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13
Fev
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Degeneração macular senil
Categoria(s): Emergências, Gerontologia, Saúde Geriátrica |
Editorial
Em 2002, Conselho Brasileiro de Oftalmologia apontam que aproximadamente 2,9 milhões de brasileiros, com mais de 65 anos de idade, apresentam casos de degeneração macular senil, também conhecida como degeneração macular relacionada à idade (DMRI), e com o aumento da expectativa de vida, é natural que este número se eleve. A moléstia afeta cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo a maior causa de cegueira a partir dos 50 anos, nos EUA e responsável por 50% dos casos de cegueira no Reino Unido.

Por DMRI conhecemos os danos ou falência da mácula, uma região muito pequena e central da retina que é responsável pela precisão da “Visão Central”, a qual usamos para ler, dirigir, reconhecer fisionomias, etc. É o ponto da retina no qual os raios de luz se encontram após serem focados pela córnea e pelo cristalino do olho (veja a figura). Se a mácula estiver lesada o olho ainda vê objetos nos lados “Visão Periférica” pois somente a parte central da visão é bloqueada, é como se uma mancha fosse feita no centro de uma gravura e as imagens ao redor da área manchada ainda pudessem ser estar claramente visÃveis.
Cerca de 90% da sua forma clÃnica de apresentação é do tipo seca ou geográfica, menos grave, com menor perda da visão central. A forma exsudativa, embora menos freqüente, assume quadros muito mais graves. Evolui com membranas neovasculares sub-retinianas que podem ser clássicas, ocultas, mistas, disciformes tardias, além dos descolamentos do epitélio pigmentar. A forma seca pode, eventualmente, progredir para a forma exsudativa.
Efeito das radiações Ultravioleta - luz solar é uma fonte significativa das radiações UV, que são divididas em duas faixas principais, a UV-A e UV-B. UV-A é a radiação de comprimento de onda mais longa, perto do azul no espectro visÃvel e a que normalmente induz à Degeneração da Macula entre as pessoas acima de 60 anos.
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