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Melanina e Melanogênese
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Melanócitos
Os melanócitos compõem 13% das células da epiderme. O corpo dessas células localiza-se apenas na camada basal. Ao contrário dos queratinócitos, os melanócitos não se multiplicam. O número de melanóciots é igual em todas as raças. O que muda é a sua forma e atividade (morfologia), tamanho, disposição, e o número de grãos de melanina, fatores determinados geneticamente. No entanto, conforme o local da pele, há maior ou menor quantidade e melanócitos. No rosto, na aréola mamária e no saco escrotal há o triplo de melanócitos de outras regiões. De modo geral sua quantidade gira em torno de 1.500 por mm2.
A forma dentrítica dos melanócitos permite o contato com muitos queratinócitos, por volta de 32, na camada basal. Há cerca de 10 queratinócitos para cada melanócito, o que facilita a distribuição dos melanossomas.
Melanina e Melanogênese
Os melanócitos têm a função de produzir a melanina - pigmento que ao mesmo tempo protege a pele da ação da radiação ultravioleta e lhe confere cor.
Melanogênese é o processo pelo qual se forma a melanina. A melanina é produzida exclusivamente pelos melanócitos e está contida em organelas chamadas melanossomas. Os melanossomas são transferidos aos queratinócitos vizinhos (Figura).
Fatores que estimulam e influenciam a produção de melanina
Genéticos – pigmentação constitucional.
Hormonais – o hormônio melanotrófico produzido pela hipófise estimula a produção de melanina, enquanto a melantonina a inibe; a produção de melanina também é estimulada pela alta taxa de hormônio sexual feminino, principalmente a progesterona durante a gravidez, ou pelo uso de anticoncepcionais; e também se dá através da tirosina produzida pela tireóide.
Ambientais – a radiação ultravioleta A é mais importante para a pigmentação que a radiação ultravioleta B.
Químicos – substancias fotossensibilizantes como ácidos psoralênicos.
Alimentares – carência e hiperdosagem de várias vitaminas.
Agressões – agressões seguidas de processo inflamatório, como depilação, extração agressiva de comedóes e cicatrização pós-cirúrgicas, podem levar ao aumento na produção de melanina se a região for exposta ao sol. Nesses casos, o processo recebe o nome de melanogênese pós-inflamatória.
Tags: ACTH, Addison, melanócitos, melanina, melanogênese


Patrícia Martins Ferreira comenta:
25 Setembro, 2008 @ 17:09
presados Doutores,
_ Vou tentar fazer uma certa anaminnese ( se é que é assim que se escreve, já não me lembro mais, embora tenha datilografado muitas, para vários médicos de várias especialidades, quando fui secretária no Hospital dos servodores do Estado, por alguns anos, na minha juventude ) .
Tenho 48 anos, viúva de meu único companheiro e pais de um casal de filhos , hoje com 21 anos a menina, e 19 o rapazinho.
Fiquei viúva aos 32 anos, e já fazem 16 anos. Nunca mais tive vida sexual, por opção e por problemas de saúde que passei à apresentar depois de uma histectomia total, com offaroctomia parcial, pois hoje sei que ainda tenho um resíduo do ovário esquerdo ( que pensei não tê-lo mais ) e um resto do oavário direito, policístico.
No mesmo procedimento, estava incluído no pacote a retirada de um nódulo ou cisto, na mama direita, e tudo foi realizado aos trinta e seis anos ( 1996 ) . Nasci em 1960 .
Quero aproveitar para deixar claro que eu e minha familia só tivemos um médico clínico geral e matabologista, além de oncologista e cirurgião geral hepatologista, o meu querido avô.
Um gênio da medicina investigativa, foi brilhante em todas as áreas da medicina em que se envolveu e atuou de forma investigativa e apaixonada. Viveu durante 26 anos no Canadá, trabalhou e moru em vários países da europa, mas terminou sua vida profissional na Inglaterra, onde foui casado por vários anos, com sua 2ª espôsa, uma geneticista inglêsa. Após sua morte, retornou ao Brasil aos 87 anos, ainda operando e clinicando, dedicando especialmente a medicina Ortomolecular.
Após estas cirurgias ginecológicas, minha saúde degringolou-se de vez. A parti do mesmo mês, além de continuar a sentor as dores pélvicas horríveis que senti a minha vida inteira, e os médicos do HSE, achava que eu poderia ter Endometriose, coisa que mais tarde, meu avô, verificando o laudo da biópsia do útero, verificou que, além de fibrose, póli´pos, e outras coisas,
eu tinha sim era ADENOMIOSE e não Endometriose, e em estado avaçado. As dôres nas mamas sempre as tive desde a puberdade, pré-adolescencia e pela vida à fora. Sentia dores horríves no mamilo e na mama tôda como atualmente, não. Cheguei a fazer uma cirurgia plástica nas mamas, no HSE, aos 23 anosm por causa da parte estética, pois tinha uma terrível flacides mamária, com uma constrangedora aparência semelhante às mamas da índia brasileiras, e tal cirurgia , foi justificada como ” hipertrofia mamária. O método até hoje é considerado sofisticado e foi um sucesso. mas não pude amamentar meus dois filhos, mesmo tendo leite até para vender. Foi uma surpresa dolorosa e frustrante para mim não poder amamentar meus filhosm por causa das dôres horríveis que sentia nos mamilos dos seios, quando o bebê tentava sugar o leite, pois não era o quê acontecia, mas sim , o contrário, o bebê precionava, mordia mesmo, a ponta do mamilo tentando sugar o leite, e por mais que eu tentasse todas as técnicas que médicos e mães me ensinavam para introduzir o mamilo inteiro na boquinha do bebê, não adiantava, ela só queria morder a pontinha do mamilo , provocando intensos sangramentos e dôres de gritar , até o prédio inteiro vir vêr o quê estava acontecendo . O bico do meu seio, o mamilo, os dois, tiveram que ser suturados, pois chegaral a se romper e ficarem literalmente pendurados, foram arrancados. E enquanto meus seios cicatrizavam, mesmo com dôr e contrariando o pediatra, eu tentava de tudo para aproveitar a intensa quantidade de leite que eu ainda tinha, já impedrados, até bombas para extração de leite materno eu usei para tentar extrair o máximo de leite possível, pois minha filha era recém nascida, e até os seus dois meses e meio de vida , ela mamou na bomba o meu leite, misturado com sangue, pois eu não aceitava a idéia de ter que tomar injeção para secar o meu leite, com um bebê ainda tão pequeno.Complementava com mamadeira de leite em pó, depois passei para o leite integral de cabra, engrossado com creme de arroz integral , pois eu era macrobiótica e meu marido cientista da área . O mesmo episódio repetiu-se com meu filho, e novamente apelei para os mesmos recursos, até secar meu próprio leite com chá de carqueja, pois nem eu e muito menos meu marido, aceitaria que eu tomasse injeção ou qualquer outra substância alopática para tal finalidade. Não sei se por isto, meus dois filhos tem até hoje hipertrofia da adenóide. Só não operaram até agora, por falta de tempo, e até a 1ª infância porquê a pediatra de então é até hoje homeopática e na época , ela era contra a cirurgia, e eu compreendí as razões por ela explicadas. Hoje, ela é a favor.
Voltando ao meu caso , após a tál menopausa cirúrgica, pois foi assim que todos os ginecologistas que procurei para definir as causas de minhas dores pélvicas e mamas, e todoo complexo quadro sistêmico em que entrei, imediatamente após a cirurgia, e sem receber nenhum suporte de reposição hormonal, que no meu caso em particular, até os m´´edicos do Inca, consideraram uma questão de sobrevivência.
Eu escondí muitas coisas de meu avô, a vida inteira, sôbre minha saúde, especialmente a minha incontinência urinária, que pelos médicos da urologia do HSE, fazendo a sanggue frio, sem anestesia, que era o prato sádico predileto deles, para eles, com os pólipos na bexiga, atribuíram o quê viram na minha cistoscopia ( que foram várias ) à um ” suposto carcinoma de bexiga. Imbecís ! Meu amigo residente de Urologia, que depois de me investigar por conta própria, junta com minha amiga residente de ginecologia, descobriram sim : clamídea, herpes zoster, síflis,
( contraida pelo meu único namorado e noivo desde o científico, e residente em cardiologia , naquele hospital, que eu havia contraído do hoje brilhante cárdio-endócrinologista e cirurgião cardíaco, quê covardemente negou até a alma , que não fôra ele o transmissor de tanta desgraça ) . Findo o noivado, imediatamente, meu amigo e hoje brilhante urologista , e domiciliado na Alemanha, onde foi privilegiado com uma bolsa para sua residencia médica e especialidade, iniciou imediatamento o tratamento para a sífilis, com injeções diárias de acho que 1.000 ou 1.200 ui de, ou penicilina ou benzetacil, não me lembro se as injeções eram de 12/12hs. ou uma vez apenas, ao dia. Lembro-me que o tratamento durou 10 dias .
Este meu amigo médico, sempre achou que fôsse importante que eu fosse vista por um seu professôr de nefrologia, pois ele suspeitava que eu tinha BK renal e um dos rins maior ou menor que o outro.
Ele tratou da clamídea para mim, recolhendo o material necessário , para que eu enviasse à um laboratório de sua confiança, que na época , além de ser caríssimo , era o único que realizava certos tipos de exames, o laboratório do Dr. Paulo Linhares, no Centro do Rio. Dando positivo, ele mesmo comprou os remédios para o tratamento, que eram caros para o meu salário no hospital.
Fez tudo isto por mim , para poupar-me de constrangimento com meu avô, que vinha uma vez por ano ao Brasil para dar uma ” geral ´ na família .
De 1996 `à 2002, corrí à varios médicos para tentar entender o quê hoje , eu sei que são sequelas da maldita menopausa-cirúrgica sem reposição hormonal. Tive em 2002AVE Isquêmico, até hoje sem tratamento, pois nenhum neurologista no Rio de Janeiro, sabe quais são as consequências e como tratar de uma sídrome metabólica hormonal.
Até para psiquiatra estes incompetentes, como se referiu à todos os médicos que consultei, das mais diversas especialidaes, me mandavam .
Só Finalmente quando escreví uma carta para meu avô, relatando tudo o quê passei a ter depois daquela maldita cirrgia , com um médico imbecíl, que por não ter-me feitoreposição hormonal , fez com que meu organismo desencadeasse de forma extrema e severa, uma síndrome metabólica hormonal, transformando -a num quadro sistêmico e grave atualmente. Depois que meu avô matou a charada na hora, observando o déficite de melanina e suas consequências graves, o AVE Isquêmico transitório, o adenoma fibroso na mama direita, que me impede de dormir de bruços, tamanha a d^r e o enorme carôço, quase do tamanho de um limão que em nenhuma mamografia e ressonancia magnética, nenhum médico até hoje, soube perceber, que com dores de enlouquecer escapular à direita, com dôres horríveis nos pulmoes, risns, distrofia muscular à ser investigada, um quadro cardiopulmonar sério, totalmente banalizado pelos pneumologistas do Rio, que alegam que ” pulmão não pode causar dôr, pois não possui inervação ” . E meu avô : _ e veias e artérias, será que eles sabem se o pulmão tem ?
Será que observaram suas várias tomografias, inclusive de tórax e coluna toráxica, e notaram um nódulo subpleural à esqerda, que para um oncologista como eu , de uma família genéticamente cancerosa, e com vários casos de recindivas de tuberculose recente ( de 2002 à 2006 ), e após o AvE Isquêmico, com uma obstrução na artéria bráquiocefálica, vista numa ressonância de membros superiores, realizada um mês após uma angio- tomografia toráxica não revelar nada igual, tudo depois de 4 anos do AVE ? E o distúrbio cognitivo, atribido até agora, agora`ao stress causado, pela falta de um m´´édico metabologista, ou um endócrino-ginecologista, ou um bom geriatra metabologista, ou quem sabe , por um médico que realmente tenha frequentado uma faculdade de medicina e participado de Congressos, estudado a literatura médica atualizada, quem sabe então, perguntou o meu avô desesperado com tanta incompetência na área de saúde de um pais, que para quem não pode pagar médicos particulares nas áreas de Ortomolecular, geriatria, hepatologia, metabologistas, morrem ?
Perguntou o meu avô, tão culto didáticamente em medicina e tão perspicaz, nascido para a medicina investigativa, obrigação de qualquer sujeito que se considere dígno de se chamado médico .
Agora, é correr atrás do prejuízo, tendo que pegar um encaminhamento de médicos do Inca, de uma Clínica de oncologistas, em Botafogo, para o Hospital das Clínicas dea USP, em São Paulo, porquê como pensionista do meu pai , que foi advogado do Senado, e quando retornou do exílio, imposto pela Ditadura, com seu contra-cheque reduzido em cerca de 1/4, tenho que aceitar o Plano de saúde contratado para os aposentados e pensionistas que não residam na capital Federal, o tál Gama SaÚDE, cuja a Matriz é em São Paulo, e por isto pagam bem aos médicos, e lá eu tenho um Plno com esta Empresa, de exelência, já que no Rio , não houve um médico , que tenha vindo de origem humilde ou não, como foi o caso de meu avô, que de engraxate , teve seus estudos custeados pela patrôa de sua ^mãe, morta por negligência médica por ser pobre, doméstica, e por ter sido recusada , para uma consulta com o único médico mercenário da cidade que conhecia a doença dela , rara para a época. E como hoje em dia, para quem não pode pagar consultas que vão desde 250,00 reais à 500,00 ou mais, o paciente acaba morrendo, no meu caso, não só pela falta de recursos financeiros, mas também pela falta de ética, competencia, amor ao próximo, mercenarismo na medicina de ponta, tornando-a alcansável apenas à uma minoria privilegiada, transformando a medicina investigativa e de ponta, uma coisa elitizada e imoral.
Mesmo tendo feito um empréstimo , com desconto em fôlha , para ser pago em 6 anos, com o objetivo de poder pagar consultas com médicos dos ” RICOS “, co supe-especializações, não adiantou nada ! Médicos conceituados, e atá famosos, acho que por saírem tanto na mídia.
Meu avô , que até políticos brasileiros e estrangeiros, e já na época da 2ª guera mundial, tratava até de artistas de hollywood, fêz questão de morrer mno anonimato, como ato de indignação de vêr acontecer com sua própria neta a mesma estória de sua mãe e não poder fazer nada por causa do seu câncer de pâncreas, e pela idade, mas lúcido o suficiente para ainda na internet, pelo telefone e em alguns casos, dizer aos médicos que nestes 10 anos de sofrimento impostos à mim por questões de dinheiro ( motivo torpe para meu avô, que dizia que em qualquer profissão , deve-se ganhar o suficiente para sobreviver com dignidade, e quem quizer luxo e riqueza, que vá procurar se formar na área financeira, que é lugar de mercenários, enão na medicina, que para ele era lugar de prátiva vocacional, filântropa, sacerdotal, e para quem se garante, e não para quem herda nome de papai , titios, e vovôs, como o idiota que me operou , e não soube ser capaz de realizar a manuteñção hormonal da paciente )
Aquí no Rio DE janeiro , nenhum médico quer trabalhar pelo Gama SAÚDE, com justa razão, pois aquí nesta cidade, esta Empresa que não tem abrangência nacional, paga muito mal aos médicos, e ainda não lhes concede aumento há mais de 10 anos.
ESta suposta Licitação do senado Federal, retirando-nos de um Plano ótimo com o BRADESCO SAÚDE, já se tornou objeto de instauração de Inquérito, pelo Ministério Público da União.
Até lá, pessoas como eu temos que contar com uma investigação médica multidisciplinar no HC/USP, por falta de competencia médica para identificar algo que hoje eu já sei , Graças a meu avô o que tenho, abrindo caminho, ou entregando tudo mastigado, para os que ainda vão me dissecar viva, para diagnosticarem ( se tiverem capacidade para isto ) o quê para qualquer metabologista, está óbvio.
Lamento por mim, por meus filhos, e por todos que encontrei em vários consultórios e hospitais da rede D>OR, por exemplo, com a mesma dificuldade de diagnóstico, em casos que , quando comentei com meu avô o estórico daquelas pessoas, ele disse-me, coitadaas, vão morrer de patolgias curáveis, conhecidas e em alguns casos, até de fácil diagnóstico, é so ter capacidade para investigar e ter talento e iniciativa para tanto…
Com meus cumprimentos humildes e de gente pobre,
Patrícia Martins Ferreira .
Tania Domingues comenta:
6 Novembro, 2008 @ 10:39
Patricia, muito emocionante sua história. Sua luta pela sobrevivência faz de você uma mulher muito forte e guerreira. Fico muito triste quando me transponho à essas realidades que são praticamente comuns em nosso País.
Admiro muito sua luta e estou aqui torcendo por você. Seus filhos merecem a sua Vitória!
Boa sorte minha querida!
leticia ingrid comenta:
25 Novembro, 2008 @ 08:13
Melanina é uma proteína que confere
pigmentação à pele e aos cabelos dos mamíferos.
Algumas pessoas são albinas, pois em seu organismo
não existe a produção de melanina