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Mieloma múltiplo - Plasmocitoma
Categoria(s): Oncogeriatria, Saúde Geriátrica |
Resenha
O mieloma múltiplo (MM) é uma doença hematológica das chamadas Síndrome Mieloproliferativas crônicas *, que se caracteriza pela proliferação neoplásica de clones de células plasmáticas, com produção de imunoglobulina monoclonal. O pico de incidência dessa doença ocorre na sétima década da vida, sendo rara antes dos 40 anos. Atinge, preferencialmente, o sexo masculino e os pacientes de raça negra.
As células plasmáticas (Figura superior mostra um plasmócito normal rodeado de hemáceas) fazem parte do sistema imunológico do corpo. Elas são produzidas na medula óssea, sendo liberadas para a corrente sangüínea. Normalmente, as células plasmáticas constituem uma porção muito pequena (menos de 5%) das células da medula óssea. Os portadores de mieloma têm uma produção aumentada de células plasmáticas e, portanto, um número aumentado dessas células na medula óssea (Figura inferior) que pode variar de 10% a 90%.
Quando ocorre esse aumento de células plasmáticas, essas podem se acumular na medula óssea (intramedular) ou em outras localizações (extramedular), habitualmente nos ossos. Tais acúmulos de células plasmáticas são denominados plasmocitomas.
O fato do paciente apresentar um acúmulo de plasmócitos em um único local (um único tumor localizado) é considerado um sinal de que o paciente tem um risco significativo de um dia desenvolver mieloma múltiplo. Sendo assim, esse acúmulo local não é considerado MM. O MM é caracterizado por múltiplas lesões líticas (ósseas) e/ou proliferação difusa de células plasmáticas na medula óssea.
Clínica - Os sinais e sintomas mais freqüentes são: dores ósseas que não respondem ao uso medicações para dor ou fraturas ósseas patológicas isto é que ocorrem com pequenos traumas e alterações bioquímicas do sangue ou da urina.
Lesões osteolíticas - Quando há mais do que 30% de células plasmáticas, podem aparecer lesões ósseas disseminadas muito parecidas com uma osteoporose severa. As lesões líticas podem ter aparência de mancha escura ao raio-X. Essas lesões enfraquecem o osso e, como resultado, ocorrem dores ósseas e/ou fraturas patológicas que são os primeiros sintomas perceptíveis do mieloma.
As células plasmáticas produzem citoquinas chamadas de fatores de ativação dos osteoclastos (FAOs), essas substâncias estimulam o crescimento e a atividade desta célula denominada osteoclasto, e esse estímulo faz com que ocorram as lesões ósseas.
Quando o osso é reabsorvido, o cálcio é liberado em níveis elevados na corrente sangüínea. Essa condição é chamada de hipercalcemia que, quando descontrolada pode causar efeitos colaterais graves, incluindo insuficiência renal.
Proteína de Bence-Jones - As células plasmáticas secretam proteínas chamadas de anticorpos (imunoglobulinas), que são uma parte chave do sistema imunológico. O aumento das proteínas secretadas pelas células plasmáticas malignas e detectadas no sangue. Estas são denominadas proteínas M. Fragmentos dessas proteínas, chamadas de cadeias leves ou proteína de Bence-Jones, são evidenciados em exames de urina. Por essa razão, em muitos pacientes o diagnóstico de mieloma é suspeitado pela primeira vez quando, em exames de rotina de sangue ou urina, são demonstrados níveis elevados de proteínas.
Síndrome de hiperviscosidade - Uma ocorrência freqüente é a síndrome de hiperviscosidade, quando a imunoglobulina monoclonal do mieloma (proteína M), IgG ou IgA, excede ao valor de 5 g/dl. Nesse caso, podem ocorrer sintomas de fadiga, dispnéia, confusão mental e tendência a sangramentos. Essas proteínas produzidas tendem a se polimerizar e, assim, promover o aumento da viscosidade sanguínea. Nesses casos, está indicada a plasmaferese terapêutica e a quimioterapia associada, a fim de diminuir os níveis de imunoglobulinas.
Alterações hematológicas - O aumento das células plasmáticas, do cálcio e o excesso de proteínas no sangue podem danificar as células sangüíneas vermelhas e brancas, levando, muitas vezes, à anemia e fadiga. Podem também alterar o sistema imunológico, predispondo o paciente à infecção. Também é comum a trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas), podendo causar sangramentos.
Anemia - A anemia está presente em 60% dos casos ao diagnóstico e decorre da diminuição da produção das hemácias secundária à infiltração medular por plasmócitos e pela diminuição da produção de eritropoetina nos pacientes com insuficiência renal, comum no MM. O volume plasmático, em geral, está aumentado, principalmente às custas de IgA ou IgG, levando à redução de 5% a 10% nos valores do hematócrito. Geralmente, o grau de anemia é moderado e bem tolerado, mesmo naqueles pacientes com insuficiência cerebrovascular ou coronária. A anemia intensa em geral é revertida com a instituição do tratamento quimioterápico e com a melhora da função renal.
Amiloidose - Outra complicação que pode ocorrer nesses pacientes, em 5% a 10% dos casos, é a presença de amiloidose. Essa complicação pode envolver o tecido cardíaco, os rins e os nervos. O acometimento cardíaco atinge o miocárdio, sendo responsável pelo desenvolvimento de insuficiência cardíaca congestiva e, às vezes, alterações do tecido de condução. O diagnóstico é histológico, com a demonstração do depósito amilóide nos tecidos por meio da coloração do vermelho-congo e de exames ópticos que utilizem a luz polarizada.
Cardiopatia - A doença cardíaca associada ao mieloma é pouco comum, uma vez que a infiltração do miocárdio e do pericárdio é rara. Os pacientes apresentam sintomas cardiovasculares com pouco freqüência, exceto se a anemia for pronunciada. É descrita, na literatura, a presença de tamponamento cardíaco e fibrilação atrial de difícil tratamento, associada a infiltração do nodo sinoatrial.
Diagnóstico
A confirmação do diagnóstico de MM requer a ocorrência de pelo menos dois dos seguintes itens:
1. Uma amostra de medula óssea com células plasmáticas acima de 10% (geralmente acima de 20 a 30%). Essas células plasmáticas normalmente são monoclonais.
2. Uma série de raio-X de todo o esqueleto que mostra lesões líticas em pelo menos três ossos diferentes.
3. Amostras de sangue ou urina com níveis anormalmente elevados de anticorpos (imunoglobinas) ou proteínas de Bence-Jones: secretadas por células plasmáticas e detectadas por um processo chamado eletroforese de proteínas.
4. Uma biópsia mostrando um tumor de células plasmáticas (plasmocitoma) dentro ou fora do osso. Tratamento
Os esquemas de tratamento do MM dependem do estadiamento e do grau de agressividade da doença. Por ser uma doença crônica deve ser tratada e controlada por tempo muito prolongado e o paciente poderá ter uma vida normal, com as atividades pouco interrompidas se seu tratamento e seguimento for realizado corretamente.
Os tratamentos disponíveis para o MM, que até o momento visam o controle dos sintomas, são: quimioterapia; radioterapia; interferon Alfa (como tratamento de manutenção); transplante de Medula Óssea e transplante de células tronco-periféricas (TCTP); coleta de células tronco-periféricas; plasmaferese.
Controle dos sintomas
A administração de drogas para controlar a hipercalcemia, a destruição do osso, dores e infecções., como os bisfosfonatos que podem reduzir a destruição óssea significativamente e melhorar a hipercalcemia.
Os antibióticos e as vacinas podem desempenhar um papel importante na prevenção e combate às infecções.
A eritropoetina pode ser utilizada para melhorar a anemia e os sintomas que a acompanham por exemplo, fadiga, falta de apetite.
A cirurgia pode ser utilizada para diminuir ou retirar os tumores, reparar alterações ósseas e reduzir a dor. Uma gama de medicações e procedimentos contra a dor está disponível para aliviar o desconforto.
* As síndromes mieloproliferativas constituem um grupo de doenças hematológicas, caracterizadas por proliferação clonal de um ou mais setores hematopoéticos da medula óssea e, em alguns casos, do baço e/ou fígado. Essas doenças estão inter-relacionadas, de modo que uma entidade pode evoluir para outra durante o processo.
Referências:
Hoffbrand AV, Pettit JV. Essential Haematology. Blackwell Scientific, 1994;272-85.
Hoffman R, Benz Jr EJ, Shettil SJ et al. Hematology. New York: McGraw-Hill, 1995.
Mandelli F. Multiple myeloma. Clin Haematol 1995;8(4):845-52.

Lidiane Gindri comenta:
15 Dezembro, 2007 @ 06:46
Bom dia !
Uma dúvida. tenho uma amiga que foi diagnósticada há 2 anos atrás, nos exames constataram que ela tem mieloma multiplonos ossos, ela tem 50 anos, hj se encontra debilitada, não anda, nem pode se movimentar, há chances dela fazer uma quimio e ficar curada? Por favor me ajudem!
Prof. Armando Miguel comenta:
17 Dezembro, 2007 @ 03:55
Lidiane,
Sempre que há vida, há esperança.
Quando a medicina não tem mais com ajudar na cura, o carinho dos amigos e a fé são os remédios. Cada dia mais a medicina se dá conta do pouco que pode fazer nas curar e muito na humanização. Veja as páginas sobre medicina paliativa.
Prof. Armando
Cleidy Costa comenta:
2 Janeiro, 2008 @ 09:37
Minha irmã (46) anos foi diagnosticada como portadora de Plasmocitoma. Submetida a cirurgia em 26/10/07 readquiriu os movimentos,(q ainda são lentos) e a memória q foi parcilamente afetada está ainda confusa. Hj estou observando o aparecimento de manchas avermelha próximo ao nariz e boca e dificuldades respiratórias qdo em estado de repouso. Pergunto: é possível q o Plasmocitoma esteja avançando para um Mieloma Múltiplo??
Se a pergunta for incoerente, peço desculpas antcipadamente, mas tenho procurado me manter informada, pois sou a acompanhante dela e procuro ajudar tanto à ela qto aos médicos q a atendem em td q me é possível.
Grata p atenção!
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
2 Janeiro, 2008 @ 09:56
Cleidy,
O fato do paciente apresentar um acúmulo de plasmócitos em um único local = plasmocitoma (um único tumor localizado) é considerado um sinal de que o paciente está com a doença localizada. Não é um mieloma múltiplo, que tem acúmulo plasmocitos em vários locais. Porém, tem um risco significativo de um dia desenvolver mieloma múltiplo. Sendo assim, o melhor é tratar e acompanhar.
Prof. Armando
Inalda comenta:
2 Janeiro, 2008 @ 11:56
Meu pai foi diagnosticado com Plasmocitoma. Fico impressionada como ele não consegue nem ficar sentado. Todo tempo deitado, nunca tinha visto nada igual. Tem sofrido muito. Está fazendo radioterapia. Sempre aparecendo alguma coisa. Está também fazendo diálise. Vocês poderiam informar um hospital referencia no Rio ou São Paulo que faça Radioterapia no próprio hospital já que aqui ele vai de ambulância todo dia? Agradeço se ajudarem de alguma forma, pois foi tudo tão de repente…
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
3 Janeiro, 2008 @ 08:43
Inalda,
Os tratamento oncológicos são extremamente específicos. A radioterapia, assim como a quimioterapia é bastante específica, atingindo determinados tumores em determinadas áreas do corpo, com dosagens direcionadas para o tipo de tumor e de paciente. Não existe uma dose comum para todos. Os radioterapêutas analisam detalhadamente qual, como, quando e que dose de irradiação utilizar em cada paciente.
Apesar de todos os cuidados estas terapias (quimioterapia e radioterapia), além da própria doença, deixam a pessoa muito debilitada e com imunorresistência baixa, sujeitos a infecções por germes oportunistas. O ambiente hospitalar, por sua própria condição de tratar paciente com infecções, é o pior local para deixar uma pessoa com resistência baixa.
A conselho que voce converse com o médico do seu pai e proponha um acompanhamento domiciliar especialisado, com equipe de suporte nutricional, fisioterápico, psicológico, etc.
A nossa casa, nossa cama, nosso lar é o melhor local para convalescer de uma terapia.
Procure um “Home-care”, e se informe a respeito deste tipo de atendimento.
Ivanir comenta:
16 Janeiro, 2008 @ 12:28
Por gentileza, meu ex-esposo está com câncer nos ossos e mieloma múltipla são coisas diferentes, há diferença entre um e outro.
Agradeço antecipadamente,
Ivani
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
17 Janeiro, 2008 @ 05:01
Ivanir,
O câncer nos ossos, pode ser primário (osteomas, osteossarcomas, etc) ou metastático (originário da próstata, pulmões, etc). O mieloma é câncer da medula óssea. Pode destruir pedaços do osso (osteolíse) pelo seu crescimento exagerado. Por tanto, são cânceres de origens distintas.
lidia comenta:
8 Fevereiro, 2008 @ 10:32
Por favor, minha mae recebeu o diagnostico há 4 meses e esta em tratamento quimioterapico VAD, agora apareceu um tumor na face, não encontrei nada a respeito disso, isso é consequencia ?
Obrigada
Dr. Armando Míguel comenta:
11 Fevereiro, 2008 @ 05:07
Lídia,
O mieloma é uma doença da medula óssea. Esse “tumor” da face pode ser por outra causa.
Somente uma investigação pode dizer a origem.
lidia comenta:
14 Fevereiro, 2008 @ 13:08
Dr Armando, foi feita a biopsia e confirmado o plasmocitoma, origem do mieloma, qual o melhor tratamento?
Grata
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
14 Fevereiro, 2008 @ 17:39
Lidia,
Prosseguir com tratamento oncológico.
O tratamento oncológico pode levar a cura, ou transformar o câncer em uma doença crônica, que nos obriga apenas o controle periódico como o diabetes, a hipertensão, a osteporose, etc.
Fé e Confiança!!
Doralice dos Santos Souza comenta:
2 Março, 2008 @ 18:15
Dr. Armando, há um ano lutávamos para um diagnóstico aos sintomas de mieloma da minha mãe. Foram duas biópisas da fratura na coluna, três mielograms, dezenas de exames de sangue e de urina, várias tomografias e RX, dentre dezenas de outros exames até a indicação de morfina, além de um sofrimento imensurável dela e da família. Há vinte dias foi concluído o resultado com uma porcentagem de 13% de plasmócitos. Segundo a hematologista, não há picos monoclonais, porém a lesão lítica em L2 e osteolíticas no crânio e costelas, as proteínas na urina, a perda ponderal e as dores ósseas à movimentação indicam ao diagnóstico. Foi iniciado o tratamento com dexametasona (três ciclos de quatro dias), metadona e gabapentina. Com esse tratamento esperávamos pelo meno uma melhora da dor, pois ela está no segundo ciclo, mas a dor piorou, está edemaciada, com dores terríveis na costas e tórax. Estou apreensiva porque apesar de ser normotensa e não diabética, a pressão arterial está oscilando para mais. Foi realizado o ecocadiograma com alterações. O que faço para amenizar a dor dela? Será que está sendo correto o tratamento? Por favor me ajude!
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
2 Março, 2008 @ 18:42
Doralice,
O tratamento está correto. Leve a sua mãe novamente ao médico para verificar se não está ocorrendo alguma complicação da doença ou do tratamento.
Mônica Almeida comenta:
8 Março, 2008 @ 15:44
Olá…foi constatado Mieloma Múltiplo em minha a mãe a pouco dias, ela é diabética, está tendo problemas renais, plaquetas baixas isto quer dizer que a doença está avançada?estamos meio perdidos nem a equipe decidiu o que fazer…gostaria de receber informações sobre esta doença
Indra Justino comenta:
9 Março, 2008 @ 11:50
Meu pai foi diagnosticado portador de mieloma múltiplo há dois meses. Faz corretamente o tratamento prescrito e o acompanhamento médico. Agora apareceu uma mancha próxima à vertebra onde está localizado o plasmocitoma. Ora essa mancha fica roxa, ora muito avermelhada. O que é isto?
Debora Campelo comenta:
11 Março, 2008 @ 00:01
Olá! entrei nesse Site por acaso, procurando uma ajuda para minha mãe, ela tem MM há um ano e meio, está hematologicamente bem, só que sente muitas dores na região lombar e na cabeça. Estava tomando Talidomida e Marevan, só que foi suspenso por ela estar se intoxicando com muita frequência. Hoje ela só toma Aredia mensalmente. Gostaria de saber: Se ela deve continuar tomando a Talidomida, se a Talidomida é um produto Interferon Alfa, se existe outra medicação que a substitua, se ela deve tomar outras drogas, se só o que ela está fazendo vai evitar que a doença volte e qual a expectativa de vida de um paciente com MM no caso dela.
Muito Obrigada
mariana comenta:
12 Março, 2008 @ 18:03
Sou fisioterapeuta e tenho uma paciente com provável mieloma, que apresenta lesões vertebrais difusas, e por estar acamada, apresenta fraqueza de mmss e mmii. Gostaria de saber se quanto ao tratamento, se há restrições quanto ao fortalecimento ativo dos mmii e mmss, e se o tronco pode ser fortalecido somente com isometria, se há um grande risco de fratura???
Obrigada.
Debora Campelo comenta:
13 Março, 2008 @ 17:22
Dr. Armando, por favor se possível responda aos meus questionamentos.
Desde já te agradeço!
Débora Campelo
lidia comenta:
13 Março, 2008 @ 17:53
Débora, poderiamos nos falar, deixe seu email, tenho uma experiencia para compartilhar com vc da minha mae tb.
Debora Campelo comenta:
14 Março, 2008 @ 00:07
Oi Lidia, o e-mail é debora@nnpessoa.com.br.
marcio leandro comenta:
27 Março, 2008 @ 01:07
minha mae tem uma lesao litica na coluna lombar, mais especifica em L4, fes cintilo ossea e deu normal, fes artrodese e na biopsia deu plasmocitoma/mieloma multiplo estou com medo de perde-la pode isso nao acontecer? obrigado………..
landia comenta:
29 Março, 2008 @ 21:49
Minha mãe tem 52 anos e tem mieloma multiplos ( cancer nos ossos) e hoje se encontra encamada, os médicos disseram que ela tem uma pequena fratura em uma das vertebras da coluna, a porém ela tem todos os movimentos das pernas mais naum consegue ficar de pé sozinha se colocarmos ela em pé ela consegue até dá alguns passos sozinhas será que com o passar do tempo e mais quimioterapias ela fazer a chances dela voltar a andar sozinha normal?
paulo freitas comenta:
30 Março, 2008 @ 13:14
a minha mae tem 64 anos e foi agora detetado a doenca de mieloma multipla a minha familia esta preocupada!!!! agora gostava de saber se tem cura ? e onde me devo dirigir para curar a minha mae ? vou nem que seja para o cabo do mundo para a curar , respondam o mais rapido possivel para ve se nao e tarde? demais obrigado .
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
30 Março, 2008 @ 17:18
Paulo,
O especialista no tratamento do mieloma múltiplo é o hematologista. Os tratamentos atuais deixam a doença sob controle e remissão total dos sintomas e riscos. Funciona como uma “cura”. O diabetes, a hipertensão, a artrose também não em cura, mas nos podemos viver bem sob controle médico.
Debora Campelo comenta:
1 Abril, 2008 @ 12:07
Gostaria de saber se o Dr. Armando vai responder as minhas perguntas, talvez o sr. não tenha noção do tamanho da minha aflição. Sua opinião será de grande importancia para mim e minha familia.
Atenciosamente,
Debora Campelo
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
1 Abril, 2008 @ 16:01
Debora,
Como seu comentário, sua mãe está hematologicamente controlada. Aconselho uma consulta com um médico geriatra para uma avaliação de todo o organismo. Algumas vezes os sintomas não tem nada a ver com MM. Lembre-se que o MM é uma doença crônica que deve ser sempre acompanhada com um hematologista. Ele saberá a hora certa de modificar os medicamentos, sentindo a clínica da paciente. Como não conheço a paciente, e a minha formação é de geriatra. Minhas informações a respeito dos medicamentos pode não ser a melhor para o caso. Siga as orientações do seu hematologista.
fabio dias alves comenta:
14 Abril, 2008 @ 10:34
Dr Armando! minha mãe deu no resulato o mieloma multiplo ( um piqueno inicio)o senhor me garante que com a medicação certa e bem orientadapelos medicos, pode trazer uma vida agradavel para minha mãe, pois a aflição de minha familia e muito grande, sendo que ela e muito querida para nos. aguardo sua respsta. obrigado!
MARIA HELENA comenta:
22 Abril, 2008 @ 22:00
ola meu marido tem mieloma desde 2006 fez tratamento e a dois meses voltou .agora esta fazendo qt vad … sera que esse tratamento é bom ? ele esta com a plaqueta baixa ..anemia
obrigada
lea comenta:
3 Maio, 2008 @ 20:28
ola,minha mae tem mieloma multiplos ha4 anosja fez tratamenyocom alkeram,quimioterapia,e talidomida ,sendo a talidomida por 1 ano e começou com reaçao mas tem me preocupado o aumento do figado ela ira fazer biopsia do figado ela tem 56anos fico com tantas duvidas e medo sobre essadoença sobre amiloidose sobre as dores queela sente naodeu nada nos rx mas ela tem artrose ,leucopenia me ajude..desdeja agradeço
fatima comenta:
10 Maio, 2008 @ 06:06
bom dia , venho por este meio me explique a minha avo tem esta doença mielona multiplo migA, e ja tem 77 anos. Qual a gravidade da doença e o seu desemvolvimento.
anelise comenta:
16 Maio, 2008 @ 11:55
Boa tarde, estou cursando técnico de enfermagem, e temos que desenvolver um estudo de caso, pegamos um paciente, onde feito biopsia e tem como conclusao mieloma e plasmocitoma.E a 6 anos atras teve tuberculose, este mieloma pode ser causada belo bacilo e ter originado uma tuberculose ossea, feito ja a laminiotomia em vertebra T8 e T9.(Possivel diagnostico medico)Tuberculose ossea. Obrigado c vc poder me esclarecer melhor
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
16 Maio, 2008 @ 16:34
Fátima,
A doença depende do estado físico geral e emocional da pessoa. A vontade de viver permite até a cura para as causas impossíveis.
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
16 Maio, 2008 @ 16:37
Anelise,
Plasmocitoma é um câncer. Tuberculose é doença infecciosa.
Não existe relações etiológicas entre elas.
O plasmocitoma deixa a imunidade da pessoa baixa, assim como os medicamentos utilizados no tratamento. Assim, pode surgir infecções oportunistas, inclusive a tuberculose.
Débora campelo comenta:
16 Maio, 2008 @ 17:23
Oi! estou muito triste pois minha mãe está doente novamente, teve que tomat duas bolsas de sangue, (concentrado de Hemacias) estamos lutanto, mas, é muito dificio. No Domingo vai ter aqui no Recife um encontro de medicos, familia e portadores de MM. Promovido uma entidade Internacional. Conto se tiverem alguma novidade.
ELIANE LOURENÇO comenta:
19 Maio, 2008 @ 08:23
MINHA SOGRA TEVE MM. DEPOIS DE UM ANO E MEIO ELA VEIO A FALECER. ELA TEM TRÊS FILHOS. ESSA DOENÇA PODE PASSAR DE MÃE PARA FILHO?
keila lourenço comenta:
19 Maio, 2008 @ 08:50
Como se contrai mieloma mutiplo? É uma doença genética?
tais comenta:
19 Maio, 2008 @ 20:12
qual a origem do mieloma multiplo? meu pai está com os sintomas desta doença, está cada vez mais dificil a sua locomoção, senti muitas dores e o vejo cada vez mais debilitado. qual seria o tratamento mais recomendado para ele?
sandra pereira comenta:
9 Junho, 2008 @ 23:08
oi doutor hoje fiquei sabendo que meu pai está com MM proucurei me informar sobre
a doença.gostaria de saber se o fato dele ter 80 anos torna o tratamento mais dificil ?há
um tempo previsto de vida para quem descobre a doença?será que ele tem chance?
Marcela Serravalle comenta:
10 Junho, 2008 @ 09:37
Bom dia Dr. Armando.
Foi diagnosticado em meu tio o MM. Eu gostaria de saber se esta doença é uma espécie de Leucemia Crônica e em sendo, significa que não há cura, mas somente o controle a exemplo da hipertensão e diabetes?
Desde já, agradeço a sua atenção.
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
10 Junho, 2008 @ 15:43
Marcela,
O MM é um câncer com proliferação de um tipo de célula da medula óssea, os plasmócitos. Esta célula é produtora de imunoglobulinas (proteinas imunológicas de defesa do corpo humano). É um câncer potencialmente curável, mas pode evoluir crônicamente como um diabetes, osteoporose.
Igor Magalhaes comenta:
3 Julho, 2008 @ 16:43
Boa tarde Dr. Armando! Após realizado o mielograma, o hematologista nos disse que a minha avó de 77 anos esta com Mieloma Múltiplo. Disse ainda que terá de fazer tratamento quimioterápico.Quando peguntado sobre a expectativa de vida da minha avó, ele disse que varia entre 03 a 05 anos! Essa afirmativa do médico é verdadeira? Existem casos de pessoas que viveram mais tempo que isso? Preciso de ajuda, obrigado doutor!
Jozi comenta:
8 Julho, 2008 @ 13:58
Boa tarde
Minha mãe tem Lupus diagnosticado já há mais de 15 anos.
Há 10 anos teve hepatite auto imune e agora está com diagnóstico de Linfoma B tipo MALT de Baixo Grau / Plasmocitoma. Porém não é um plasmocitoma isolado, ela tem 04 nódulos no céu da boca, 01 próximo à amídola e 01 na língua. Não apresenta Mieloma, pois nos exames de sangue, urina, biópsia da medula, deram normais.
Gostaria de sber se essas doenças estão relacionadas, porque as plaquetas e os leucócitos sempre foram muito baixos.
Muito obrigada.
Letícia Lopes comenta:
9 Julho, 2008 @ 17:58
Boa tarde,
Um familiar meu está internado com suspeita de ser portardor de Mieloma Múltiplo, tendo 35 anos, branco, com os seguintes sintomas: fortes dores na coluna, compremetimento dos rins, convulsões. Após um exame viram uma mancha na cabeça que evoluiu rapidamente e o levou ao coma. Operado, descobriram que houve o rompimento de um tumor na cabeça. Sendo confirmado esse diagnóstico de Mieloma Múltiplo, eu queria saber as chances reais de ele sobreviver e se ficará com sequelas.
Agradeço desde já.
Silene de Paula comenta:
10 Julho, 2008 @ 14:51
Boa Tarde,
Entrei nesse site pq ha exatos 19 dias essa doença hematológica foi diagnósticada em minha mão que esta hoje com 59 anos.Ela esta com lesões liticas em 3 vertebras da região lombar T8,T9,T10 e pelo que relatou a médica não há comprometimento em nenhuma outra região.
Ela fez o primeiro tratamento quimioterápico e esta em casa ha 3 dias somente com a medicação de Tramol e Bactrim, irá fazer sua segunda quimioterápia daqui a 5 dias.Hoje teve um leve sangramento no nariz e tem estado bem desanimada e com um pouco de enjoô.Todo o tratamento esta sendo feito pelo SUS.
A minha pergunta é se a conduta do médico em dar somente esses dois remedios é a mais correta?Em se tratando de SUS, existe algum centro médico que tenha um tratamento mais específico para o MM?
Desde já agradeço,
Silene
Dr. Armando Miguel Jr comenta:
10 Julho, 2008 @ 16:52
Silene,
Os tratamentos quimioterápicos são desta forma, em ciclos, se for contínuo o nosso organismo não aguenta. Importante, manter boa alimentação e líquidos nas fase que não está tomando a quimioterapia.
Warley Francisco Martins comenta:
1 Agosto, 2008 @ 15:59
Gostaria de saber se o Plasmocitoma nos ossos podem se proliferar pelo sangue?
EUNICE comenta:
5 Agosto, 2008 @ 11:42
MINHA MAE FEZ 53 ANOS ONTEM DIA 24 DE AGOSTO DE 2008,EU TENHO 26 ANOS,CONFESSO ESTOU PASSANDO O MOMENTO MAS DIFICIES DA MINHA VIDA ATE HOJE,A MAS DE 04 MESES DEPOIS DE MUITO EXAME,DESCUBRIMOS QUE ELA TEM MIELOMA MULTIPLICO,NO DIA EM QUE RECEBI A NOTICIA PARACIA QUE TUDO PARA MIM ESTAVA NO FIM,CONSULTEI O QUE ERA ISSO MESMO NO GOOGLE,E DESCOBRIR UM TIPO DE CANCER,MAS COM MUITA FE EM DEUS ENFRENTAMOS MUITAS DIFICULDADES,MAS CONSEGUIMOS CHEGAR AO TRATAMENTO COM ELA VIVA MAS SEM ANDAR MAS ,MAIS HOJE ELA JA ESTA VOLTANDO A ANDAR AINDA COM MUITA DIFICULDADE ELA HOJE ESTA NA 3ª SEÇÃO DE QUIMIOTERAPIA, NO INSTITUTO DO CANCER DO CEARA,DEPOIS DE CONSEQUIR O INICIO DO TRATAMENTO GRAÇAS A DEUS TUDO FICA MELHOR OS MEDICOS SÃO OTIMOS,MAS A DOENÇA E GRAVE,MAS CONFIANDO EM DEUS QUE É O MEDICO DOS MEDICOS ELA VAI FICAR BOA.PEÇO ORAÇÃO PELA AGENTE POIS PARA AFAMILA E PARA O PACIENTE É UM SOFRIMENTO MUITO GRANDE.OBRIGADO POR TER A PACIENCIA DE LER ESTE DEPOIMENTO HOJE NÃO TENHO O MESMO SORRISO DIANTE,MAS CONFIO MUITO EM DEUS QUE VOU VOLTA A TER O MESMO SORRIZO DE SEMPRE,SE VOCE QUE PASSOU POR AQUIM ESTA PASSANDO PELO O MESMO QUE EU ,CONFIE EM DEUS PARA ELE NÃO EXISTE PROBLEMA SEM SOLUÇÃO,NA VIDA TEMOS QUE PASSAR POR MUITAS PROVAÇÕES POREM DEUS É O NOSSO PORTO SEGURO.
Agnaldo comenta:
12 Agosto, 2008 @ 20:01
Meu pai era portador de mieloma múltiplo e fez transplante da própria medula no INCA. Ini-
cialmente sofreu com diagnosticos errados e fez tratamento para problema na coluna, até descobrir que tinha a doença através do exame chamado eletroforese de proteínas séricas.
Entre o descobrimento e o transplante se passaram quase 4 anos, e infelizmente depois do transplante ele viveu somente + 2anos e pouco, com muito sofrimento para a família pois nos últimos 2 meses de vida ele não conseguia mais se levantar. Agora eu estou vivendo sentin-
do muitas dores na mesma área que ele sentia, e os médicos estão avaliando uns como pro
blema na coluna, outros como problema renal, mas nada foi encontrado, não seria correto
eu fazer um examenespecífico, tendo em vista que como filho posso adquirir a doença por
hereditariedade ? Por favor me envie sua análise da situação!
Andrea comenta:
27 Agosto, 2008 @ 13:26
Boa tarde ! Minha mãe (64 anos) recebeu a cerca de 1 mês o diagnostico de mieloma
multiplo. Tudo começou a tres meses quando ela começou com fortes dores na coluna, na
região toraxica. Local onde foi descoberta uma vertebra fraturada que estava estrangulando
o feixe de nervos que sai da coluna. Ela foi subimetida a uma cirurgia onde foram fixadas
04 vertebras com o auxilio de 08 parafusos de titaneo. Além das biopsias, foram realizadas
radiografias de todo o corpo, a medica disse que não há mais nenhum osso comprometido
pelo mieloma e que a doença dela esta no começo e que a grandes chances de ela viver mais
10 ou 15 anos ou mais. Atualmente ela faz quimioterapia: uma aplicação de Zometa a cada 30 dias; 01 comprimido de Talidomida por dia; 10 comprimidos de dexametasona de 20 mg,
durante 04 dias, tres vezes por mês. Gostaria de saber se este tratamento é adequado. Se a
o que a médica disse é a realidade ou se ela esta querendo nos poupar. Quais são a chances
de recuperação de minha mãe e qual sera a qualidade de vida que ela vai ter. Obrigada pela
ajuda.
jorge Iani Panait comenta:
3 Setembro, 2008 @ 18:42
Para conhecimento fiquei com oito meses com dores nas pernas e lombar tomando remedio orientado pelos medicos que consultei ate passar no hospital Nossa senhora Aparecida e Valparaiso onde o Ortopedista solicitou uma ressonancia e verificou um tumor com perda ossea e solicitou que procura-se um neuro-cirugião e com isto ficou compravado um plasmocitoma.
Obs: Foi necessario varios meses ate esta comprovação mas será que tem que demora tanto para solicitar um exame que comprove esta doença tenho 49 anos.
maria helena comenta:
6 Setembro, 2008 @ 16:03
estou aqui de volta ..para falar que deus é o nosso grande mestre ..confiem sempre nele ..meu marido esta na ultima sessão de quimio (vad)teve varias efeitos colaterais ..mas ele esta sendo muito forte ,esta vencedo pela segunda vez com muita garra …
eu gostaria de saber dr . depois do termino da quimio seria bom entrar com a talidomida ?
eu agradeço a atenção
Radamés Argenta comenta:
17 Setembro, 2008 @ 09:47
Dr. Armando.
Tenho um tio que foi diagnosticado com MM a 20 dias, o processo foi o seguinte:
- A cerca de 30 dias ele foi internado em um hospital de cidade pequena com “mau-estar” e falta de apetite (recebeu tratamento sintomático), fico neste hospital por 3 dias e foi liberado;
- Após retornar para casa voltou a se sentir mal, voltou a este hospital com os mesmos sintomas, desta vez foi encaminhado a um hospital especializado, neste detectaram a paralização dos rins, recebeu tratamento por uns 10 dias a tentativa de os rins funcionarem, como nada de positivo aconteceu começaram sessões de hemodiálise e fizeram uma pequena cirurgia para biópsia do rins, o resultado foi “negativo”, rins em bom estado;
- O passo seguinte foi investigar o motivo a paralização dos rins e já com exame de sangue o médico constatou a MM, porém para confirmar fizeram uma pequena cirurgia no tórax, retirando com seringa um liquido que acredido ser relacionado a medula. Este exame seria feito em São Paulo, porém o médico na mesma hora disse que não seria necessário enviar a amostra, pois visualmente já se verificava o MM.
- Em reunião com a família o médico foi incisivo: “Chance nenhuma de recuperação”.
- Hoje meu tio encontra-se em casa e fazendo 3 sessões semanais de hemodiálise, seu estado sintomático é falta de apetite, come pouco e as vezes tem vômito após tentar comer alguma coisa. Raramente tem se observado sangramento do nariz. Está fraco devido a pouca alimentação porém se locomove sozinho. Não sente e nunca sentiu qualquer dor nos ossos ou corpo.
- A partir de hoje (17/9) começo a receber uma injeção após a hemodiálise, segundo o médico é para combater a anemia.
- Está marcado para 24/9 uma avaliação para saber qual o melhor tratamento a ser adotado.
Obs: O médico que o acompanha é Oncologista.
Aguardo suas considerações.
Atenciosamente,
Radamés Argenta
maria helena comenta:
22 Setembro, 2008 @ 21:42
ola dr.meu marido terminou a ultima sessão de quimio ..depois de dois dias do termino apareceu dores pelo corpo todo isso é normal ?ou é uma das reações? o medico dele passou a talidomida ..eu gostaria de saber mais sobre a talidomida antes de começar a usar
agradeço a atenção
ediane vasconcelos comenta:
6 Outubro, 2008 @ 14:21
oi boa tarde dr. por favor me ajude minha mae esta a 1 mes internada ela fez todo o tratamento com talidomida mas ainda assim sentia muitas dores ate um dia cair no banheiro e perder os movimentos das pernas levamos ela urgente ao medico e hoje esta internada e os ultimos resultados deu plasmocitoma de cadeia leve com focos de neclose esta entrando na 2 seçao de quimi e ja fez 5 radio como ela sente dor meu deus ate quando estes tratamentos ira aliviar sua dor e se ela podera voltar a andar depois das quimios ah ela tambem fez uma cirurgia pra descompri o tumor da coluna por favor me auxilie um abraço
veronica comenta:
8 Outubro, 2008 @ 22:46
oi Dr. Armando eu descobri que posso está com mm mas não sei diteito sobre essa doença p/favor me tire uma duvida trabalho de despachante escrevendo e gostaria se posso obte odireito de me afasta do trabalho pois á noite á dor piora no ombro direito(segundo o medico eu tenho lesões osteolitica) muito obrigada
Damião Carlos comenta:
10 Outubro, 2008 @ 12:07
boa tarde,
tenho uma irmã que está com mieloma multiplo a 9anos
gostaria de saber porque essa doença foi adquirida
por ela aos 29anos?
hoje ela está com 38anos está acamada sem poder andar e os ossos delas estão cada vez mais ais deteriorando.
ela tinha 1.75alt. acredito eu que hoje ela deve estar com apenas 1.60alt
kelly comenta:
25 Outubro, 2008 @ 15:43
Boa tarde Dr, venho aqui para dar meu depoimento tbm,fazem 20 dias que minha sogra esta doente fizeram todos os exames medicos diagnosticaram metastases nos ossos devido a um tumor no seio,nao quiseram fazer cirurgia devido ao tamanho e por ele estar tomando conta dos ossos do torax,ela vem tomando morfina de 4 em 4 horas por enquanto só faz radio indicaram 20 sessoes e depois entrar com a quimio aparentemente ela esta corada e se alimenta bem,mas tem mt dificuldade em andar, a medica n fala o tempo real de vida,gostaria de saber se devido ela n querer fazer a cirurgia de remoção do tumor tem a ver com esse tempo e se é vantajoso para ela entrar com a quimioterapia se esse sofrimento seria necessario,gostaria de saber alguma informação …atenciosamente obrigado
Hilda Franchi comenta:
30 Outubro, 2008 @ 16:12
Meu sogro faleceu no dia 15/10/2008, pp, o diagnóstico da biopsia foi plasmocitoma moderadamente diferenciado, e como ele faleceu antes do resultado, foi colocado como causa da morte : falencia respiratória, insuficiencia respiratória aguda, encefalopatia uremica, insuficiencia renal cronica agudizada e metastase óssea, 6 dias antes ele foi operado tirando dois tumores de duas vertebras, T8, segundo os médicos, tumores secundários. A minha pergunta é: O que significa plasmocitoma moderadamente diferenciado, que tipo de cancer é? Só observando que tudo começou com uma dor no abdomem, fez vários exames, não dando nada, depois de uma endoscopia, verificou-se uma bactéria Hpilory, tomou um antibiótico fortissimo, 3060mg dia, depois disso, coincidencia ou não foi ficando muito fraco, precisou ser internado, e aí continuou fazendo todos os exames até que descobriu o tumor, do qual foi operado e feito a biopsia.
MARIA DORALICE DE SOUZA CHIPOLETTE comenta:
19 Novembro, 2008 @ 18:45
BOA NOITE DR GOSTARIA DE SABER SE O MIELOMA ELE E EREDITARIO PORQUE JA TEVE 2 CASOS NA MINHA FAMILHA A 9 ANOS AMINHA MAE , A 2ANOS A MINHA IRMA GOSTARIA DE SABER SE COREMOS O RISCO , E QUE DEVEMOS FAZER PARA PREVINIR SE SENHOR PUDER ME RESPONDER ESPERO ANCIOSA LHE AGRADESEREI MUITO SE O SENHOR ME RESPONDER DEUS TE ABENÇOE
renan comenta:
20 Novembro, 2008 @ 10:50
Bom dia! meu pai está com MM, segundo o ultimo exame, a doença esta em 77%, eu gostaria de saber se ainda há alguma chance de cura? ele já não movimenta mas a perna, o intestino e pulmão já estão comprometidos. Por favor Dr. me responda o mais rapido possivel.
Agradeço desde já.
Maria José comenta:
1 Dezembro, 2008 @ 16:28
Tenho varíos problemas osseos como artrose, tendinites, que atingem varias estruturas ósseas inclusive toda a estensão da coluna e tenho fibromialgia.Fiz um, exame de sangue e deu na hermossedimentação 31mm, o médico explicou mas naõ deixou claro o que esse total quer dizer. e quais são os riscos deste problema.Tenho 62 anos
Maria José comenta:
1 Dezembro, 2008 @ 16:34
Dr se possivel responda minha pergunta acima.Ficarei muito grata. Boa tarde