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Jun
26
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Estudo de caso - Fratura vertebral
Categoria(s): Caso clínico, Fisioterapia, Reumatogeriatria |
Interpretação clínica
- Senhora de 65 anos se apresenta no pronto socorro com dor importante nos flanco de início súbito. O exame físico revela zona dolorida na coluna lombar superior e espasmos do músculos para espinhosos. Uma radiografia mostra fratura de compressão de L1. O nível de cálcio sérico e a eletroforese de proteínas seericas são normais. Apesar de esforços educacionais sobre os benefícios da terapia de reposição hormonal, a paciente recusou o tratamento com estrogênio e não está usando medicamentos.
Qual a melhor conduta para a paciente?
Por já ter sofrido uma fratura, esta paciente está em alto risco de fratura subsequentes, mesmo sem fatores de riscos adicionais, sendo, portanto, candidata a tratamento. A densitometria óssea é o exame necessário para um bom planejamento e seguimento da terapia, mas ele é desnecessário para estratificação de risco.
Certamente, essa paciente se beneficiará da terapia de reposição hormonal para manter a massa óssea, embora já tenha vivido o período mais rápido de perda óssea pós-menopausa. Caso ainda, se recuse a utilizar a TRH, se beneficiará com o uso de raloxifeno e bifosfonatos juntamente com reposição de cálcio.
O emprego isolado de cálcio e vitamina D não restaurará a massa óssea perdida, apenas evitará novas perdas.
A terapia física pode fornecer alívio sintomático, mas os exercícios com peso deve ser feito com cautela, se tanto, em um paciente em risco de fraturas osteoporóticas.
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Referências:
Miller PD Management of osteoporosis. Adv Intern Med. 199;44:175-207
Pinkerton JV, Santen R - Alternative to the use of estrogen in postmenopausal women. Endocr Rev. 199;20:302-320.
Tags: fratura, osteoporose
