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Arquivo de 18/maio/2007





18 - maio

Envelhecimento do sistema endócrino

Categoria(s): Biogeriatria, Bioquímica, Endocrinologia geriátrica, Saúde Geriátrica

Painel

Os hormônios podem ser entendidos como substâncias que agem como mensageiros, levando informações às células e determinando o direcionamento de sua performace, aumentando ou diminuindo o trabalho metabólico. Os hormônio interferem em uma ou várias funções celulares, ativando enzimas, regulando a permeabilidade das membranas, regulando funções nucleares, etc.

Com o envelhecimento ocorre diminuição da síntese de determinados hormônios, principalmente o hormônio de crescimento (GH), o estrogênio, a deidroepiandrosterona (DHEA), cujos níveis séricos servem como indicador do grau de envelhecimento, e, em menor grau, os hormônios tireoideanos e a testosterona.

As causas mais comuns do declínio hormonal é a diminuição da mensagem que o sistema nervoso central (hipotálamo) envia as glândulas, bem como o próprio envelhecimento glandular.

O hormônio de crescimento (GH) ou somatotrofina, polipetídeo produzido na hipófise anterior, encontra-se diminuído (25% do valor máximo que ocorre na puberdade) em 50% nas pessoas acima dos 60 anos. Seu funcionamento é regulado por dois hormônios hipotalâmicos o hormônio regulador da somatotrofina (GHRH) que promove a sua liberação é a somatostatina * que promove sua inibição. Seu maior pico diário ocorre durante a fase de sono, e a maior produção máxima durante a puberdade, entre 10 e 17 anos. Dai o ditado popular que crescemos enquanto dormimos.

O GH é considerado o hormônio anti-envelhecimento, pois, sabe-se que a reposição deste hormônio promove a reversão parcial, porém significativa de determinas funções do organismo, como, melhora do rendimento cardíaco, da força e massa muscular, da pele, do humor, da memória, das funções sexuais e do estado imunológico.

Estas modificações orgânicas não são responsabilidade somente do GH, mas também de substâncias de sua biotransformação hepática, o fator de crescimento insulina simile (IGF-I e IGF-II).

Deidroepiandrosterona (DHEA)
– Esteróide produzido pelo córtex da supra-renal e gônadas, precursor da testosterona e seu sulfato (S-DHEA) diminui com o envelhecimento. Sendo, inclusive, utilizado com marcador biológico do envelhecimento. Seus níveis baixos, sugerem graus avançados de aterosclerose, maior probabilidade de doenças cardiovasculares, tumores malígnos, declínio das funções cerebrais e surgimento de síndrome metabólica (resistência à insulina).

Estrogênios – Freqüentemente, relacionamos os estrogênios com as funções reprodutivas das mulheres, esquecendo-se de suas importantes ações no sistema límbico (amígdalas, hipocampo, septo lateral). O cérebro possui grande quantidade de receptores estrogênicos, responsáveis pelas funções de comportamento sexual, memória (veja doença de Alzheimer) e homeostasia. A diminuição da produção dos estrogênios interfere não somente no sistema reprodutor feminino (atrofia do epitélio vaginal, vagina sêca), mas também, no sistema urológico (incontinência urinária, cistite de repetição), no sistema osteoarticular (osteoporose), sistema muscular (sarcopenia), sistema cardiovascular (hipertensão, cardiopatia isquemica), sistema venoso (varizes, trombose, flebites), e sistema imunológico. A produção dos estrógenos pelos ovários ocorre por ação do hormônio folículo estimulante (FSH) que como o próprio nome diz estimula os folículos ovarianos a produzir estrógenos. O FSH é produzido na adenohipófise por estímulo do GNRH.

Testosterona – O declínio da testosterona com o envelhecimento é multifatorial. Inúmeras alterações testiculares ocorrem com o envelhecimento, como diminuição do peso, redução das células de Leydig, vacuolização e depósitos de pigmentos lipofuscina no citoplasma celular. Entretanto, o principal motivo da baixa produção, decorrente da idade, se dá por alterações no eixo hipotálamo-hipofise. Os níveis de hormônio luteinizante (LH)** não se apresenta aumentado apesar dos níveis reduzidos de testosterona.

A queda deste hormônio causa diminuição da libido, impotência, redução da força muscular, do apetite e das funções cognitivas. Ver mais

O envelhecimento glandular também está presente na tireóide, na paratireóide, supra-renal e pâncreas. Promovendo a diminuição da taxa de metabolísmo, obesidade, e rarefação óssea (osteoporose). Em verdade, o sistema endócrino é extremamente complexo e imbricado, onde o envelhecimento de uma determinada glândula acaba por afetar todas as demais. É, constitui uma das teorias para explicar a senescência, ou seja, o envelhecimento do ser humano.

* Somatostatina – A somatostatina é um peptídio hipotalâmico que estimula a produção de FSH, LH. A somatostaina inibe a liberação de hormônio do crescimento (GH) e da prolactina (PRL).

** Hormônio Luteinizante – O hormônio luteinizante é produzido na adenohipófise por estímulo do hormônio regulador de gonadotrofina (GNRH) de origem hipofisária. O LH tem estímulo trófico sobre as células do estroma ovariano, que possuem receptores para LH e produz os esteróides, principalmente testosterona e androstenediona.

Referências:

Kanaan S, Garcia MAT, Carvalho CB, Cárcano FM – Alterações laboratoriais hormonais em geriatria. JBM 89(5/6):12-24,no/dez,2005.

Lent R – Cem Bilhões de Neurônios: Conceitos Fundamentais de Neurociência. Editora Atheneu/Faperj 2001.

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