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Síndrome da Restrição Diastólica

Categoria(s): Cardiogeriatria, Dicionário




Dicionário

O estudo do desempenho diastólico do ventrículo esquerdo foi negligênciado até pouco tempo atrás, quando Gibson e Brown desenvolveram método de análise da variação continua da dimensão ventricular esquerda, utilizando um sistema computadorizado, de aproveitamento de traçado ecocardiográfico.

A síndrome de restrição diastólica (SRD) pode ocorrer por doenças que afetam o miocárdio ou o pericárdio ou ambos.

Na SRD os ventrículos não conseguem encher-se satisfatóriamente causando baixo débito cardíaco e choque.

A função diastólica do VE reflete uma interação complexa de eventos, estando longe de ser simples consseqüência da distensibilidade miocárdica ou do coração.

Os distúrbios, da função diastólica obedecem a dois mecanismos fundamentais:a). “déficit” do relaxamento ventricular; b). Diminuição da distensibilidade passiva da câmara

a). “déficit” do relaxamento ventricular
Este padrão se caracteriza por uma diminuição da velocidade do relaxamento ventricular combinada à pressão normal ou discretamente elevada no átrio esquerdo. O relaxamento diminuido acarreta queda lenta da pressão do VE, trasando a abertura da valva mitral em relação ao fechamento aórtico (tempo de relaxamento isovolumétrico prolongado), e diminuição do gradiente diastólico transmitral (velocidade diminuida e desaceleração lenta da da E no ecocardiograma).
Este padrão é encontrado em pacientes portadores de cardiomiopatia hipertrófica, doença coronaria, cardiomiopatia dilatada, hipertensão arterial sistêmica, e é considerado padrão clássico da alteração da função diastólica.

b). Diminuição da distensibilidade passiva da câmara
A característica principal deste tipo de restrição diastólica é uma acentuada diminuição da complacência da câmara ventricular esquerda no início da diástole, podendo estar o relaxamento também comprometido.
A elevada pressão em AE abre a valva mitral mais precocemente (tempo de relaxamento isovolumétrico normal ou encurtado) e aumenta o gradiente transmitral (onda E de grande velocidade)
Nestes casos haverá aumento da reversão de fluxo nas veias pulmonares, também podendo ser evidenciada regurgitação mitral diastólica, por inversão do gradiente diastólico atrioventricular. (fluxo diastólico)
Este padrão de disfunção diastólica é descrito em pacientes com cardiomiopatia restritiva, pericardite constritiva.
A cardiomiopatia dilatada, cardiomiopatia hipertrófica e cardiopatia isquemica difusa também pode ter este mesmo padrão quando a pressão de enchimento do VE estiver muito aumentada.
Como nestes pacientes ocorre aumento da pressão do AE, os sintomas são mais evidentes.

Clínica – Na SRD a dispnéia de esforço é uma queixa constante. No entanto, esta é pouco freqüente com o decúbito , ao contrário das outras formas de insuficiência cardíaca, sendo raros os episódios de dispnéia paroxística noturna.
O edema dos membros inferiores é um achado comum, assim como queixas digestivas, hepatomegalia, ascite.
Esses pacientes apresentam-se com aspecto debilitado, veias jugulares turgidas, e seu pulso demonstra queda rápida da fase descendente “y”.
O sinal de Kussmaul pode estar presente (aumento da pressão venosa e maior engurgitamento jugular com a inspiração profunda).
Os pulsos periféricos estão mormais, podendo encontrar o pulso paradoxal nos casos de pericardite constrictiva.

No exame radiológico do tórax vemos área cardíaca normal ou pouco aumentada, as vezes com sinal de calcificação do pericárdio.
O eletrocardiograma é inespecífico na maioria dos casos.

Fisiologia – Fisiologicamente a síndrome de restrição diastólica caracteriza-se pela presença de fluxo átrio-ventricular váriável com a respiração(diminuindo na inspiração e aumentando na expiração na valva tricúspide, e o contrario na valva mitral) e enchimento diastólico predominante na fase de enchimento rápido.

Ocorre ainda dilatação da veia cava inferior e das veias supra-hepáticas, movimentação anormal do septo interventricular (caracterizado por achatamento sistólico e movimento posterior e abrupto no início da diástole) na ecodopplercardiografia.

O estudo hemodinâmico é importante principalmente para análise das curvas de pressão uma vez que a ventrículografia e a fração de ejeção estarão práticamente normais. Ocorre elevação das pressões diastólicas do átrio e ventrículo direitos, artéria pulmonar, átrio e ventrículo esquerdo equalizando-se em até 5 mmHg de diferencial.

A curva de pressão venosa atrial mostra ondas “a”e “v” pequenas e  equivalentes, com colapso “Y” profundo e o “x” preservado, resultando em aspecto de “M” ou “W”.

A curva de pressão ventricular é típica e do tipo “dip-et-Plateau”, mostrando a diminuição da complacência ventricular pela restição e mantendo a pressão elevada em “plateau”. Normalmente a pressão sistólica do ventrículo direito e tronco de pulmonar estão entre 35 e 50 mmHg e raramente excedem 60 mmHg nas pericardite, porém ultrapassa nas endomiocardiofibrose e hipertrofias septais.

Ecodopplercardiografia.

A disfunção diastólica pode ser analisada a ecodopplercardiografia através do estudo da relação das ondas E e A do fluxo de enchimento ventricular transmitral, sendo a onda E relacionada ao enchimento ventricular rápido (ramo ascendente de curva de fluxo mitral) e onda A produzida pela contração atrial.
Quando o relaxamento, a complacência ventricular e a pressão atrial esquerda estão normais, o gradiente AE/VE é maior no início da diástole, permitindo que o enchimento ventricular se faca predominantemente nessa fase, sendo que a sístole atrial contribui para completar esse enchimento, determinando, portanto, ao doppler, onda E maior que a onda A.

Na miocardiopatia dilatada onde ocorre diminuição da complacência ou redução da distensibilidade do VE, a dinâmica ventricular resultante das relações pressão x volume, determina que pequenas elevações no volume ocasionem aumentos na pressão intraventricular, dificuldade de esvaziamento atrial com conseqüente elevação de pressão do AE, causando elevação do gradiente AE/VE na fase inicial da diástole, obtendo-se onda E maior que A (disfunção diastólica tipo restritivo).

Tratamento

O tratamento é distinto nas diversas formar da SRD.
1. Forma miopatia
2. Forma endopática
3. Forma pericárdica

Veja mais –

Pericardite constritiva

Tamponamento cardíaco

Referências:

Tyberg JV, Keon WJ Sonnenblick EH, Unschel CW – Mechanics of ventricular diastole. Cardiovasc Res, 1970;4:423-428.

Hansen AT, Eskildsen P, Gotzcher H – Pressure curves from the right auricle and the right ventricle in chrônic constrictive pericarditis. Circulation, 1951;3:881-8.

Lewis BS, Gostman MS – left ventricular function in systole and diástole in constrictive pericarditis. Am Heart J, 1973;86:23-41.

Azevedo AC – Insuficiência cardíaca diastólica (Editorial). Arq Bras Cardiol, 1986;47:157-159.

Danford DA, Huhta JC, Murphy DJ – Doppler echocardiographic approaches to ventricular diastolic function Echocardiography, 1986;3:33-40.

Weitzel LH, Patrocínio LLA, Moll Fo JN, Azevedo AC – Avaliação ecodopplercardiográfica da função diastólica do ventrículo esquerdo. Arq Bras Cardiol, 1990;54(2):147-156.

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45 Comentários »

  1. sirlei gois comenta:

    22 novembro, 2008 @ 4:12 PM

    gostei bastante do artigo me ajudou muinto

  2. wellington comenta:

    28 julho, 2010 @ 9:07 PM

    olá!eu fui diagnosticado com srd através do ecodopler ,mas conjuntamente tbm descobri q sou hipertenso ,meu colesterol ruim esta alto e tenho um hisporico tanto pessoal como familiar de doenças reumaticas eu mesmo tenho artrite reumatoide…tomei varios antiinflamatorios entre eles o arcoxia q se mostrou recentemente prejudicial a usuarios com mais de um deste farmaco,gostaria de postagens a respeito da condição de poder praticar atividades fisicas (como caminhadas,musulação,natção)quais seriam as amis recomendadas e se uma alimentação especialmente desenvolvida para estes casos existe…obrigado

  3. Geísa Soares Pereira comenta:

    30 julho, 2010 @ 11:18 AM

    Olá!
    Gostaria de um suporte teórico para acompanhamento de pacientes!
    sou Fisioterapeuta e atuo na área de rebil. cardíaca.
    Atendo uma pessoa com diagnóstico de ” relaxamento diastólico de VE diminuido” , acompanhado de regugitação mitral leve.
    Este pte, poderia desenvolver hipertrofia ventricular E ?

    Att
    Geísa

  4. João Slongo comenta:

    9 setembro, 2010 @ 3:19 PM

    Olá, fui diagnosticado com alteração da função diastólica do ventrículo esquerdo do tipo déficit do relaxamento, inversão do padrão E/A com TDA prolongado sugestivo de déficit do relaxamento. Também sou hipertenso moderado, e me foi receitado Nebilet e Isortãmia Potássica. Tenho 44 anos. Gostaria de saber se posso praticar corrida de 12 minutos e musculação. Grato!

  5. cristina comenta:

    3 dezembro, 2010 @ 3:20 AM

    olá!fui diagnosticada com deficti na diastolica e discreto esclerose na valva aorta,tenho pa normal,porem hipertireoidismo,gostaria de saber se posso levar uma vida normal,fazer exercicios trabalhar ou se terei que ir para beneficio do inss,meus batimentos cardiacos em exercicios chegam a 140 bcpm e tenho dispneia.muito grata!

  6. Uiliam comenta:

    22 dezembro, 2010 @ 1:07 PM

    Olá , fui diagnosticado com: Comprometimento cardíaco residual com deficit de função do ventrículo direito e sinais de insuficiencia cardíaca congestiva . Pço gentilmente um auxílio técnico e teórico sobre tal diagnóstico …

  7. cristiana comenta:

    27 fevereiro, 2011 @ 12:17 PM

    Através do teste de esforço ecocardiograma com dopler, fui dignóstica dom Disfunção diastólica do ventrículo esquerdo de grau discreto, do tipo alteração do relaxamento. Tenho o colesterol ruim alto e o bom baixo. Sou hipotireoidiana e faço reposição hormonal com libian. Tenho 52 anos.Todos os demais aspectos observados normais (aorta, válvula mitral, aórtica, pulmonar, câmara direita, pericárdio). Não sou hipertensa, deixei de fumar há 2 anos. Pratico exercícios físicos, musculação e aeróbicos de baixo impacto (bicicleta, esteira, elíptico). Só vou poder apresentar os resultados ao meu médico em abril. É errrado continuar me exercitando? Essa disfunção é grave? Requer que eu me afaste dos exercícios físico”?

  8. SAndra Batista Lacerda Bandeira comenta:

    4 abril, 2011 @ 11:12 AM

    Fiz Ecocardiograma e o resultado foi: Há sinais de alterações do VE. Diâmetros cavitários e espessura parietais normais.Função sistólica global do VE preservada em repouso e Função diastólica com déficit do relaxamento do VE. Sendo o Volume Diastólico Final de 70ml. Quero saber mais sobre esse resultado pois não entendo nada.

  9. UIliam comenta:

    8 abril, 2011 @ 7:37 AM

    Bom dia, sou portador de T4F e também ja fui submetido a 3 cirurgias cardiacas sendo a última correção total a 15 anos.
    ha 3 meses com palpitações, fui dagnosticado que a válvula pulmonar encontra-se deficiente ocasionando uma sobre carga no lado direito do coração !
    Essa evolução clínica é considerada grave? isso tende a ocorrer quando no meu caso? é reflexo da diminuição da sobrevida?

    Dizem que portadores de T4F so vivem no maximo 30anos … verdade?

  10. Tereza Lima comenta:

    8 abril, 2011 @ 9:40 PM

    Boa noite, fiz ecocardiograma com Doppler e a conclusão foi: ALTERAÇÃO DO RELAXAMENTO DO VE TIPO 1. O que é isso, é caso de
    cirurgia? Minha pressão arterial é normal, (tenho 57 anos) porém minha familia tem histórico de problemas cardíacos.

  11. helio comenta:

    12 abril, 2011 @ 11:11 AM

    Olá, meu marido fez ecocardiograma e no relatorio deu que a função Diast. VE -relaxamento diminuido – Estudo Doppler Cardiografico: Predominio da onda atrial no enchimento do VE indicando diminuição do relaxamento – Obs. traçado de satisfatoria qualidade técnica – conclusão – normal sob o aspecto anatômico – … O que é isso por favor??

  12. vanessa mota comenta:

    21 abril, 2011 @ 10:31 PM

    olá,DR.fiz ecocardiograma com Doppler e a conclusão foi: disfunsão diastólica leve,ventriculo esquerdo,deficit no relaxamento,fiz holter conclusão -deu supraventricular foram observados 03 batimentos ectópicos.agradeço pela atenção.

  13. josEnilde costa comenta:

    6 julho, 2011 @ 1:10 PM

    BOA TARDE DR°
    A minha mãe fez um eco ini e bidimensional com doppler E O COMENTARIO FOI : FUNÇAO DIASTÓLICA DO V.E ANORMAL (ALTERAÇÃO DO RELAXAMENTO). E A CONCLUÇAO FOI: FUNÇÃO SISTÓLICAPERSEVADA COM DIMINUIÇÃODE VENTRÍCULO ESQUERDO. Ela tem 50 anos e a pressão arterial é alta, porém minha familia tem histórico de problemas cardíacos). Gosta de saber o que isso significa e qual o tratamento recomhedadooooo??????????….
    obridadoooo pela atenção…

  14. maria angelica comenta:

    25 agosto, 2011 @ 7:48 PM

    fiz um exame de coraçao e deu disfunçao diastolica grau1 do ventrilico esquerdo e grave

  15. Fabi Santos comenta:

    2 outubro, 2011 @ 4:23 PM

    Olá,
    Fiz um eccodopplercardiograma e o resultado foi: dimensões cavitárias normais, função sistólica biventricular preservada, déficit de relaxamento e ausência de alterações valvares.
    Estou preocupada, pois no meu primeiro eco que há um ano não deu nenhuma alteração. Minha cardiologista acha que esse resultado pode estar errado pois a imagem está muito ruim!
    Isso é muito grave? Por favor me tira essa dúvida!
    Obrigada!

  16. lenilda moreira da silva comenta:

    4 outubro, 2011 @ 6:19 PM

    fiz um ecodardiograma e nele deu que eu tinha uma insuficiencia cardiaca leve e uma calcificaçao e

  17. Antonio Secundo comenta:

    4 novembro, 2011 @ 6:06 PM

    48 anos, hipertenso, fui diagnosticado com “restrição do relaxamento do ventrículo esquerdo (estágio I)”, há tratamento? Posso praticar algum esporte ainda? ou mesmo fazer caminhadas ou corridas? não bebo nem fumo. Obrigado e parabéns pelo trabalho.

    Antonio S dos Santos

  18. Fernando Xavier da silva comenta:

    11 novembro, 2011 @ 4:15 PM

    Olá, tenho 44 anos. Recentemente fiz um ecocardiograma e a conclusão foi:
    Função diastólica com deficit de relaxamento do VE (GRAU 1).
    Veia Cava inferior com colabamento fisiológico.
    Prolapso da válvula mitral envolvendo folheto anterior, sem degeneração mixomatosa.

    Gostaria de saber o que essas conclusões significam..

    todo o resto deu normal.

    pressão normal.
    colesterol normal.
    sem diabetes.

    abraços: Fernando xavier

  19. Ernandi Batista comenta:

    19 novembro, 2011 @ 11:47 AM

    Ola, tenho disfucao diastolica grau 1, gostaria de saber se posso jogar futebol e fazer academia.

  20. angela comenta:

    1 dezembro, 2011 @ 3:01 PM

    fis uma angioplastia a 40 dias e coloquei um stent eu tinha uma lesão grave de 90% e outra menos significativa de 50% depois da angioplastia eu continuei a sentir dores no peito muita falta de ar a agora sinto tonturas tbm , fis uma exame de sangue especifico e uma eco/dopler onde deu o seguinte resultado (calcificaçâo do anel posterior da valva mitral )( funçâo sistolica global do V.E preservada análise subjetiva.Alteraçâo da funçâo diastólica do tipo deficit do relaxamento do VE..Regurgitaçâo mitral de grau leve ..minha cardilogista disse que não e nada para eu me preocupar …meu HDL deu 29 o LDL 61 o hematócrito 35,4 esses me preocupam mais eu me cuido muito faço tudo certinho tenho 53 anos e peso 75 kg ….. pode comentar meu caso , gostaria de outra opiniâo

  21. Maria Muniz comenta:

    19 dezembro, 2011 @ 9:25 PM

    Gostaria de saber como devo agir. Pois estou com diastólica do VE padrão de relaxamento anormal. Pois qualquer não posso fazer nada de esforço. Sou hipertenso, a muitos anos faço tratamento. Gostaria de outra opinão. Pois terminei a três meses um outro tratamento que durou quase tres anos. Hepatite Genesis tipo 1.

  22. Maria Muniz comenta:

    19 dezembro, 2011 @ 9:27 PM

    Obs. gostaria de notificar Hepatite C.

  23. francisco grigorio de lacerda comenta:

    24 janeiro, 2012 @ 3:57 PM

    Gostaria de saber o que significa o seguinte
    diagnóstico ecocardiográfico:
    – Prolapso da valva mitral;
    – Insuficiencia mitral de grau discreto;
    – Disfunção diastólica do VE de grau 1

  24. angela comenta:

    25 janeiro, 2012 @ 12:07 PM

    como eu posso ver a resposta de minha pergunta ?
    fis uma angioplastia a 40 dias e coloquei um stent eu tinha uma lesão grave de 90% e outra menos significativa de 50% depois da angioplastia eu continuei a sentir dores no peito muita falta de ar a agora sinto tonturas tbm , fis uma exame de sangue especifico e uma eco/dopler onde deu o seguinte resultado (calcificaçâo do anel posterior da valva mitral )( funçâo sistolica global do V.E preservada análise subjetiva.Alteraçâo da funçâo diastólica do tipo deficit do relaxamento do VE..Regurgitaçâo mitral de grau leve ..minha cardilogista disse que não e nada para eu me preocupar …meu HDL deu 29 o LDL 61 o hematócrito 35,4 esses me preocupam mais eu me cuido muito faço tudo certinho tenho 53 anos e peso 75 kg ….. pode comentar meu caso , gostaria de outra opiniâo

  25. sandra maria de souza comenta:

    26 janeiro, 2012 @ 5:56 PM

    Dia 25/01/2012 fiz um ecocardiograma
    VE com volumes e função sistolica global normais
    ausencia de áreas fibrose ou de disfunção segmentar em repouso
    Déficet da função diastólica do VE (grau l)
    não há evidencia de hipertenção pulmonar
    atrio esquerdo com volumes normais
    cavidades direitas com dimensões e funções normais
    Gostaria de saber como devo proceder terei de fazer algum tratamento.
    Aguardo resposta.
    ATT
    Sandra

  26. ronaldo pereira rodrigues comenta:

    19 março, 2012 @ 6:31 PM

    ôla fiz um ecodopplercardiograma, e foi diagnosticado alteração do relaxamento do VE tipo 1 gostoria de saber se posso contin uar a praticar academia de kung fu e não ter problema.

  27. denise comenta:

    13 abril, 2012 @ 1:55 PM

    Dia 13/4/2o12 fiz ecocardiograma no resultado conclusao deu: hipertrofia ventricular esquerda de grau leve; com alterçao do relaxamento diastolico

  28. ELIAS comenta:

    15 julho, 2012 @ 10:39 PM

    bOA NOITE!!!

    Fiz um eco e o resultado foi o seguinte:
    Disfunção diastólica do VE estágio 1, o
    que significa? Troca em miudos para eu
    entender. Tenho 56 anos e sou hipertenço

    AGUARDO RESPTA NO MEU E-MAIL
    barbosa-elias@hotmail.com

    Grato
    Elias

  29. ELIAS comenta:

    15 julho, 2012 @ 10:47 PM

    Conclusão:

    Dimensões cavitárias normais.
    Valvas cardíacas com aspectos morfológicos normais.
    Função sistólica global e segmentar do VE preservadas em re-
    pouso.
    Disfunção diastólica do VE estágio 1.
    Refluxo mitral mínimo ( fisiológico ) ao Doppler.

  30. Ana comenta:

    7 agosto, 2012 @ 8:52 PM

    Fiz um ecocardiograma de rotina e a conclusão foi:Disfunção diastòlica de grau l do VE e Escape mitral o que significa isso?
    tenho 54 anos e não sou hipertensa e não sinto nada significativo.

  31. verareginadematos comenta:

    14 agosto, 2012 @ 7:58 PM

    Boa noite!!!tenho 65 anos,e quando era jovem com 16 anos tive uma infecção no ouvido que gerou uma febre reomatica ,tinha dores horriveis,tomava bezetacil de15 em 15 dias, fiz um tratamento com limão,e graças a Deus fui curada,hoje fiz um ecocardiograma por causa de umas batidas que me deixam mal,fico tremendo,e pareçe que vou morrer,más passa rápido,eo resultado também foi escape da valva mitral edisfunção diastolica do ve de grau 1 será necessário fazer um cateterismo ou uma cirurgia?existe remédio para esse problema?sou muito ativa apesar da idade sinto muita disposição,tenho pressão normal,más tomo 4 gotas de rivotril para durmir,o que o Dr. acha?

  32. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    15 agosto, 2012 @ 7:16 AM

    Vera os seus sintomas de “e umas batidas que me deixam mal,fico tremendo,e pareçe que vou morrer,más passa rápido” pode significar arritmia cardíaca e o melhor método para avaliar e um Holter de ECG. Converse com seu cardiologista.

  33. maria de fatima comenta:

    14 setembro, 2012 @ 10:57 AM

    ola fiz um ecocardiograma e deu complacencia mitral do ventriculo esquerdo, o que quer dizer, e sim e perigoso, que devo fazer?

  34. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    15 setembro, 2012 @ 7:27 AM

    Maria de Fátima.
    Reveja o laudo este que voce postou está incorreto.

  35. andreia martins comenta:

    29 setembro, 2012 @ 5:07 PM

    Olá fiz um ecocardiograma Uni e Bidimensional e o resultado foi Alteração da função por deficit do relaxamento do V E. Fiz também fois eletrocardiograma!!! sinto muita taquicardia e falta de ar chego a perder as forças quase o sentido!!! e sempre qque sinto isso tenho que ser levada as pressas para o hospital!! gostaria de mais informações sobre essa sindrome!!!!estou tomando Ancoron de mg de 12 em 12 hrs.. tenho o risco desse problema, trazer complicações futuras ou desenvolver outros problemas cardiocos!!

  36. Fernanda Monteiro Moreira comenta:

    24 outubro, 2012 @ 9:16 AM

    Fiquei ainda com algumas dúvidas pois para além de disfunção diastólica tipo 1 tanbém tenho Hipertenção pulmonar, e isso deixa-me com a seguinte interrogão: Quão grave é na realidade o meu problema tendo em conta esse e outros factores? Porém gostei do artigo pois deu-me algumas indicaões a cerca da gravidade do mesmo.

    Fernanda Monteiro Moreira

  37. Maria Angélica Sanz dos Santos Thomé comenta:

    21 novembro, 2012 @ 9:53 PM

    Boa Noite! Fiz o ecocardiograma pela 1º vez e a conclusão foi: Função contrátil do ventrículo esquerdo normal e sinais de restrição diastólica do VE. O restante do exame deu todo normal. Tenho 48 anos faço exercício desde os 12 anos. Atualmente faço musculação todos os dias, 40′ de esteira e a noite caminho 1 hora. O colesterol total depois de romar remédio de 10mg por 30 dias deu 176 e o LDL 100. Faço o teste ergométrico e eletro todos os anos e sempre dá normal. Só mostrarei o exame ao médico daqui 1 mês. Isto é grave?
    Obrigada,
    Angélica

  38. aldemir de Lima comenta:

    26 novembro, 2012 @ 7:13 PM

    Tenho 62 anos e no exame feito de ecocardiograma apresentou alteração da função diastolica do ventrilico esquerdo tipo defict do relaxamento.
    Fiz este exame, pois quando faço algum esforço fisico ou fico nervoso, sinto muita canseira, dor no peito, na cabeça, no braço, mediante descanço volta ao normal.
    Este sintoma é devido ao resultado do exame acima?. Tem cura?. Qul o caminho que devo segur.
    Agurdo a rsposta.

  39. antonio r. b. primo comenta:

    6 fevereiro, 2013 @ 5:16 PM

    fiz um eco e deu disfunçao diastolica do ventriculo esquerdo de grau 1. e aumento dicreto do atrio esquerdo. o resto esta tudo nomal. meu medico diz que e´normal na minha idade 51 anos, diz que meu coraçao e´ muito bom, que tenho coraçao para viver 100 anos sem problema. e´ isso mesmo, quem poderia me responder.

  40. Dalva comenta:

    6 fevereiro, 2013 @ 6:16 PM

    A conclusão do meu exame foi:
    DISFUNÇÃO DIASTÓLICA DISCRETA DO VENTRÍCULO ESQUERDO.
    Vou fazer 54 anos no sábado (09.02.2013), minha consulta está marcada para 26.02.2013, gostaria que me adiantasse alguma explicação.
    Grata
    Dalva (fico no aguardo urgente de resposta).

  41. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    7 fevereiro, 2013 @ 7:01 PM

    Dalva.
    O termo médico discreto, significa que os achados no exames apenas mostram um leve desvio dos parâmetros normais e muitas vezes não significam nenhuma doença. Apenas um achado laboratorial. A avaliação clínica é que define se o achado dever considerado ou não.
    Bom Aniversário.

  42. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    7 fevereiro, 2013 @ 7:03 PM

    É verdade.
    Estes achados são comuns nos exames ecocardiográficos. Os aparelhos são bastante sensíveis e detectar estas pequenas disfunção é fato comum. Mesmo em pessoas normais.

  43. Laury comenta:

    31 maio, 2013 @ 8:24 PM

    Boa noite Doutor.

    Fiz um ecodopplercardiograma o resultado foi o seguinte.
    *hipertrofia septal
    *diminuição da complacencia ventricular esquerda.
    teste ergometrético
    * curva pressória alterada.

    Bom gostaria de saber mais detalhes sobre este resultado o que significa exatamente o que tenho? por gentileza ajude me.

    Obrigada

  44. ana paula guedes marcolino comenta:

    22 agosto, 2013 @ 5:28 PM

    olá! fiz o exame de ecocardiografia com doppler e o resultado foi:
    *DOPLLER
    Padrão do fluxo mitral compatível com relaxamento do VE diminuído
    CONCLUSÃO
    Alteração da função diastólica por déficit do relaxamento do VE.
    Gostaria de saber se estou com alguma doença grave
    Aguardo ansiosa a resposta. Ana Paula

  45. Maria José Gasparetto comenta:

    25 outubro, 2013 @ 10:09 PM

    Olá! o meu eco deu deficit do ventriluco esquerdo, corro algum risco? é muito perigoso? por favor mande resposta de um modo simples para que eu possa endender melhor…obrigada…

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