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Doença de Parkinson – Tratamento

Categoria(s): Biogeriatria, Enfermagem, Fonoaudiologia, Neurologia geriátrica, Terapeuta ocupacional




Doença de Parkinson – Tratamento

A doença de Parkinson (DP), doença degenerativa do sistema nervoso central, ocasionada pela perda de neurônios dopaminérgicos na substância negra pars compacta do cérebro, sem etiologia definida, tem seu diagnóstico feito como na época de seu descobridor Dr James Parkinson, ou seja, através da história clínica, exame físico geral e neurológico, em 1817 (veja os sinais clínicos da DP no final do texto). Este fato, retarda o início do tratamento, pois muitas vezes, chega ao neurologista nas fases intermediárias e avançadas da doença. Atualmente, as técnicas como a cintilografia cerebal (Spect) com marcadores tipo beta CIT podem sugerir o diagnóstico.

parkinEsta doença tem um curso médio de 15 anos após o diagnóstico, dai a importância do diagnóstico precoce e início do tratamento, mudando a evolução da doença.

O tratamento da DP é direcionado de acordo com a fase clínica em que doença se encontra. Logo no início, não há necessidade de medicamentos, devendo o paciente ser orientado à praticar de exercícios sob a orientação de um profissional de educação física, ter uma alimentação orientada por nutricionista, fonoaudióloga (previnindo distúrbios da fala e deglutição) e prática laboral com orientação de um terapeuta ocupacional. Nesta fase, os vários profissionais da área da saúde, trabalhando em conjunto retardam a progressão da doença.

Quando os sintomas passam a interferir nas atividades da vida diária do paciente, podem ser prescritos medicamentos como selerginina, amantadina, agonistas dopaminérgicos e anticolinérgicos. Porém, ainda é a levodopa a droga de primeira escolha, por ser mais potente, de ação rápida e que oferece melhor qualidade de vida aos pacientes. A dose inicial é de 100 mg diárias, feitas em três a quatro tomadas, com intervalos de quatro a seis horas.

A levodopa é muito bem tolerada, e seus efeitos colaterais mais freqüentes são, dores estomacais, náuseas, tonturas e sonolência. A levodopa não deve ser tomada com leite ou com alimentos ricos em proteínas.

Discinesia – A discinesia se caracterizam por movimentos anormais e involuntários que podem estar presentes durante boa parte das horas de vigília de uma pessoa com DP. Os tipos de flutuação motora (discinesias) mais comuns das complicações do tratamento da DP com a levodopa são a “deterioração-de-final-de-dose” (wearing-off) e as flutuações aleatórias, também conhecidas como “fenômeno on-off”.

A deterioração-de-final-de-dose está associada ao perfil farmacocinético da droga (com o uso da levodopa em intervalos regulares, a concentração da droga cai entre a final da dose e o começo da ação da dose seguinte, com isso os neurônios dopaminérgicos são estimulados de forma intermitentes). O “fenômeno on-off”, também é conhecido como efeito ioiô. Neste fenômeno ocorre uma mudança brusca do estado de mobilidade do paciente sem que haja uma relação com o horário de tomada das doses da levodopa.

Em alguns pacientes, à medida que a doença progride o estado on pode ser tão curto quanto 30 ou 40 minutos. Quando o wearing-off se instala, a tendência natural em acrescentar novas doses de levodopa não é a melhor medida, pois cada vez mais novos acréscimos terão de ser feitos com o tempo, fazendo com que o indivíduo venha a tomar uma dosagem inviável de levodopa em pouco tempo.

A melhor estratégia para evitar a estimulação intermitente dos neurônios pela levodopa, é estabelecer uma estimulação dopaminérgica o menos descontínua possível, com a ajuda de medicamentos que mantêm uma maior concentração de dopamina circulante, como os inibidores da catecol-O-metil-transferase (COMT), a entacapona e a tolcapona. A combinação dos fármacos facilitam a vida do paciente, uma vez que a administração pode ser de 1 vez ao dia, permitindo uma concentração sangüínea estável. (Formulação indicada: 50 mg de levodopa + 12,5 mg de carbidopa + 200 mg de entacapona).

Seleginina – a seleginina, também conhecida com o nome de L-deprenil, atua inibindo irreversivelmente a enzima monoaminoxidase B (MAO-B) que tem uma distribuição generalizada no cérebro. No metabolismo da DA cerebral, a MAO-B, depois de liberada na sinapse, é recaptada pelo neurônio pré-sináptico. Dentro do neurônio e das células da glia a MAO-B degrada a dopamina. Enquanto a MAO-B parece atuar especificamente sobre a dopamina, a MAO-A preferentemente atua sobre a tiramina, serotonina (5-HT) e norepinefrina (NE).

Anticolinérgicos – os anticolinérgicos foram utilizados empiricamente na DP desde há longa data e sua atuação hoje pode ser explicada pela preponderância de acetilcolina observada no estriado dos pacientes com diminuição da neurotransmissão dopaminérgica a partir da substância negra. Estas drogas são razoavelmente eficazes sobre o tremor e a rigidez muscular, mas a atuação sobre a acinesia, que é o sintoma mais debilitante da DP, é desprezível. Reservamos os anticolinérgicos para aqueles pacientes com formas unilaterais ou predominantemente assimétricas e nos quais a acinesia não é significativa.

Amantadina – a amantadina é uma outra opção no tratamento dos pacientes nas fases iniciais da DP. Seu mecanismo de ação não está totalmente esclarecido, mas há evidências de que aumente a liberação de DA para a fenda sináptica. Sabe-se que também apresenta um fraco efeito anticolinérgico e mais recentemente foi demonstrado exercer uma ação bloqueadora de receptores N-metil-D-aspartato (NMDA).

Inibidores da colinesterase (IChEs)  – donepezila, rivastigmina e galantamina têm indicação nos estágios leve a moderado, com benefícios para os sintomas cognitivos, função e comportamento ao longo da evolução da doença.

Agonistas da dopamina – Os agonistas DA atuam diretamente nos receptores da dopamina. Há duas famílias de receptores DA: os receptores D1, estimuladores da enzima adenil ciclase e os receptores D2, indutores de inibição da adenil ciclase. Os agonistas mais utilizados são a bromocriptina, a pergolida e mais recentemente o pramipexol. Os agonistas são drogas mais potentes que os anticolinérgicos e a amantadina (mas menos que a levodopa) e costumam ser reservados para aqueles pacientes um pouco mais sintomáticos.

Terapias gênicas

O número de genes da DP tem aumentado rapidamente. Muitos genes têm sido descritos em famílias específicas. A ênfase atual das bases genéticas da DP objetiva desvendar a etiologia da doença, contribuindo para a terapia. Os estudos indicam que há novas perspectivas para o tratamento da DP com base nos conhecimentos adquiridos com a genética. A transferência de células embrionárias pode ajudar a melhorar a qualidade de vida dos afetados pela DP e a terapia gênica já tem sido testada em seres humanos.

Referências:

Ferraz HB, Borge V – Doença de Parkinson Rev. Bras. Med. 2004: 59(4):207-219.

Siderowf, A; Stem, M. Update on Parkinson disease. Annals of Internal Medicine 2003; 138 (8):651-658.

Ribeiro EM, Dantas CCB,Medeiros ACC, Arruda AP, Carvalho MDF.Bases genéticas da doença de Parkinson. Rev Bras Med 2004;61(6):388-398.

Kruger, R. Parkinson disease, genetic types. Orphanet Encyclopedia, August 2003 [on line]

Freed, C. R.; Greene, P. E.; Breeze, R. E. et al. Transplantation of Embryonic Dopamine Neurons for severe Parkinson’s disease. NEJM 2001; 344 (10):710-719.

Kaplitt, M. Parkinson’s patient given gene therapy.[on line]

Sinais da DP – Os sinais mais freqüentes são: tremores de repouso, diminuição da velocidade dos movimentos (bradicinesia), rigidez e comprometimento dos reflexos posturais; marchas com passos pequenos, dificuldades para se levantar da cama ou cadeira, fácies inexpressivas, dificuldades para falar, engolir, salivação abundante (sialorréia), engasgos, intestino lento, hipotensão postural e déficit cognitivo.

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57 Comentários »

  1. Larissa comenta:

    13 novembro, 2007 @ 1:33 PM

    Gostaria de receber algumas informações sobre a história natural da doença de parkinson

  2. Daniela comenta:

    19 novembro, 2007 @ 8:02 PM

    É um absurdo o artigo referir que é importante procurar um Nutricionista afim de se evitar engasgos! O profissional inserido, altamente capacitado e que estuda e publica muito internacionalmente nessa área (DISFAGIA) é o FONOAUDIÓLOGO!
    O nutricionista cuida do aporte calórico-nutricional, mas quem verifica quais consistências a pessoa pode ingerir, quais exercícios são necessários para recuperar o reflexo de deglutição etc é o Fonoaudiólogo!
    Favor corrigir isso
    Grata

  3. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    21 novembro, 2007 @ 7:17 AM

    Dra Daniela.
    Reparada a falha.
    Gostaríamos de receber textos (modelo internet) à respeito do assunto para divulgarmos e esclarecermos os geriatras, gerontólogos e o público em geral das atuações dos fonoaudiólogos na área.
    Att
    Prof Armando

  4. Sandra Lima comenta:

    23 novembro, 2007 @ 4:09 PM

    LI TUDO Q VCS. TINHAM A RESPEITO DA DOENÇA DE PARKINSON FOI MUITO ESCLARECEDOR, MEU ESPOSO TEM A DOENÇA OS SITOMAS DE TREMOR APARECEU NO FINAL DE 2004, ELE TINHA 49 ANOS NA EPOCA . QUERO Q VCS ABORDEM O ASSUNTO SOBRE AS DIFICULDADES Q A PESSOA Q TEM A DOENÇA EM RELAÇÃO AO SEXO, POIS NÃO É MUITO FACIL ACHAR SOBRE ESTE ASSUNTO ESPECIFICAMENTE, OBRIGADO.

  5. mônica comenta:

    17 maio, 2008 @ 10:13 AM

    vcs não colocaram no artigo as orientações e cuidados com os pacientes portadores da Dç. de Parkinson. Obrigada.

  6. erik coelho comenta:

    2 setembro, 2008 @ 9:10 PM

    GOSTEI MUITO DA INFORMAÇAO QUE FOI DADA MAS QUERIA MAS,,, QUERIA ENTENDER MELHOR ESSA DOENÇA,, QUERIA TAMBEM SABER SE COM ESSE TRANSPLANTE DE CELULA TRONCO RESOLVERIA , OU MELHOR CURARIA ESSA DOENÇA QUE TANTO ENCOMODA AS PESSOAS QUE A TEM,, POR FAVOR ME DE INFORMAÇOES SOBRE O ASSUNTO ME MANDE TUDO QUE TIVER E SE EXISTE ALGUMA PROBABILIDADE DE CURA,,…..

  7. Gustavo comenta:

    23 setembro, 2008 @ 11:23 AM

    Tenho tentado me informar a respeito de DP, porén tenho deparado com um turbilhão de duvidas.
    Gostaria de saber como posso identificar algum “sintoma” (sinal) de DP em uma pessoal, sem que seja tremores.
    Moro com minha avó (72 anos), super saudavel por sinal, faz caminhadas frenquentimente, se alimenta bem, porém de dois anos pra cá com a perda de minha Tia, filha da mesma, tem se agravado muito os tremores. Treme até mesmo a mandibula. Gostaria de algum auxilio para tentar observar algum outro sinal, ou saber se esses tremores podem ser de outra causa que tambem podem gerar-los.
    Já levamos ela ao neurologista, qual diz que pode ser de um desgaste psico referente a grande perca na familia.
    Gostaria da opinião de algum especialista, que aqui estiver e se dispuser a me auxiliar.
    Desde já Obrigado..

  8. susana comenta:

    14 outubro, 2008 @ 7:16 AM

    isto tem cura

  9. Nathalia comenta:

    8 novembro, 2008 @ 9:20 AM

    todo esse tratamento pode obter a cura …

  10. marcelo comenta:

    20 novembro, 2008 @ 7:51 PM

    eu sofro da doença de parkinson e queria faze o tratamento mais naminha cidade nao ten um medico sobre o asunto eu tenho 18 anos

  11. Maria Alva comenta:

    24 novembro, 2008 @ 7:53 AM

    O site e bem informativo. Gostaria de saber tambem se existe algum tipo de tratamento a base plantas (tratamento natural) que venha ajudar a pessoa com DP. Pois o tratamento a base de dopamina trazem muitas reacoes, que as vezes pioram o estado da pessoa.

  12. Maria Cristina comenta:

    6 dezembro, 2008 @ 4:43 PM

    minha tem DP e já se encontra em estado avançado.Ela não não anda mais e ultimamente não toma nenhuma medicação, antes tomava mantidam.Gostaria de saber se ela pode continuar o tratamento com o esse remédio, até pq é muito difícil conseguir um consulta pra neurologista onde moro.Gostaria de saber se há uma alimentação específica para portadores de DP.

  13. VANIA SILVA comenta:

    17 fevereiro, 2009 @ 1:35 PM

    OLÁ, GOSTARIA DE SABER QUAL O PRIMEIRO SINTOMA DO MAL DE PARKINSON .POIS MEU PAI SOFRE DELA A MAIS DE 15 ANOS E NÃO PERCEBEMOS NA VERDADE QUAL FOI O PRIMEIRO SINTOMA! MUITO OBRIGADA

  14. Caudia comenta:

    28 fevereiro, 2009 @ 9:55 PM

    gostaria de saber se é verdade que nas cirurgias não se aplica anestesia pq tenho uma conhecida q tem a doença e falaram com ela q não se usa anestesia e o medico dela indicou a cirurgia

  15. giselda comenta:

    4 março, 2009 @ 12:00 PM

    GOSTARIA DE SABER MAIS SOBRE PARKINSON.
    MINHA MÃE TEM ESSE PROBLEMA, DESCOBRIMOS HA 5 ANOS, ESTÁ FAZENDO TRATAMENTO, MAS AGORA, DEU PARA SENTIR MUITAS DORES NAS PERNAS E FRIO.
    AS PERNAS FICAM FRIAS, DORES TORAXICAS.
    O QUE MAIS PODE VIR ACONTECER NO FUTURO ?
    GOSTEI DA MATERIA MAIS ISSO QUE ESTA ESCRITO AI EU JÁ SEI, QUERIA SABER O FUTURO.

  16. regina helena comenta:

    5 março, 2009 @ 4:37 PM

    gostaria de saber , quantos anos a pessoa pode viver com essa doença , e gostaria de receber algumas informações , pois estou com meu pai assim !! meu endereço é
    estrada dos bandeirantes 3480-rua zumba 394 – jacarepagua – rio de janeiro – cep;22775-110
    regina helena quirino thomaz

  17. Maria da Penha Meireles comenta:

    19 março, 2009 @ 3:27 PM

    Meu pai tem a DP ja a quase 15 anos, a um ano atrás ele vem desenvolvendo uma agressividade muito grande, violento, quer quebrar tudo, bater em todo mundo, enfim uma reação que ele nunca teve, ja tentei com o neuro achar um remedio que o deixasse mais calmo, menos agitado, pois na última semana tive que leva-lo ate o hospital para aplicarem algo que ele ficasse dormindo(fenergan/diazepan) só assim ele dorme e fica calmo, o neuro dele disse que essa agressividade não tem nada a ver com oa DP, até no psiquiatra eu ja levei e vou levar em outro amanhã. Gostaria de saber o que devo fazer para que ele melhore, que tipo de médico devo ir, pois ja fui a vários e não estou vendo efeito com essa agressividade………..aguardo uma resposta caso vcs possam me ajudar

    obs.; Moro no interior do ES..

  18. nadma luciane comenta:

    22 março, 2009 @ 11:15 PM

    Oi meu pai foi diagnosticado com parkinson, esá no começo da doença, uma médica indicou o remédio contam para ser tomado juntamento com o prolopa, fiquei muito preocupada com as possíveis reações dos remédios, gostaria de saber se como está no início poderia ser tomado um remédio mais leve, menos invasivo, se a medicação pode acelerar o processo, fiquei realmente preocupada.

  19. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    23 março, 2009 @ 7:32 PM

    Maria da Penha

    Existe a necessidade de se investigar o que está causando a agressividade do seu pai. A Dp geralmente não causa estes surtos de agressividade (psicose), mas os medicamentos podem causar.

    Os antidepressivos e antipsicóticos (medicamentos neurolépticos), freqüentemente, têm efeito anticolinérgico , causando, confusão, retenção urinária, constipação e boca sêca. O quadro agudo mais crítico e dramático que se caracteriza por rigidez importante, hipertermia, tremor, alteração do estado mental, disfunção do sistema autonômico (alterações do ritmo cardíaco, intestinal, urinário), elevação da taxa sangüínea dos leucócitos e da enzima creatinofosfoquinase, recebe o nome de síndrome neuroléptica maligna (SNM)

    A SNM é uma reação idiossincrática ao uso deste neurolépticos, tendo já sido descrita como ocasionada pela retirada de agentes antiparkinsonianos e drogas depletoras de dopamina. O agente causal mais frequente é o haloperidol. Lavie e col. relataram história de uso de haloperidol em 55% dos 55 casos de SNM estudados. Os mesmos autores citam a clorpromazina como envolvida em 29% dos casos. Diversas outras drogas têm sido citadas como causadoras de SNM entre elas flufenazina, lítio, tioridazina, clozapina, metoclopramida, tetrabenazine, ecstasy, carbamazepina, entre outras.

    SNM constitui uma complicação do uso de neurolépticos mais comum do que se imaginava devendo seu diagnóstico e manejo ser do conhecimento não só do psiquiatra e neurologista mas também do geriatra, fato este que pode levar ao diagnóstico mais precoce da síndrome, o qual contribui decisivamente para o sucesso do tratamento e para o completo restabelecimento dos indivíduos acometidos.

    Assim, antes de conversar com o psiquiatra faça uma lista com todos os medicamentos que ele está tomando e a quanto tempo. Liste, também, todos os medicamentos que ele já utilizou e se interrompeu buscamente algum deles.

  20. Aspirante à Neurocientista comenta:

    31 março, 2009 @ 10:43 AM

    Bom é vou escrever é apenas uma sujestão. Tenho desenvolvido um modelo experimental da doença de Parkinson em cobaias a algum tempo. Os resultados cujo qual cheguei mostram que esta doença por ter caráter sistêmico pode afetar outras áreas neuroanatômicas importantes como uma região conhecida em humanos como ” área septal” cuja qual esta relacionada com a agressividade. A minha sujestão seria que seu pai fosse submetido a alguma técnica de imagiamento do cébebro e a partir disso observar se
    esta região que falei esta comprometida. Nos animais que estudo tenho observado tal comportamento e os mesmos apresentam danos significantes nessa regiao.
    ok

  21. Aspirante à Neurocientista comenta:

    31 março, 2009 @ 10:46 AM

    Maria da Penha

    esqueci de falar tambem que os animais apresentam uma hiperatividade locomotora
    será que seu pai também expressa este sintoma?

  22. Maria da Penha Meireles comenta:

    2 abril, 2009 @ 10:33 AM

    Dr.Armando…em resposta a sua pergunta sobre todos os tipos de remédios tomados e quais foram parados de tomar bruscamente, nossa é uma pergunta difícil, mas a maioria dos remédios que parava de tomar é porque o médico dizia que poderia parar, mas infelizmente não temos nenhum médico especializado nesta área, como seria bom se existisse um médico que entendesse de tudo sobre DP seria a solução para vários problemas e para várias pessoas, só para ter idéia a última vez que levei meu pai ao neuro ele receitou dois remédios que é contra indicado quem tem DP, eu tive que falar para ele, pois leu a bula de todos os remédios novos que passam para ele, assim que falei ele disse para não dar….daí mandou ir para o psiquiatra e fui de novo em outro psiquiatra, ele me receitou Risperidona 1mg…2 x ao dia…estou dando a ele a uns 10 dias, não está ficando mais agressivo, porém está se sentindo sem forças, fraco, é uma situação tão difícil que só Deus pode nos dar força para tentar ajuda-los…….agradeço a sua resposta de coração….
    um grande abraço…..

  23. Maria da Penha Meireles comenta:

    2 abril, 2009 @ 10:38 AM

    em resposta ao seu comentário Aspirante à Neurocientista , sinceramente não sei se pode ser isso que vc disse, depois que o levei a outro psiquiatra ele esta tomando Risperidona de 1mg 2 x ao dia, não ficou mais agressivo como antes, e espero que faça o efeito que estamos esperando……mesmo porque o que me pediu para fazer é meu complicado pois moro no interior do ES e tudo aqui é longe……..agradeço pela resposta…obrigada…

  24. uiliam vieira machado comenta:

    30 abril, 2009 @ 8:23 AM

    Eu mi droguei dos 13 aos 18 de anos, porém tenho quase certeza que meus neoroneos se obstruiram causando, a tal doença.
    Preciso de indicações do que fazer.
    Me ajudem…

  25. Maria da Penha Meireles comenta:

    30 abril, 2009 @ 8:37 AM

    Dr.Miguel, com relação a reposta dada a minha pergunta acima, gostaria de informar hoje que
    o levei a outro psiquiatra e ele esta tomando risperidona 1mg 2 x ao dia, com isso ele melhorou muito , não está mais agressivo, porém ele está tomando carbidopa/levedopa ..4 comp ao dia e sifrol ..1/4 ..3 x ao dia, mas ele está sentindo muito fraco, com as pernas fracas, mal se consegue mexer e quanto senta ou deita alguém tem que ajudá-lo a se levantar, digamos que ele esta ficando mais em OFF, pareçe que o carbidopa não faz mais nenhuma diferença, o que acha que devemos fazer, pode nos orientar?????? por favor…….

  26. rodrigo alberto de morais comenta:

    1 julho, 2009 @ 8:41 AM

    pidi quero saber todos nomes de plantas que causam complicaçoes serias a saude e fazem mal a seres humanos so plantas por favor
    mas não consegui nada nesse lugar so fala duma coisa

  27. Rangel Dedé comenta:

    19 julho, 2009 @ 8:08 PM

    Minha mãe tem 60 anos e a 9 anos foi detectado a DP, agora o médico mandou tomar levedopa, minha mãe está relutando pois ela tomava akinteton retard, e ele não está sendo encontrado no comércio. aproveito pra pedir orientações sobre tratamentos, remédios que irão trazer menos efeitos colaterais e até mesmo operação e local aonde posso procurar esses profissionais. agradeço desde já as colaborações.

  28. Rangel Dedé comenta:

    19 julho, 2009 @ 8:10 PM

    Gostaria de saber aonde encontro profissionais com experiência em operaçoes da DP.

  29. neurocientista comenta:

    20 julho, 2009 @ 7:05 AM

    certamente na plataforma lattes

  30. neiva comenta:

    30 outubro, 2009 @ 3:44 PM

    a minha sogra se tratava com um psiquiatra a 25 anos tomando antidepressivos,de julho pra ca ela piorou muito a medica trocou todo o medicamento dando uns muito forte de agosto pra ca ela começou a tremer a mao direita a medica receitava cada vez remedio mais forte mes passado meu marido levou ela no neurologista ele fez um eletrocefonograma ele falou que nao apareceu nada mas que é a Dp mas que a doença não aparece em exames ela tem 69 anos tem muita dor nas pernas anda uma quadra so emagreceu bastante em 3 meses e tem muito sono passa so dormindo essa doença é assim mesmo gostaria de uma resposta.obrigada.

  31. ELIEUSE FERREIRA ROSA comenta:

    8 março, 2010 @ 8:53 PM

    Minha é portadora da doença e gostaria de saber quais os lugares em Salvador que dá assistencia médica pelo Sus.a dificuldade de marcar uma consulta com neuroclinico é dificil e a minha procura é grande.

  32. Maria da Glória G. dos Santos comenta:

    11 março, 2010 @ 6:24 PM

    Gostaria de ser informada das etapas da doença de Parkinson,tenho um familiar que sofre desta doença à 12 anos e agora esta no último estágio,sente muita cãinbra e dificuldade para se locomover…o medicamento agora não faz o efeito desejado…dura por 2 hs,depois recomeça as dores nas pernas e fica paralisado até tomar novamente a medicação e aliviar as dores e os desconfortos por pouco tempo…Obrigado,aguardo resposta.

  33. Fernanda Clara comenta:

    12 março, 2010 @ 10:56 AM

    Minha mãe é portadora de DP desde 2000 quando ela tinha 48 anos,faz tratamento deste então,faz outros tratamentos com psiquitra ,cardiologista, psicólogo e mais alguns outros ,no momentos para DP ela toma cerca de seis doses diárias e mais medicação
    para os outros problemas,queria saber se neste caso é possível conseguir a operação para que ela tenha melhor qualidade de vida pois ela ainda é nova e suas limitações aumentam e o tratamento só a estabiliza,pois sem o tratamento ela já não força física para se locomover.

  34. Fernanda Clara comenta:

    12 março, 2010 @ 11:00 AM

    OBS:Ela reside em Atílio Vivacqua-ES

  35. Maria Da Silva comenta:

    23 junho, 2010 @ 9:39 PM

    Tenho lido sobre esta doença (DP) e gostaria de saber se a alimentação têm que ser diferenciada, com nutrientes especificos.

  36. arnaldo seidenfuss comenta:

    20 outubro, 2010 @ 2:16 PM

    minha esposa diagnosticou essa terrivel DP a mais de sete anos tomou por muito tempo sinemete depois pegava no posto de saude levodopa parkidopa e ha uns dois anos ela esta tomando estalevo de 1000 e estalevo de 50 mas esse remedio ede um preço elevado e nao tem na rede de saude que e dificil p conseguir esse remedio e ultimamente ela esta tremendo muito pela noite ou quando esta terminando o efeito do remedio gostaria de saber se nao existe algum a cirurgia ou a celula tronco para aliviar esse trantorno de minha esposa ela tem 61 anos e eu 65 tenho que ajuda la em quase tudo nao consegue se vestir certos tipo de roupa e quando vai fazer servicos e bem devagar agradeço suas atencoes e gostaria que me enviassem um tratamento p ela obrigado

  37. Evelise Quintana comenta:

    30 outubro, 2010 @ 8:03 PM

    Olá gostaria de saber mais sobre a DP, quando sabemos que o paciente está em fase terminal? quais são os sintomas? obrigada.

  38. Helia de campos comenta:

    3 novembro, 2010 @ 7:19 PM

    agradecia que me dessem alguma explicaçao sobre a doença da parkinson,tenho a minha mae a 12 anos com a doença ja tentei tudo ,visto ke ela vive em portugal ja a levei para frança ,mas a medicaçao foi a mesma .agora esta com demencia ,e agreciva ,perdeu o andar ,e ja nao se alimenta só ,visto ke ja passou por estas faces tao dificeis ,como saber kuando o paciente esta em fase terminal ?e kais os sintomas ?obrigado

  39. Helia de campos comenta:

    3 novembro, 2010 @ 7:19 PM

    agradecia que me dessem alguma explicaçao sobre a doença da parkinson,tenho a minha mae a 12 anos com a doença ja tentei tudo ,visto ke ela vive em portugal ja a levei para frança ,mas a medicaçao foi a mesma .agora esta com demencia ,e agreciva ,perdeu o andar ,e ja nao se alimenta só ,visto ke ja passou por estas faces tao dificeis ,como saber kuando o paciente esta em fase terminal ?e kais os sintomas ?obrigado

  40. viviane comenta:

    11 novembro, 2010 @ 10:40 AM

    Oi, gostaria de saber quais os principais síntomas da doenças.MINHa mãe tem DP a 5 anos e a 2 mais ou menos tem sentido muitas dores nos nervos do pescoço e pernas. Os exercicios fisicos pode melhorar esse sintoma ?Èa única coisa que a incomoda,gostaria de mais informações sobre o tratamento e se tem remedios naturais.Obrigada

  41. edson comenta:

    15 janeiro, 2011 @ 9:47 PM

    cura nao tem mas o comtan retarda a doença eu cuido de uma sr a 17 anos faz 20 que ela descobriu o parkson agora que esta ficando debilitada mas a idade dela ajuda 89 anos em maio completa 90 entao o remedio ajudou muito pena que e caro e poucos sao os que tem condiçoes de comprar so um laboratorio fabrica e nao tem generico

  42. amarilis di mango comenta:

    9 fevereiro, 2011 @ 10:37 PM

    Peço socorro !!!!!!!!!!!!!!1Preciso urgente Neuro que seja especilista em PARKSON.

    CELL ( 21) 99 66 5641

  43. amarilis di mango comenta:

    9 fevereiro, 2011 @ 10:38 PM

    Peço socorro !!!!!!!!!!!!!!CELL ( 21) 99 66 5641

  44. jerri almeida comenta:

    24 março, 2011 @ 9:53 AM

    tenho 41 anos , descobri que tenho DP ha quase dois anos estou em tratamento desde entao, ha quinze dias entre em testado de
    saude pois as dores e a fadiga muscular no final do dia eram horriveis, chegava me “arrastando” em casa, tomo prolopa 4 x
    ao dia e akineton e prolopa hbs pela manha, me sinto melhor mas nao consigo mais trabalhar, desculpa e a primeira vez que
    procuro sobre a minha doenca e precisava desabafar. moro em sta maria -rs .

  45. doris comenta:

    12 abril, 2011 @ 1:06 AM

    ba noite, souportadora dp, a 13 anos, a 6 ans realizei uma cirurgia a pálitonomia, e a 5 meses atras realizei a implantação de 2 eletrodos,nomeu cerebro,confssor que me rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrarrependi amargamnte,pos estou pior do que estava antes.com acirurgia pedi todo oovientoda mão direita,continoa ancra da prnna esuqrdaporque sera que icorreu tudo isti

  46. priscilla r velasquez comenta:

    19 maio, 2011 @ 8:12 PM

    gostaria de saber sobre o tratamento d adoença mal de parkison

  47. jadson abilio de lima comenta:

    16 julho, 2011 @ 10:32 PM

    tenho 51 anos a 6 meses descobrir o DP tomo prolopa e setralina aparentemente vou levando quando emociono fico tremulo tenho tontura estou com objeto nas maos esqueço do objeto algus obstaculos sou concursado motorista na prefeitura de sta Maria das BarreirasPA trab. no setor de obras não tenho condiço~es de exercer a função estou encostado pelo INSS tenho direito a uma aposentadoria. Tenho fé em Deus no qual eu sigo que ficarei curado para onra e gloria de Deus em nome de Jesus Amem respoda sobre direitos e deveres.

  48. Thais Grenier Ferreira, comenta:

    23 julho, 2011 @ 7:17 PM

    meu marido tem neuropatia periferica e o fisioterapeuta pediu para consultar o neurologista se seria recomendavel uma dose pequena de remediompR parkison afim de manter melhor o equilibrio.Ahei a ideia otima.gostaria de saber se faria algum efeito.Saber a opiniao de quem conhece estes remedios ja que ele nao tem um neurologista no momento.Antecipadamente obrigada.

  49. Sônia Arusievicz comenta:

    6 dezembro, 2011 @ 8:54 PM

    Oi, meu pai tem 75 anos e trata o Parkinson há uns 4 anos. Anteriormente, tinha angina e fez uma Ponte Safena e outra Mamária, é hipertenso. Fez tratamento pra câncer de próstata há uns dois anos. Apresenta dois aneurismas abdominais e na Ilíaca . Vai a todos os especialistas, só que apesar disto emagreceu de um ano prá cá e em 2011 perdeu mais de sete quilos e já é magro. Neste final de semana teve aumento da pressão e muito tremor ( provávelmente após assistir a um filme violento. Fará colonoscopia amanhã prá detectar o emagrecimento, apesar de não ter sintomas que justifiquem o exame.
    Nestes últimos dois anos está bem pior do Parkinson e queixa-se de pés frios e dor na região lombar diáriamente. Também treme mais em qualquer alteração de sua rotina. Está se isolando, em função disto. Prá mim parece que todos os seus sintomas são do Parkinson mal medicado, inclusive ( levodopa e Carbodopa…). Necessita de outra opinião sobre seu caso e outro profissional para avaliá-lo. O emagrecimento exagerado é causado pelo Parkinson? O que mais poderíamos fazer? Obrigada!

  50. edmilson n monteiro comenta:

    25 dezembro, 2011 @ 6:42 PM

    Meu pai esta com esta doença e está fazendo todo o tratamento recomendado pelo medico, portanto um outro seguimento do qual os médicos ainda não diagnosticaram corretamente é que devido a dificuldade de locomoção apareceu inchaços nas pernas e nos pés e bolhas começaram a surgir em uma das pernas como se fosse uma erizipele, só que não se diagnosticou esta doença e foi receitado varias injeções de begetacil, o que não resultou em nenhum resultado satisfatório e esta causando serios transtornos.
    Gostaria que dentro deste contexto de conhecimento exposto nesta materia que é de uma relevancia de esclarecimento geral, abangendo o quadro e historicos ricos em objetivos diretos aos sintomas e progreção da doença, me fosse passado algum hospital de referencia e avançar num melhor reestabelecimento do quadro em que se encontra o meu pai.Se ha algun projeto de tratamento em celula tronco do qual poderiamos nos increver ou obter uma melhor orientação médica e aconselhamentos do qual certamente nos esta sendo omitido. Somos moradores do rio de janeiro.

  51. johonsons omena lins comenta:

    10 janeiro, 2012 @ 3:30 PM

    Minha mãe tem a mas de 10 anos , fica dificil, convece-la sob as suas limitações, preciso entender mas a doença sempre tenho a impressão que ela digo minha mãe , tá piorando e gostaria de tentar ajuda-la , pra isso não gostaria de engana-la póis temos , uma relação de muita sinceridade

  52. johonsons omena lins comenta:

    10 janeiro, 2012 @ 3:32 PM

    aquardo resposta sob o comentario anterior

  53. adriana comenta:

    3 março, 2012 @ 11:46 AM

    meu pai é portador dessa doença dp,o sofrimento atinge toda a familia,principalmente no caso emocional,em que ha a confusao mental.estamos lutando contra tudo e contra todos,ja foi internado em uma clinica de recuperaçao,mas passou apenas uma unica noite.pois esta agressivo,confuso.gostaria de saber oq podemos fazer em relaçao a confusao mental,pois no momento é oq mais nos incomoda em relaçao a dp…..

  54. Flaviana Francisco da Silva comenta:

    29 junho, 2012 @ 3:12 PM

    Boa tarde!
    ´Doutor eu fiz uma pesquisa para saber sobre parkson e descobri que o remédio coezima Q10 teve uma melhra de 44% estudo feito faculdade de Harvard gostaria se poder me responder se todas as pessoas com essa doença pode tomar esse remédio

  55. Joaqum Silva comenta:

    2 novembro, 2012 @ 11:43 AM

    Boa tarde!
    Doutor foi-me detectada a doenca de ( PARKINSON ) ha doze anos,estou a ter algumas discinesias,sera que terei de tomar + ou – sinemet. Obrigado

  56. vânia comenta:

    15 dezembro, 2012 @ 5:44 PM

    Doutor lendo o comentário da flaviana sobre o remédio coezima Q10 , também gostaria de saber se todas as pessoas com DP podem tomar esse remédio?
    Se poder fale sobre esse medicamento.

  57. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    16 dezembro, 2012 @ 10:19 AM

    Vânia,

    A Coenzima Q10 ou ubiquinona, toma parte dos ciclos metabólicos do organismo formadores de energia. Como o nosso cérebro utiliza muita energia e a síntese de ATP (adenosina trifosfato=energia) é feito, primordialmente, a nível da mitocondria, torna-se muito importante a suplementação da Coenzima Q10 para o nosso organismo, sobretudo nos casos das deficiências.

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