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Jul
14
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Poemas da Dalva Saudo - Ambivalência
Categoria(s): Contos e Poemas |
Emoções
Colaboradora: Dalva Saudo *
* Poetisa Paulista
AMBIVALÊNCIA
Atividades múltiplas, lúdicas e sociais.
Lembrar em futuro? Não mais!
Não pensar na morte. Só na sorte!
Assim vou vivendo o presente, nublando o passado,
Tentando impedi-lo, paralisá-lo!
Nesta hora tento viver apenas o agora, esquecendo o morrer.
Mas afinal… na certeza do final do viver.
PreferÃvel falar da lua, luar ao anoitecer…
Das flores, florais nos matagais,
Do sol ao amanhecer e ao entardecer
Do brilho cintilante das estrelas, lindas demais!
Lembrar da infância e da inocência…
Essas poesias é que gostamos de ouvir!
São gotas, conta-gotas, calmante de sonolência,
Para nos fazer meditar. Refletir e sorrir. Esquecer o partir.
Mesmo na certeza de morrer
Ninguém gosta de falar, ouvir ou ler.
O medo? É o do sofrer!
Não posso fazer todos os dias poesias apenas de alegrias!
Na existência da vida, volto a falar das flores, luares, cores,amores.
Na insistência da morte, volto a me lembrar das dores e temores.
Tentando me equilibrar, centralizar
Nessa gangorra equivalente e polivalente de:
VIVER… MORRER…
MORRER… VIVER…

Maria José comenta:
14 Julho, 2008 @ 16:31
A “Estrela Dalva”, como ela mesma se autodenomina, tem uma capacidade muito grande de sa ber se expressar com clareza e transmitir sentimentos com graça e simplicidade, poeticamente…
Percebe-se agora que, cada vez mais, vem desabrochando sua sensibilidade também para a poesia, uma vez que anteriormente mais se expressava pela pintura…
Muitos terão afinidades com o que você escreveu, inclusive eu…Olha só, até rimou!
Parabéns Dalva!
Sua amiga Maria José
Silvia Trevisani comenta:
14 Julho, 2008 @ 20:38
Dalva, estrelinha poetisa…
Nessa gangorra equivalente e polivalente de:
VIVER… MORRER…
MORRER… VIVER…
De viver o agora e não sentir medo…
De não morrer nas madrugadas… nem ao anoitecer…ou melhor, não morrer nunca.
Viver e viver a cantare a soborear as coisas boas da vida e fazer de cada manhã o recomeço de uma nova vida. Você é assim… uma flor que abre-se todas as manhãs.
Parabéns pelo belo trabalho.
Poetisa Silvia Trevisani
Celia Paulino comenta:
16 Julho, 2008 @ 09:19
Dalva, vc. é realmente uma estrela que brilha, tenho grande orgulho de ser sua amiga, um abraço , e continui brilhando e enchendo nossos corações de alegria com seus magnificos poemas, e para quem não sabe vc. é uma grande pintora
Abraços Celia Paulino
Celia Paulino comenta:
16 Julho, 2008 @ 09:21
Dalva, é o Manoel marido da Celia Paulino, ela rtealmente é uma grande admiradora sua e eu tambem leio seus poemas e concordo com ela, são realmente lindos. Parabens e continui assim e simpeles e talentosa
Abraços
Manoel