|
15 - ago
|
Coagulação – ProteÃna C funcional: Inibidor fisiológico da coagulação |
Categoria(s): Angiologia Geriátrica, Hematologia geriátrica |
|
ProteÃna C funcional: Inibidor fisiológico da coagulação
O sangue se mantém lÃquido graças a perfeita relação entre a trombogênese – fibrinólise e, sobretudo, a presença de substâncias cujo papel é inibir fisiologicamente a coagulação expontânea. Nesse mecanismo são substâncias chaves no processo a proteÃna C funcional e a trombomodulina.
ProteÃna C funcional – A proteÃna C funcional é um anticoagulante natural, vitamina K-dependente, sintetizada no fÃgado. Exerce sua ação anticoagulante por meio da degradação dos fatores V e VIII ativados, requerendo, para tanto, a ação da ProteÃna S, que atua como cofator desta reação. Assim, a proteÃna C funcional é um inibidor fisiológico da coagulação, parecendo exercer também atividade fibrinolÃtica. Sua ativação é considerávelmente acelerada na superfÃcie do endotélio por um cofator, a trombomodulina, sintetizada pelas células endoteliais, a qual constitui um dos sÃtios receptores da trombina na superfÃcie do endotélio. O complexo trombina-trombomodulina ativa a proteÃna C, enquanto a trombina e inativada por internalização do complexo e subseqüente degradação.
As deficiências de ProteÃna C funcional podem ser congênitas ou adquiridas e estão associadas a manifestações trombóticas venosas, mais raramente tromboses arteriais. – Deficiência congênita é um forte fator de predisposição à trombose venosa, sendo responsável por cerca de 5% dos casos de trombose. As deficiência adquirida são causadas por: deficiência de vitamina K, uso de anticoagulante oral, insuficiência hepática, trombose venosa, infecção, neoplasias, coagulação intravascular disseminada (CIVD), sÃndrome de angústia respiratória do adulto (SARA), cirurgia, diálise, sÃndrome hemolÃtico-urêmica, púrpura trombocitopênica trombótica e doença falciforme
A deficiência de ProteÃna C funcional é dividida em tipo I, o mais freqüente, onde há diminuição da concentração e da atividade, e tipo II, onde se observa concentração normal de PC com atividade diminuÃda (proteÃna mutante).
Exames para investigação de trombose venosa: pesquisa do fator V de Leiden, pesquisa da mutação G20210A do gene da protrombina, dosagem de homocisteÃna, dosagem funcional de AT, dosagem funcional de ProteÃna C, dosagem imunológica de ProteÃna S livre e pesquisa de anticorpos antifosfolÃpide (anticoagulante lúpico e anticorpos anticardiolipina).
Referência:
Born GVR, Cross MJ – The aggregation of blood platelets. J. Physiol, 1977;168:178-95.
Tags: Púrpura trombocitopênica trombótica, ProteÃna C Funcional, SÃndrome da Angústia Respiratória do Adulto (SARA), SÃndrome hemolÃtico-urêmica, Trombose venosa, Trombose venosa profunda (TVP), Vitamina K
Coagulação – ProteÃna S
Coagulação – ProteÃna C funcional
Coagulação – Agregação plaquetária
Coagulação – Papel das células endoteliais
Coagulação – Trombofilias
Nefropatia Membranosa
Osteoprotegerina – OPG
SÃndrome nefrótica
CIRURGIA DE PRÓSTATA
DOENÇAS SEXUAIS
Formas de Medicina Natural
Odontologia – Ortodontia – Próteses Dentárias – Snap on Smile – Check-up Preventivo
Saúde Geriátrica