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Sistema nervoso vegetativo – Disautonomias

Categoria(s): Cardiogeriatria, DNT, Endocrinologia geriátrica, Neurologia geriátrica




Painel

Como o sistema nervoso vegetativo ou autonômico participa da modulação funcional de vários sistemas do organismo, o conjunto de manifestações clínicas que acompanham as suas disfunções, que recebem o nome de disautonomia, possui uma gama muito ampla de sinais e sintomas.

MANIFESTAÇÕES DAS DISAUTONOMIAS
– Hipotensão ortostática
– Taquicardia de repouso
– Hipertensão supina
– Angina pecturis
– Infarto do miocárdio sem dor
– Parada cardiorespiratória
– Alterações na motilidade do tubo gastro-intestinal
(esofagite de refluxo, plenitude gástrica, diarréia noturna alternada com constipação)
– Anormalidades da sudorese
(anidrose de membros inferiores com hiper-hidrose compensatória em tronco superior e face)
– Bexiga neurogênica,
– Impotência sexual
-Alterações da regulação do diâmetro pupilar.

A morte súbita no curso de determinadas doenças como diabetes mellitus, síndrome de imunodeficiência adquirida, doença de Chagas e o infarto do miocárdio, tem sido freqüentemente associada a disfunção autonômica. Chama atenção para a grande incidência de parada respiratória neste grupo de pacientes.

As disautonomias podem se manifestar de diversas maneiras de acordo com o sistema predominantemente acometido. O quadro abaixo cita as principais manifestações das disautonomias.

A disautonomia pode ocorrer em qualquer paciente diabético, porém e mais freqüente nas doenças de longa duração e independente do uso de insulina.

Aspectos peculiares das disautonomias

Alimentação – A alimentação exerce um efeito depressor potente nestes pacientes e é durante a primeira hora pós-prandial quando mais provavelmente pode ocorrer síncope.

Natação- Embora os pacientes com insuficiência autonômica avançada possam permanecer em pé por poucos segundos, se mergulhados n’água sua tolerância à postura ereta é quase ilimitada. Por este motivo a natação é recomendada a estes pacientes.

Hipertensão arterial sistêmica.- São conhecidos casos de insuficiência autonômica que desenvolveram hipertensão arterial maligna, com resistência vascular elevada, porém não se sabe o motivo.

Função respiratória – A função respiratória exerce marcante efeito sobre a pressão arterial nas disautonomias. porém os papéis específicos da tensão de oxigênio, da tensão de dióxido de carbono e do pH ainda são desconhecidos.

Cardiopatia isquêmica – Embora relativamente incomum, a angina pecturis pode ocasionalmente acompanhar a insuficiência autonômica. Obrigando o médico a observar o uso dos nitritos e vasodilatadores, que podem agravar o quadro de hipotensão, gerando mais hipóxia miocárdica e piorando a angina. Em vista, disto, qualquer paciente com piora paradoxal da angina com o uso de nitritos, deve-se pesquisar disautonômia.

Diagnóstico – A avaliação funcional do sistema nervoso autonômico é muito importante para caracterizar as disfunções, obtendo a explicação e o correto tratamento.

TESTES AUTONÔMICOS Os testes de avaliação do sistema nervoso autonômico cardíaco servem para demonstrar sua integridade e podem estar relacionados com as manifestações decorrentes de seu acometimento.
Os testes comumente empregados são:

a) Freqüência cardíaca : Neste teste avalia-se a média da diferença entre as freqüências cardíacas máxima e mínima obtidas durante a inspiração e a expiração dos ciclos respiratórios, com o paciente respirando na freqüência de 6 ciclos/minuto (0.1 Hz) o paciente respirando na freqüência de 6 ciclos por minuto (01. Hz) considerando-se anormal quando a diferença < 1,1.

b) Manobra de Valsalva – Paciente em posição supina é instruído a soprar através de bocal conectado a manômetro aneróide durante 15 seg. após a inspiração profunda mantendo pressão de 40 mmHg, sendo obtida a taxa de Valsalva que e a relação entre o maior intervalo RR (após a manobra) e o menor intervalo RR (durante a manobra), sendo considerado anormal quando a diferença < 1,1.

c) Teste de exercício isométrico (“handgrip”) – manter 30% da contração máxima desenvolvida (avaliado por dinamômetro), durante 5 minutos, sendo considerado normal aumento da pressão diastólica de > 16 mmHg, e anormal a elevação < 10 mmHg.

d) Teste ortostático ou posicional – avaliação da freqüência cardíaca até 60 batimentos cardíacos após o paciente assumir a posição ereta, verificando a relação do intervalo RR no ECG do 30′ batimento em relação ao 15′ a partir do início da manobra (relação 30:15), sendo considerado normal >1,04 e anormal <1,00.
Considera-se, também, normal a queda da pressão sistólica < 10 mmHg e anormal > 30 mmHg.

e) Teste de propranolol – aplica-se de 0.2 mg/kg por via venosa até o máximo de 10 mg, estando o paciente em posição supina e monitorizado pelo ECG, obtendo-se traçados de 10 seg. no 1′, 5′ e 10′ minuto após a aplicação. Considera-se como resposta normal queda mínima de 12 bpm de freqüência cardíaca inicial.

f) Teste da atropina – realiza-se após 1 dia do teste do propranolol, aplicando-se 0.04 mg/kg de sulfato de atropina por via venosa, em paciente em posição supina e monitorização do ECG, obtêm-se traçados de 10 s no 1′, 5′ e 10′ minutos após a injeção. Considera-se normal um aumento de 25% da freqüência cardíaca inicial.

Tratamento – O tratamento é complexo e depende do tipo de etiologia da lesão do sistema nervoso autonômico.

Referências:

Castro CLB, Nobrega ACL, Araujo CGS – Teste autonômicos cardiovasculares. Uma revisão Crítica. Parte I. Arq Bras Cardiol, 1992;59(1):75-85.

Julius S – Autonômic nervous system dysregulation in human hypertension. Am J Cardiol, 1991;67:3B-7B.

Clarke BF, Ewing DJ, Campbell IW – Diabétic autonômic neuropathy. Diabetology,1979;17:195-212.

Page MM, Watkins PJ – The heart in diabetes: Autonômic neuropathy and cardiopathy. Clin Endocr Metab. 1977;6:377.

Lloyd-Mostyn RH, Watkins PJ – Total cardíac denervation in diabétics autonômic neuropathy and cardiomiopathy. Diabetis. 1976;25:748.

Robertson D, Cavalvante JW – Hipotensão ortostática. Arq Bras Cardiol,1992;58(4):255-261.

Naik RB, Mathis CJ, Warren DJ – Diagnosing autonômic neuropathy. Lancet, 1981;1:328.
Levy MN – Sympathetic-parasympathetic interaction in the heart. Circ Res.1971;29:437.

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37 Comentários »

  1. Valquiria comenta:

    5 maio, 2008 @ 6:02 PM

    Boa noite , é interesante sua pesquisa, pois não tenho diabetes e meu médico constatou que tenho disautonomia; tenho duvidas sobre esta doença, pois tenho os sintomas mas não sou diabetica e meus exames estão tds normais , não faço tratamento mas tenho dificuldade de concentrarme e como se esteve-se com meu cerebro vazio mas que especialista devo procurar pois sou joven demais para ter tal diagnostico, e sou estudante de tec. enfermagem como direcionar meu futuro. Poderia tirar minhas duvidas. Desde ja agradeço.

  2. erika comenta:

    27 julho, 2008 @ 10:56 AM

    Eu tenho disautonomia cerebro vascular, fiz o dopple transcraniano e o meu medico passou propanolol,meu sintomas sao sudorese, pressão alta, falra de ar em locais fechados ou quente, vomitos ,dores de cabeça,visão turva etc.. mas ainda tenho muita duvida sobre a disautonomia o meu medico fala q eu tenho desde nova mas so agora q estar evoluido , se poderem me explicar melhor agradeço…

  3. maria teresa comenta:

    28 setembro, 2008 @ 2:26 PM

    Parece que a minha sobrinha tem disautonomia. Sofre muito, porque ainda não tem tratamento, não consegue sair da cama com cansaço, tem imensa sudorese que disparam após contração do ventre, por vezes prisão da bexiga e intestinos, desmaios frequentes, má qualidade de sono por não ser reparador, causado pelo excesso de sudorese, falta de concentração, taquicardia, tem vindo a piorar… tenho esperança que consiga um tratamento que a permita sair da cama e ter qualidade de vida, se souberem mais sobre este assunto, por favor não deixem de ajudar, não sei se estão em Portugal, ela está e com muito bons médicos, mas não é fácil os variadíssimos exames dão quase todos negativos e quando dão positivos, são pouco indicativos.Está sem vida, sempre na cama com 32 anos. Teresa

  4. IVANEIDE TEIXEIRA MACHADO comenta:

    9 maio, 2009 @ 6:23 PM

    Estive passando muito mal e no exame constatou que tenho disautonomia, estou me sentindo muito mal e gostaria de saber qual tratamento e qual médico devo procurar. Sinto muito ma estar seguido de dor no peito minha pressão esteve subindo não me concentro e não tenho vontade de nada.

  5. maria teresa comenta:

    13 agosto, 2009 @ 11:38 AM

    Sei porque observo o quanto se sofre por não ter um diagnóstico total que origine tratamento certo. Disautonomia ou algo do género… baixas de açucar, sono não reparador, sudorese nocturna fria, falta de memória e concentração,cansaço, por vezes a perna esquerda insensível e depois formigueiro e volta a sentir-se, refluxo gástrico, mau funcionamento de intestinos e por vezes bexiga, tonturas, insónias, desmaios… que mais, é impossível não haver ninguém no mundo com sintomas iguais e com um diagnóstico e tratamento. Claro que tudo isto gera tristeza, falta de interesse por tudo por tão nova não poder viver a vida.
    A ciência deve estar ainda muito atrazada para que estes casos e os vossos continuem sem solução. Se houver alguém no mundo que saiba o que fazer faça-o em consciência,pois poderá estar a salvar muitas pessoas.
    Será que não há algum blogue de medicina que atravesse o mundo inteiro? Especialistas destas áreas são geralmente neurologistas, mas pelo que tenho visto, mesmo entre os de renome não encontram soluçaõ e é muito triste. Devia haver a possibilidade dos doentes se oferecerem como cobais para poderem tratar-se e ficar definitivamente bem. Disautonomia, envolve todo o organismo e por vezes tem como cúmplice o sistema imunitário. Pede-se ajuda a alguém no mundo que saiba e seja interessado nestes casos tão difíceis e que impossibilitam a pessoa de viver.
    Será que existe esse alguém?Eu e tantas outras pessoas ficaríamos imensamente agradecidas para sempre e essa pessoa salvaria vidas da infelicidade que não merecem
    Maria Teresa

  6. Aviano de Araujo Fernandes comenta:

    25 dezembro, 2009 @ 9:58 PM

    Fiz recentemente uma bateria de exames e descobri que tenho desautonomia neurológica. A minha médica explicou que é um desequilíbrio do SNC entre o SIMPÁTICO E PARASIMPÁTICO. Gostaria de saber que tipo de tratamento deve ser feito para esta doença, pois a qualidade de vida fica bastante comprometida.

  7. Elizabeth Alvarenga de Souza comenta:

    9 janeiro, 2010 @ 6:43 AM

    Tenho tido constantemente arritmias cardíacas com variação na frequencia e pressão cardíaca. Recentemente minha cardiologista suspeitou que eu estivesse com DISAUTONOMIA. Fui encaminhada para um neurologista que confirmou o diagnóstico. Achei muito estranho o mesmo não me medicar, encaminhando-me para um Psiquiatra. Gostaria de saber onde eu poderia procurar um profissional que viesse confirmar esse diagnóstico e tratar essa doença rara. Obrigada

  8. simonesoza comenta:

    3 agosto, 2010 @ 11:52 AM

    tenho tido arritimias cardiacas,tonturas,vomitos,diarreia e um cançaso inesgotavel,fui diagnosticada com neurastenia,disautonomia,enxaquecacomplicada ja tomei todos os medicamentos possiveis sem resultado nenhum agora ate minha visao esta diminuida.gostaria de saber se isso tudo tem tratamentoou e uma doença progressiva.

  9. teresa castro comenta:

    5 agosto, 2010 @ 1:52 PM

    Boa Tarde
    Vejo as vossas exposições e sinto-as na pele!
    Gostaria que encontrassem um tratamento para todos, tal como a minha sobrinha que continua na mesma.
    Ao que pude perceber de várias conversas com médicos, disautonomia é um termo vago, que pode abranger quase tudo quando não há um diagnóstico correcto e concreto que permita saber exactamente o que provoca a doença e sintomas. Se existisse um especialista no mundo que se quisesse dar ao trabalho de mergulhar nestas situações, um investigador que nos quisesse ouvir, talvez, todos os que aqui estão já tivessem obtido a resposta e tratamento e conseguissem ter uma vida melhor.
    Eu continuo a lutar pela minha sobrinha e a vê-la sofre, por isso percebo bem o vosso sofrimento.
    Dizem que a ciência está limitada, nestes casos que são muitos, deria haver um esforço de descoberta. A meu ver existem poucos corções bons disponíveis para ajudar.
    Lamento não ver por aqui um uníco médico afalat e isso já quer dizer muito!!!!

  10. simonesoza comenta:

    14 agosto, 2010 @ 11:06 AM

    bom dia eu tambem sinto muito por nao ter resposta concreta,venho fazendo tratamento com um medico da clinica de dor e acredito que esteja sendo em vão as dores e o cançaso continuam e o pior e que a medicaçao e feita no soro duas vezes por semana e isso engorda….

  11. augusto guerra comenta:

    16 agosto, 2010 @ 9:30 AM

    li a respeito dos srs.e realmente isso é um problema,pois tenho uma filha com 46 anos,que foi acometida de cancer de mama,efetuouprocedimento radical,submeteu-se a quimio, e apos a radio,sendo essa ultima fortissima,pois tinha que eliminar celulas neoplasica na meninge.após esse procedimento,ocorreram várias anomalias,como por exemplo, queda do cabelo que não cresceu mais, já fazem 90 dias, flacidez muscular total(só se movimenta com andador)e consegue ficar em pé por alguns minutos, vomitos(agora com menos frequencia),dor intermitente na perna esquerda(como se fosse dor do nervo ciático) que não é, intestino preso, tonturas e apagões esporadicos(fica fora do ar com os olhos catatônicos)e não se lembra de nada.atualmente frequenta sessões de acupuntura localizada e hidroterapia. Não esta resolvendo muito ou quase nada. Chegamos a pensar em Mielite ou Mielopatia devido as celulas terem se alojados na meninge e consequente trauma na medula, porem o neuro diz que os exames estão bem.agora lendo a materia sobre a Joana Fonn, acredito que o quadro de minha filha é semelhante e talves possa ser uma diautonomia.estamos pesquisando o assunto mas dependemos das avaliações médicas que são na verdade muito difusas e assim não temos quaisquer definições.estamos na luta,não desistam.

  12. Elizabeth Alvarenga de Souza comenta:

    23 agosto, 2010 @ 8:10 PM

    Gostaria de ter um retorno pois é a segunda vez que deixo meu comentário sem qualquer retorno. Tenho comprovadamente o diagnóstico de disautonomia e minha situação tem se agravado sem encontrar, aqui em Brasília, nenhum profissional que realmente possa tratar desse mal. O meu quadro agora é de dor nas costas seguida de faltas de ar, muita prostação, enJõo e tonturas. Aguardo resposta. Beth

  13. Maria Teresa comenta:

    25 agosto, 2010 @ 8:15 AM

    As respostas não surgem porque ninguém as tem. Parece que nestes casos só com um neurofisiologista. Das pesquisas que tenho feito, mas ainda não consegui encontrar há um grande especialista de renome em Espanha, Barcelona uma clínica salvo erro do sono. Esse médico ao que vi nas noticias é muito bom nos casos de disautonomia. Como se sabe disautonomia, é um termo vago e pode abranger muita coisa. O problema está em encontrar a real causa e consequentemente o tratamento. Estou a tentar averiguar como se pode marcar para esse médico, para saber da possibilidade da minha sobrinha poder lá ir com todos os exames que tem.
    Ao que parece, está também ligado a uma Universidade de medicina de Barcelona. Logo que tenha melhores notícias, voltarei!
    Entretanto se alguem descobrir algo, comuniquem, porque só assim, poderemos ajudar-nos nestes casos realmente complicados.
    Desejo a todos as melhoras!
    Teresa

  14. Ingrid comenta:

    25 agosto, 2010 @ 11:29 PM

    Gostaria de tirar uma duvida . Minha mãe faleceu com uma doença que desconfio que seja Disautonomia, pois começou com dores intensas nas costas , depois começou a mancar da perna direita , com uma semana parou de andar , com uma semana começou a perder a sensibilidade da perna direita , dois dias depois da esquerda , enfim parou de andar . Em seguida começou a ter queda de pressão , controle da diabete (sendo que ela era hipertensa e tinha diabete). Isso tudo sem tomar remédio de pressão e diabete , e foi ficando com os membros inferiores bem moles , não conseguia mas sentar , depois disso tudo ficou um mês com uma pneumonia que antibiótico nenhem combatia . Veio a falecer de uma insuficiência pulmonar . Eu gostaria de saber se esses simtonas é de Disautonomia? E gostaria de uma resposta , porque até então não sei o que minha mãe teve. Obrigado !

  15. ALEXANDRA ALMEIDA comenta:

    9 setembro, 2010 @ 3:22 PM

    MINHA MÃE TEM DISAUTONOMIA A 7 ANOS EM ESTÁGIO GRAVE E TRATA NO AMBULATÓRIO DO HOSPITAL QUINTA DOR COM A DRA. MARTHA PINHEIRO QUE É ÓTIMA MÉDICA, SÓ QUE ELA SAIU DO AMBULATÓRIO DO HOSPITAL, MAS TEM NO LUGAR DELA OUTRA MÉDICA QUE É DA MESMA EQUIPE QUE A DELA E TB É ÓTIMA. VALE APENA PROCURAR. O TELEFONE DO HOSPITAL QUINTA DOR É 3461-3600 É SÓ PEDIR O SETOR DE AMBULATORIO.

  16. Bj Santos comenta:

    13 setembro, 2010 @ 11:48 PM

    Minha irmã fez um dopple transcraniano, segundo a analise apresenta um quadro provável de disautonomia cerébro-vascular.

    Que doença é esta?
    Pode ser considerada grave?
    Qual o tratamento apropriado?

    Grato.

  17. guinaura da silva reis comenta:

    30 outubro, 2010 @ 1:53 PM

    Tenho o diagnostico de disautonomia a mais ou menos um ano, pois tive uma especie de AVC isquemico,fiquei internada no CPC neurologico,fiz exames variados, inclusivel Tilt teste estou medicada tomo remedios para o controle da pressão arterial pois ela écompletamente descontrolada, tenho crises de memoria, sistema nervoso, sensação de desmaio e falta de sensibilidade na mão direita e muita salivação, não posso me preocupar com nada pois tenho crise em seguida,tenho insonia,dores na cabeça,,tenho muitas dores no corpo inclusivel na coluna.
    Faço tratamento com uma especialista em reumatologia e foi descoberto atraves de exames que eu tenho Artrite Reumatoide, gostaria se alguem tiver informação sobre essa doença, ficarei grata se alguem poder me orientar e me informar mais sobre esse grande martirio pelo que estou passando. Preciso saber se tem alguma ligação entre disautonomia e artrite reumatoide.
    ATENCIOSAMENTE GUINAURA. CARIACICA ES

  18. Juliana Reis da Costa. comenta:

    30 outubro, 2010 @ 2:13 PM

    A minha mãe tem disautonomia a aproximadamente um ano, e ela sofre muito com isso, nas crises ela fica com a boca seca, fica nervosa, fica salivando muito,com a pressão muito alta, etc…
    ela já ficou internada no CPC neurologico por seis dias, com um começo de AVC isquemico. Mas a minha dúvida é: A disautonomia tem cura? qual é o seu tratamento?
    grata Juliana Reis 10 anos. cariacica ES.

  19. eunice barros comenta:

    10 novembro, 2010 @ 6:35 PM

    Boa noite bem sou uma paciente com quadro de um parkinsonismo secundário a infarto lacunar + disantomia de tiologia psíquica, a relacionado a stress emocional. Fui torturada verbaumente por longa data, preciso saber se essa doença tem cura, quais as alimentação, que vitamina posso tomar, e que tipo de exersicio devo fazer para tirar esse cansaço terrivel. Por favor me responda tenho uma filha de 12 anos e vivo só com ela…Quero VIVER mais um pouco para ve-la fazer os 15 anos dela. Minha pressão é muito baicha oque devo fazer SOCORRO ME AJUDE POR FAVOR SOU DO Rio De Janeiro bairro bangu.

  20. Andréa comenta:

    16 fevereiro, 2011 @ 9:15 PM

    Tenho varios sintomas que todas citaram, os médicos tem dificuldades de diagnostico e por fim tratamento, mas li um artigos de pesquisa médica – e já venho fazendo isso por conta propria ha algum tempo e realmente me sinto melhor – ali dizia que não existe tratamentos especifico mas que cuidados com alimentação etc funcionam. Se alguem achar apropriado tentar, eis o que comecei a fazer: primeiro identifiquei alergias princialmente alimentares, fiz isso por tirar o alimento por dois meses e depois comer e ver como me sentia (uma médica orientou a fazer isso para descobrir alergias), resultado descobri que lactose e carne vermelha pioram meu quadro de astenia e sensação de desmaio (como se meu corpo ficasse fraco), moro no Brasil e tenho acesso a frutas variadas, nao como: carne vermelha, tudo que tenha lactose, embutidos, açucar, frituras, salgadinhos, bolachas (mesmo que digam que é integral) evito coisas industrializadas, temperos prontos, não tomo refrigerentes nem bebidas doces, nem agua com sabor, nem suco industrializados. O que tento fazer é comer comida de verdade, como saladas legumes, azeite, azeitonas, frutas secas, muita fruta fresca (5 porções de frutas diferente todos os dias), arroz integral, ovos (de preferencia de galinha de quintal), frango, peixe, carneiro (pouco), tento comer coisas no estágio primario, sem muito processo, embalagens, e o mais fresco possivel, sei que é dificil, mas após alguns meses seguindo esta dieta já consigo sentir melhoras, mas não é só isso, tento dormir cedo (no mesmo horário e levantar no mesmo horario), fazer coisas com calma, e me estressar o menos que der, quando tenho condições tento ter acompanhamento de um bom terapeuta natural – acumpuntura, reflexoterapia, iridologista, homeopata, já me tratei com essas varias modalidades – a acumpumtura e reflexoterapia foram excelentes. Mas se eu deixo de me cuidar (por que as vezes penso que estou melhor e que era tudo passageiro) de repente todos os sintomas começam a voltar, sensação de desmaio, tontura, fico como que “fora do ar” esquecimento, irritação, hipoglicemia, pernas inchadas, cansaço extremo – não consigo quase fazer nada, dores no corpo, sono irregular etc etc…
    Espero que isso ajude alguem, pois ha anos tento tratar com os médicos e ouço as mesmas respostas, quando eles veem que é complicado passam uma vitamina e mandam voltar para fazer novos exames (os mesmo – que não diagnosticaram nada)

  21. elza comenta:

    16 abril, 2011 @ 10:33 PM

    Há 1 ano e meio que sinto todos os sintomas que citaram, já tive princípio de enfarto, fiquei internada 1 semana no Incor, falta de ar, sudorese, cansaço físico, esquecimeto e muita tontura…. a qual estou tratando com medicamento há 1 mês e já me sinto muito melhor. O meu neurologista disse que tenho desautonomia e me encaminhou para o cardiologista que me receitou um remédio para depressão e outro para tontura.

  22. Erica Lage comenta:

    12 junho, 2011 @ 10:52 PM

    Olá,

    tenho 29 anos e o diagnóstico de disautonomia há 3 anos, meus sintomas são parecidos com os aqui narrados: começou com enjoos, tontura, taquicardia, falta de percepção de profundidade, sensações térmicas desreguladas, sudorese, pressão desequilibrada, arritimias, falta de ar, … no inicio me tratei com um neuropsiquiatra, o tratamento foi um desastre, piorei muito com o tratamento empregado e fiquei sem tratamento por um ano até que perdi o movimento da minha perna esquerda, além de força na mão esquerda.

    Há um ano me trato com um médico cuja especialidade é medicina integrativa,que conhece a doença devido a mestrado realizado nos Estados Unidos, parece que lá o doença vem sendo estudada há bastante tempo.

    Desde o inicio do tratamento já estive muito pior sem conseguir sair da cama, fui internada no hospital com parada respiratória, hoje ainda não consegui voltar a trabalhar, mas já tenho uma vida um pouco mais ativa, além das medicações o que vem me ajudando muito são os tratamentos com fisioterapeutas, faço RPG, Osteopatia e fisioterapia neurológica.

    O meu médico encontrou um especialista em Cleveland, Ohio, Estados Unidos, parece ser um médico com grande experiência em disautonomia, estuda há muitos anos, estou com consulta marcada para setembro, depois volto para contar como foi a minha experiência.

    Desejo sorte a todos e força para podermos suportar esse imenso fardo de ter uma doença pouco conhecida na medicina, mas com muita esperança de que ainda vejamos a cura ou pelo menos uma forma de estabilizar essa doença para podermos ter uma vida ativa. Boa sorte a todos!!!!!

  23. Michelle comenta:

    31 julho, 2011 @ 7:26 AM

    Olá Erica, tudo bem?
    Também tenho disautonomia e gostaria de conversar mais com você a respeito do tratamento que esta fazedno e dos contatos médicos,se puder me responder, meu e-mail é mimusical@hotmail.com.
    Grande abraço e obrigada!

  24. kleyton lacerda comenta:

    4 maio, 2012 @ 8:49 AM

    gostaria de saber se esta doença disautonomia cerebro vascular tem cura? e o que devemos evitar? por favor que tiver informações me envie,ficarei muito grato.

  25. Daniel Vitor Murata F. Borges comenta:

    26 maio, 2012 @ 7:53 PM

    Olá Erica, boa noite!
    Fico contente com seu depoimento. Gostaria de mais informações acerca de seu médico, pois minha tia sofre de ataxia de friedreich e descobriu recentemente a disautonomia, que trouxe grave piora do quadro. Por favor, qualquer informação será útil e bem vinda. Meu email é dmurat@terra.com.br. grato, daniel vitor.

  26. Pedro comenta:

    24 julho, 2012 @ 6:25 PM

    Olá Pessoal!
    Olá Erica!

    Minha esposa foi diagnosticado com Disautonomia. Me interessei em seu email e o médico que vc esta se tratando. Poderia entrar em contato para poder ter amis informação sobre o assunto.
    Alguem conseguiu entrar em contato com a Erica? Podemos conversar? Meu email é Pedrordacunha@gmail.com. Grato, Pedro

  27. Benedito Spada comenta:

    8 agosto, 2012 @ 1:50 PM

    sofri uma queda , bati cabeça parte posterior , houve deslocamento do sensor de olfato, e perdi totalmente o olfato, passei a ter muita dor de cabeça, tonturas, vertigens e muitas vezes acompanha de um sintoma ( cheiro ruim ) (estopa queimada, oleo queimado, serragem de madeira verde e outros ) que somente eu sinto , já fiz varias tomografias computadorizadas e varias resconancias magneticas da cabeça mas nada foi diagnosticado , segundo minha médica me disse que possivelmente seja uma Disautonomia cerebral, e que esse cheiro é emitido aleatoriamente pelo cerebro .
    preciso ficar com o cerebro sempre ocupado , trabalhando, a noite tomo medicamentos ( oxcarbamapezina ) e consigo dormir, durante o dia se sentar e tirar um cochilo, acordo com o corpo queimando, e a cabeça doendo e formigando, um mal estar terrivel que vai passando aos poucos.
    se alguem tambem tem essa infermidade e sabe o tratamento entrem em contato comigo.
    obrigado

  28. Jacki comenta:

    11 agosto, 2012 @ 2:54 PM

    Boa tarde,
    Bem, eu fui diagnosticada com disautonomia depois de uma internação hospitalar em função de arritmia e hipotensão ortostática. Meus sintomas se iniciaram há mais ou menos seis meses, com náusea, palpitações, quedas abruptas de pressão para 7/4, 6/3… Tenho intolerância periférica a insulina e insuficiência cardíaca…
    Estou sendo acompanhada por cardiologista e neurologista. Faço uso de FLORINEFE 0,1mg para regular a pressão e evitar os desmaios, exercícios físicos para melhorar a condição cardíaca e PAROXETINA para evitar situações de elevado estresse. Até agora, tem surtido efeito… o FLORINEFE ajudou a diminuir muito o meu mal estar…

  29. ANDRE PORTUGAL comenta:

    17 agosto, 2012 @ 9:15 PM

    Pessoal, tenho 40 anos e há um ano atrás fui diagnosticado com disautonomia, tomei um susto pois os sintomas são muito fortes, tontura, sudorese nas axilas, pressão alta, angina, astenia, mal humor, taquicardia, braquicardia, depressão, pânico, terror noturno e muito mais. Sempre tive uma vida muito ativa e saudável , sou triatleta a mais de de 7 anos e depois de ter passado por algumas situações de muito stress na minha vida familiar e profissional, desencadeei a disautonomia. Durante 3 meses passei na mão de vários médicos cardiologistas, cheguei a dar entrada na emergencia de um hospital com sintomas de enfarto. Só no Hospital do coraçao de Brasilia, após fazer um holter com variabilidade, foi detectada a disautonomia. Desde então, tomo prolaxetina, comecei com 20mg diárias e hj tomo 10mg diáriamente. Comecei a me sentir mais seguro com a medicaçao, voltei a dormir, a relaxar e depois de 4 meses consegui voltar a meus treinos de triathlon e para meu trabalho. As vezes sinto um certo desequilibrio, mas estou conseguindo manter a “razão”. Um tratamento que me ajudou muito foi a meditação, nunca pensei que conseguiria ficar 20 min parado realizando tecnicas de relaxamento, no começo foi uma tortura, mas hoje virou um vício. A natação é um esporte que também ajuda muito no tratamento, tamb’em procurei resolver um dos sitomas que muito me incomodava, a sudorese excessiva nas axilas e encontrei um desodorante chamado ODABAN, com ele resolvi o problema da sudorese e aumentei minha auto estima. Estou a disposiçao para troca de ideias e experiências, meu mail é andre@smartdf.com.br

  30. Angélica de Abreu Meneses comenta:

    28 agosto, 2012 @ 8:05 PM

    Bem ,eu fui diagnosticada com a doença de disautonomia cerebro vascular ,eu sinto muita constipação noturna ,tontura,minha mente foge ,dores de cabeça,mal estar ,falta de ar e sinto como se tivesse um caroço na minha garganta quando engulo ,muitas dores pelo corpo .Mas o que meu médico disse foi que tenho exaqueca que é a mesma coisa que disautonomia .Tenho minhas dúvidas ,por favor alguém me ajude a explicar o que é isso!

  31. Renato Santiago comenta:

    30 janeiro, 2013 @ 11:56 PM

    Sou um ex-atleta sofro com os sintomas relatatos no blog há 8 anos, já falaram muito em disautonomia e já tentei alguns tratamentos, sem sucesso, melhoram uma coisa e pioram outras. Se a ERICA LAGE ainda estiver neste blog, gostaria do nome do médico especialista q ela escreveu sobre meu email: renato.1504@hotmail.com.
    Obrigado

  32. carmitania martins comenta:

    20 fevereiro, 2013 @ 9:05 PM

    tbem recebi este diagnostico em 2012 e estou extremamente preocupada. tenho fibromialgia a mais de 10 anos e acho que tem uma relação estreita com esta doença. to apavorada… dia 22 de fevereiro tenho retorno com neurologista que pediu os exames. to com muito medo, assustada pois a causa e o tratamento são desconhecidos. vocês que tem esse diagnostico entrem em contato pelo meu email. Carmitânia. que Deus nos abençoe e nos cure em nome de Jesus

  33. carmitania martins comenta:

    23 fevereiro, 2013 @ 10:42 AM

    gente, gostaria mt que alguem deixasse um comentario p/ mim pois nem sei se viram o meu. to louca p/ compartilhar pois o medico me tratou mt mal ontem qd levei o resultado p/ ele e ainda disse que e so uma enxaqueca cronica, sequer ouviu meus sintomas, e sinto praticamente todos. um beijo. carmitania
    .

  34. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    23 fevereiro, 2013 @ 10:58 AM

    Carmitânia.
    Faça um consulta com clínico geral e relate os seus sintomas.
    1. Qual o tipo de sintoma?
    2. Quanto tempo ele existe?
    3. Quanto tempo dura quando aparece?
    4. O que faz ele aparecer?
    5. O que faz piorar?
    6. O que faz melhorar?
    7. Tem mais algum sintoma junto?
    8. O que acontece depois que o sintoma desaparece?
    Importante descrever o sintoma em detalhes com suas próprias palavras.
    Exemplos: dor em queimação, dor em facada ..etc

  35. VITÓRIA comenta:

    6 setembro, 2013 @ 11:27 PM

    Olá Pessoal! Infelizmente fiz um exame esse ano de constatou que tenho disautonomia cérebro-vascular, depois disso, decobri que tenho TDAH seguido de dislexia, fora a depressão em nível de tratamento avançado, compreendo o que todos teem passado, mas quem sabe o que tem é quem tem essa doença, que na minha opinião é horrível,ALGUÉM SABE ME DIZER O CID DE DISAUTONOMIA CÉREBRO-VASCULAR ?

  36. Wanessa comenta:

    21 agosto, 2014 @ 6:10 PM

    O meu Doppler é positivo para disautonomia cerebro vascular. Já me consultei com neurologista, cardiologista e psiquiatra sobre isso. Mas até hoje ninguém acha nada que funcione! a pior coisa que sinto é a dor na nuca que vem junto com a dor de cabeça. Isso me deixa irritada, nervosa e com vontade de chorar. Se alguém achou algo sobre isso, por favor, me ajude!

  37. Wanessa comenta:

    29 agosto, 2014 @ 11:31 AM

    Oi Erica Lage! vi seu comentário e gostaria de saber o contato do especialista que falou! pelo menos um e-mail! Vou para la em outubro e gostaria de me consultar também! Obrigada!

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