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Dez
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Melissa - Melissa officinalis
Categoria(s): Bioquímica, Plantas medicinais, Saúde Geriátrica |
Fitoterápicos
Melissa officinalis
É interessante notarmos quantas labiatas trazem o epíteto “officinal”, pois há séculos são conhecidas pelos médicos e pelos farmacêuticos.
A Melissa é uma planta herbácea vivaz, com aspecto agradável. A parte mais representativa desta planta se acha no sistema de folhas. Em lugar de folhas muito estreitas, típicas das labiatas que possuem aroma e sabor apimentado, nós notamos nesta planta folhas largas, bem formadas e dispostas como que em andares, um par em cima do outro, sem modificação notável entre as folhas que estão em baixo e as de cima.
Ao perfume queimante se adiciona um odor de limão que é refrescante. A melissa é algumas vezes denominada “citronella”. Nas intersecções dos nós superiores nascem os falsos verticilos formados por algumas flores brancas, ricas em néctar.
A melissa é muito útil para as abelhas, daí o nome grego melissa. Como podemos deduzir de seu aspecto geral, esta planta tem preferência pelo calor moderado, por uma umidade branda, crescendo em locais onde existe um pouco de sombra.
Aquecedora, refrescante, mas sobretudo vivificante, a melissa age menos no metabolismo do que nos processos rítmicos, pois sua natureza é tipicamente foliar.
Ela possui também um efeito meio tônico, meio lenitivo, anti-espasmódico e combate as fermentações no trato digestivo: ela age contra as náuseas e o desejo de vomitar. Além disso, ela estende sua ação mais a fundo no sistema rítmico: ela atua nas palpitações do coração, neuroses cardíacas, e na angina de peito. Pertence à sua atividade o tratamento da insônia, da histeria, da melancolia e da tendência às síncopes que freqüentemente acompanham tais doenças.
A célebre “água das carmelitas”, contém em sua composição um destilado de melissa.
Tags: calmante, tranquilizante

gustavo comenta:
14 Setembro, 2008 @ 13:26
gostei do site de vceis parabens vc ajudaram bem na minha pesquisa
falo bicho vei0o