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Arquivo de 14/maio/2007





14 - maio

Envelhecimento dos olhos

Categoria(s): Biogeriatria, DNT, Oftalmologia geriátrica

Revisão

Com o envelhecimento inúmeras alterações morfológicas ocorrem na coróide, no epitélio pigmentar e na retina, ou, também, perdas funcionais dos bastões, dos cones e de outros elementos neurais (figura) que causam reduções da acuidade visual.

Os músculos oculares sofrem atrofia, levando aos idosos, freqüentemente, dificuldades de virar os olhos para cima ou manter a convergência, ocasionando erros de refração.

olho

Pálpebras e cílios – Com a idade a pele da pálpebra torna-se flácida e redundante ocasionando a formação do entrópio e do ectrópio. O Entrópio – ocorre quando a margem da pálpebra está virada para dentro e os cílios acabam raspando os olhos. Pode ser decorrente de traumas, relacionado à idade ou conseqüência de inflamações crônicas do olho ou queimaduras químicas. O Ectrópio – acontece quando a margem da pálpebra está virada para fora, expondo a parte interna das pálpebras e afastando-se dos olhos. Pode acontecer por “cicatrização” anormal da pele exposta ao sol, em indivíduos de pele muito branca ou relacionada à idade. O tratamento em ambos os casos é cirúrgico.

Blefarite é uma inflamação nas pálpebras. A inflamação ocorre nas glândulas que secretam gordura localizadas na pálpebra superior e inferior. A condição pode ser crônica ou recorrente. Os sintomas incluem: fotofobia, prurido, olhos vermelhos, lacrimejamento, secreção ocular, crostas nas pálpebras podendo, também, ocorrer úlcera palpebral. A blefarite pode evoluir para uma conjuntivite. O tratamento inclui: limpeza diária do local com água morna e shampoo neutro. Em certos casos é necessário o uso de colírio e/ou pomada de corticóide leve. Caso tenha infecção por bactéria o uso de antibiótico tópico é necessário.

Glândulas lacrimais – Nos idosos a redução das secreções lacrimais pode acarretar ressecamento ocular que leva a irritação e desconforto, podendo levar a lesões da superfície da córnea. A utilização de lágrima artificial, regularmente, é o tratamento indicado.

Cristalino – Com o envelhecimento ocorre um aumento do tamanho do cristalino à medida que se acumulam fibras velhas em seu núcleo. O núcleo torna-se mais compacto e rígido (esclerose nuclear), aumentando a força relativa do cristalino e agravando os quadros de miopia (dificuldade de focar objetos distantes). Outra alteração da refração visual que ocorre com o envelhecimento é o desenvolvimento da presbiopia (dificuldade de focar objetos próximos) devido a esclerose nuclear do cristalino e a atrofia da musculatura ciliar. Os idosos apresentam perda da reserva da capacidade de acomodação da musculatura ciliar do cristalino agravando a hipermetropia ou a miopia.

Acomodação da Visão – Para que as pessoas possam enxergar os objetos o olho coloca em andamento um mecanismo chamado “acomodação“, onde por meio da ação do músculo ciliar, consegue-se modificar a espessura do cristalino (uma lente biconvexa situada no interior do olho), aumentando ou diminuindo a sua potência. Isto faz com que a imagem de um objeto se forme na retina conseguindo assim ver-la com nitidez.

Miopia é o nome dado ao erro de refração da luz no olho, o que acarreta uma focalização da imagem antes de chegar à retina. Uma pessoa míope consegue ver objetos próximos com nitidez, mas os objetos distantes são visualizados como se estivessem borrados (desfocados).

A hipermetropia ocorre quando o olho é mais curto do que o normal. Esse formato faz com que as imagens sejam focadas atrás da retina em vez de na própria retina. Essa condição normalmente é hereditária. As pessoas hipermétropes têm uma visão embaçada a qualquer distância – a menos que façam um esforço constante para manter o foco, o que pode causar tensão, dores de cabeça e fadiga ocular.

A presbiopia começa a manifestar-se aproximadamente entre os 40 e os 50 anos de idade, e seus sintomas iniciais são muito claros: a pessoa se afasta do que esta lendo ou fazendo para melhorar a sua visão e precisa também mais luz para ler. A presbiopia afeta por igual a míopes e hipermetropes.

Córnea – Outra estrutura que sofre com o envelhecimento é o endotélio da córnea, e como estas células raramente se proliferam durante a vida adulta, a população diminui, promovendo a formação de irregularidades na face interna da câmara anterior, na qual podem se acumular pigmentos, levando a uma diminuição da acuidade visual.

Cegueira – As causas mais freqüentes de cegueira nos idosos são degeneração macular senil, cataratas, glaucoma e retinopatia diabética.

Catarata – A catarata é a denominação dada a qualquer opacidade do cristalino*, que não necessariamente afete a visão. É a maior causa de cegueira tratável nos países em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial de Saúde, há 45 milhões de cegos no mundo, dos quais 40% são devidos à catarata. As causas não estão bem definidas, porém estudos epidemiológicos revelam associação de catarata à idade. Assim, estima-se que 10% da população norte-americana têm catarata e que esta prevalência aumenta em 50% no grupo etário de 65 a 74 anos, enquanto em pessoas acima de 75 anos a incidência aumenta para 75%. Veja mais

Degeneração macular senil – Em 2002, Conselho Brasileiro de Oftalmologia apontam que aproximadamente 2,9 milhões de brasileiros, com mais de 65 anos de idade, apresentam casos de degeneração macular senil, também conhecida como degeneração macular relacionada à idade (DMRI), e com o aumento da expectativa de vida, é natural que este número se eleve. A moléstia afeta cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo a maior causa de cegueira a partir dos 50 anos, nos EUA e responsável por 50% dos casos de cegueira no Reino Unido.

Por DMRI conhecemos os danos ou falência da mácula, uma região muito pequena e central da retina que é responsável pela precisão da “Visão Central”, a qual usamos para ler, dirigir, reconhecer fisionomias, etc. É o ponto da retina no qual os raios de luz se encontram após serem focados pela córnea e pelo cristalino do olho (veja a figura). Se a mácula estiver lesada o olho ainda vê objetos nos lados “Visão Periférica” pois somente a parte central da visão é bloqueada, é como se uma mancha fosse feita no centro de uma gravura e as imagens ao redor da área manchada ainda pudessem ser estar claramente visíveis.Cerca de 90% da sua forma clínica de apresentação é do tipo seca ou geográfica, menos grave, com menor perda da visão central. A forma exsudativa, embora menos freqüente, assume quadros muito mais graves. Evolui com membranas neovasculares sub-retinianas que podem ser clássicas, ocultas, mistas, disciformes tardias, além dos descolamentos do epitélio pigmentar. A forma seca pode, eventualmente, progredir para a forma exsudativa.Efeito das radiações Ultravioleta – luz solar é uma fonte significativa das radiações UV, que são divididas em duas faixas principais, a UV-A e UV-B. UV-A é a radiação de comprimento de onda mais longa, perto do azul no espectro visível e a que normalmente induz à Degeneração da Macula entre as pessoas acima de 60 anos. Veja mais

Glaucoma – O glaucoma é um distúrbio caracterizado por aumento da pressão intra-ocular que pode causar uma diminuição de visão, variando de perda pequena à cegueira absoluta. Uma gonioscopia competente do ângulo da câmara anterior é essencial para o diagnóstico apropriado e classificação dos glaucomas

Como toda a luz que entra no olho deve passar pelo cristalino, qualquer parte do mesmo que bloqueie, distorça ou difunda a luz pode alterar a visão. O grau de deterioração da visão depende da localização da catarata e de quão densa (madura) ela está. Frente à luz intensa, a pupila contrai, estreitando o cone de luz que entra no olho, de modo que a luz não consegue passar facilmente através da catarata. Por essa razão, as luzes intensas são especialmente incômodas para muitos indivíduos que apresentam catarata, os quais enxergam halos em torno de lâmpadas, clarões e difusão da luz. Veja mais

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