dores na região lombar e nos ombros. Um outro problema é falta de um programa de exercícios adequados às necessidades específicas da profissão.

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09 - jul

Dor Lombar – Sacroileíte

Categoria(s): Doença de causa desconhecida, Imunologia, Ortopedia geriátrica, Reumatologia geriátrica

Resenha

sacroileíte vista no exame radiológico (figura) é critério obrigatório para o diagnóstico de espondilite anquilosante (EA). O acometimento da articulação sacrilíaca, na avaliação radiológica, pode ser subdividido em: grau zero = normal; grau 1 = sacroileíte suspeita ou duvidosa; grau 2 = esclerose óssea de sacro e de ilíaco, irregularidade de contornos articulares e erosões ósseas; grau 3 = alterações verificadas no grau 2, associadas ao pseudoalargamento articular; grau 4 = anquilose total (fusão ela articulação). Em alguns pacientes com doença bastante insidiosa, pode demorar até mais de três anos para o aparecimento de uma sacroileite radiológica.

A Espondilite Anquilosante (EA) é uma doença inflamatória crônica que acomete preferencialmente o esqueleto axial, evoluindo para limitação funcional progressiva e anquilose da coluna vertebral. A EA  inicia-se no adulto entre 17 e 45 anos de idade costuma ter como primeiro sintoma à característica lombalgia de ritmo inflamatório, com predomínio de sintomas axiais. A EA é mais freqüente no sexo masculino, numa proporção de 5:1. A frequente associação com o antígeno de histocompatibilidade HLA‑B 27 faz com que a EA seja mais comum em populações caucasóides, onde sua prevalência pode chegar de 0,1 a 0,2% da população. O sintoma inicial mais característico do paciente espondilítico costuma ser a dor lombar baixa de ritmo inflamatório, que melhora como movimento e piora com o repouso, apresentando rigidez matinal prolongada. Por vezes, o paciente também refere dor de ritmo inflamatório nas nádegas e face posterior da raiz da coxa, suscitando diagnóstico diferencial com dor ciática. A evolução costuma ser ascendente, acometendo posterior e progressivamente as colunas dorsal e cervical. O tratamento da EA, na maioria dos casos, é constituído por antiinflamatórios, miorelaxantes e fisioterapia.

Referências:

Brooks PM:NSAIDS. In Klippel’s: Rheumatology, 2th ed, London, Mosby, 1998, p.5.1-5.6 (sec.3).

Clegg DO: Sulfassalazine. In Koopman WJ: Arthritis and Allied Conditions- A Textbook of Rheumatology, 13th ed, Baltimore, Willians & Wilkins, 1996, p.699-707.

Dalyan M, Guner A, Safiye T et al: Disability in ankylosing spondylitis. Disability and Rehabilitation 21(2):74-79, 1999.

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