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Arquivo de 22/maio/2007





22 - maio

AGA avaliação geriátrica ampla: Estado funcional do idoso

Categoria(s): Conceitos, Gerontologia, Programa de saúde pública

Resenha

Colaboradora : Ana Cristina Tosta

* Enfermeira, Pós-graduanda do Curso Saúde e Medicina Geriátrica – METROCAMP

A avaliação geriátrica ampla (AGA) foi iniciada por volta da década de trinta e conseqüentemente através de novos estudos e pesquisadores foi se difundindo tendo seu conceito cada vez mais conhecido. A médica britânica Marjory Warren interessou pela importância da AGA, após ter assumido um hospital com pacientes incapacitados, deu inicio a uma reabilitação a todos, conseguindo a alta para a maioria, depois de um planejamento e um diagnostico preciso teve a indicação para internações em clinicas de longa permanência. A AGA são elementos de um exame clinico eficaz, avaliação neuropsicológicos, e uma avaliação do âmbito social de cada idoso ou uma população.

Basicamente interdisciplinar, objetivando um planejamento do cuidado e um acompanhamento em longo prazo aos idosos, baseado em escalas e testes quantitativos, assim tendo uma visão do idoso como um “todo”. Por ser um método que contem instrumentos que quantificam a capacidade funcional e avaliam limites psicológicos e sociais, há conseqüentemente uma intervenção, no ato da internação, da reabilitação, ou apenas de aconselhamento.

A AGA tem utilidades trazendo benefícios para o idoso em sua individualidade com um diagnóstico preciso determinando o grau e a extensão da incapacidade motora, psíquica e mental, identificando riscos funcionais, estado nutricional, indicando novas especialidades para restaurar e preservar a saúde, estabelecendo medidas de prevenção. Ainda na avaliação individual há a orientação ou observação em mudanças e adaptações ambientais em que vive, reduzindo suas desvantagens e preservando sua independência. Por fim, estabelece critérios para indicação de internação hospitalar ou instituições de longa permanência. A AGA também consiste em benefícios a nível populacional, onde se avalia a capacidade funcional e a qualidade de vida, assim identificando populações de riscos para medidas de prevenção, servindo de planejamento para ações e políticas de saúde.

A Organização Mundial de Saúde conceitua e classifica três diferentes domínios em que um determinado dano ou lesão pode causar disfunção para o paciente (BRASIL, 1995):

1. Deficiência (Impairment) – anomalia ou perda da estrutura corporal, aparência ou função de um órgão ou sistema;

2. Incapacidade (Disability) – restrição ou perda de habilidades;

3. Desvantagem (Handicap) – restrições ou perdas sociais e/ou ocupacionais experimentadas pelo indivíduo.

Conclui-se que a avaliação geriátrica ampla tem como objetivo identificar as deficiências, incapacidades e desvantagens que os idosos apresentam, quantificando e identificando os mais frágeis e de alto risco, estabelecendo medidas preventivas, terapêuticas e de reabilitação, resultando em aconselhamento apenas, ou internação em hospitais ou clínicas de longa permanência. (1)

Porém há estudos que indicam falhas nestas avaliações geriátricas amplas, por não serem adaptadas na utilização para nossa população. Apenas 2 são adaptadas ao Brasil, e mesmo assim são usadas sem uma adaptação formal prévia, onde a avaliação é incompleta e pouco sistematizada no Brasil.(2)

Referências:

1-Costa,E.F.de A.; Monego,E.T. Avaliação Geriátrica Ampla. Revista da UFG, vol.5, n 2, Dez.2003 [on line]

2-Paixão Jr.,C.M.; Reichenheim,M.E. Uma revisão sobre instrumentos de avaliação do estado funcional do idoso. Cad. Saúde Pública vol.21, n1, RJ, jan/fev.2005.

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22 - maio

Acidente vascular cerebral – Aspectos clínicos

Categoria(s): DNT, Emergências, Neurologia geriátrica, Terapeuta ocupacional

Painel

Os acidentes vasculares cerebrais (AVCs) são doenças que acarretam alta mortalidade e morbidade, além de consumir enormes recursos da sociedade.

Os AVCs incidem predominantemente em indivíduos acima da meia-idade (sua incidência se duplica a cada década acima dos 55 anos). O fator de risco mais importante é a hipertensão arterial sistêmica, seguida do diabetes mellitus, ambos levando a aterosclerose.

No caso dos AVCs embólicos, o principal fator de risco é a doença cardíaca (infarto do miocárdio, valvopatias, insuficiência cardíaca congestiva, disritmias).

Diagnóstico

O elemento essencial do diagnóstico é a história e o exame fisico-neurológico. Devendo-se buscar informações sobre o início e evolução dos sintomas e sinais.
lobos

Os AVCs se caracterizam por:
1. Seu perfil evolutivo, com início abrupto dos sintomas, instalando-se o máximo do défice em horas, com posterior regressão.
2. Evidência de lesão focal no sistema nervoso central.
3. Quadro clínico correspondente a disfunção do território de irrigação de determinada artéria ou ramo arterial cerebral

  • a) Artéria carótida interna – oclusão, algumas vezes assintomática. Hemiplegia, hemi-hipoestesia, hemianopsia homônima contra lateral, cegueira monocular ipsilateral passageira (amaurose fugaz) e afasia (em se tratando do hemisfério dominante para a fala, geralmente o esquerdo).
  • b) Artéria cerebral anterior – Paresia e hipoestesia no membro inferior contra lateral, assim como reflexo de preensão e rigidez paratônica, incontinência urinária, abulia, distúrbio mental tipo síndrome de Korsakoff e síndrome frontal. Se a lesão e do hemisfério dominante: perda da iniciativa da fala.
  • c) Artéria cerebral média – É a mais comum; hemiparesia; hemi-hipoestesia; hemianopsia homônima contra lateral (predomínio da paresia facio-braquial); apraxia, agnosia e afasia (hemisfério dominante).
  • d) Artéria cerebral posterior – Hemianopsia homônima contra lateral, as vezes agnosia visual, alexia sem agrafia, distúrbios da memória; hemiparesia e hemi-hipoestesia contralaterais discretas.
  • e) Artéria vertebral – Freqüentemente síndrome de Wallenberg – hipoestesia táctil/dolorosa na hemiface ipsilateral e nos membros contralaterais, vertigem, náuseas, vômitos, nistagmo, síndrome de Horner ipsilateral, rouquidão, ataxia (membros ipsilaterais, com queda para este lado).
  • f) Artéria basilar (geralmente a oclusão e no terço inferior, no local de uma placa aterosclerótica) – Vertigem, tetraparesia com sinal de Babinski bilateral, paresia do olhar conjugado horizontal (e vertical), défice visual binocular (amaurose) ou hemianopsia, défice sensitivo bilateral, geralmente coma.
  • g) Território carotídeo – amaurose fugaz monocular, afasia.
  • h) Território vertebro – basilar – défice de nervos cranianos.

Diagnóstico diferencial

Os AVCs devem ser diferenciados da maioria dos processos expansivos cerebrais (neoplasias, abscessos, granulo-mas, hematomas subdurais) por estes terem uma instalação mais lenta e gradual no decorrer de semanas, geralmente sem regressão do quadro, a não ser que recebem tratamentos específicos.

Pode haver problemas nos diagnósticos diferenciais com: enxaqueca, crise epiléptica focal com sintomas sensitivos, traumatismo crâneo-encefálico, esclerose múltipla, encefalopatia por hipertensão arterial, quadros sincopais, vertiginosos, amnésia, diplopias, disartrias, narcose por hipoventilação.

Glossário

Abulia – distúrbios da personalidade
Afasia – comprometimento dos dispositivos corticais relacionados à função da linguagem (sinônimo – disfasia)
Agnosia – perda da capacidade de reconhecer objetos ou símbolos utilizando um dos cinco sentidos.
Agrafia – Incapacidade de reconhecer a letras ou símbolos gráficos.
Amaurose – cegueira total
Apraxia – impossibilidade de executar, correta e apropriadamente, atos voluntários, embora não apresente qualquer paralisia ou desordem de tipo sensitivo, atáxico, hipercinético, gnósico ou mental. (sinônimo – dispraxia)
Ataxia – Desordens da coordenação motora e do equilíbrio.
Hemianopsia – perda da visão do objeto abrangendo a metade dos campos visuais, ou apenas de um só quadrante.
Hemiparesia – défice parcial da capacidade de executar movimentos voluntários em metade do corpo.
Hemiplegia – perda da total da capacidade de executar movimentos voluntários em metade do corpo.
Hipoestesia – diminuição da sensibilidade tátil, térmica e dolorosa em uma região corporal.

Referência

Laboratório de Neurociências da USP[on line]

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