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Jan
19
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Limite de Hayflick
Categoria(s): Conceitos, Dicionário |
Conceito
Com o passar do tempo as células perdem a capacidade de se dividir a menos que se tornem cancerosas. Este limite para capacidade de replicação celular (o limite ou fenômeno de Hayflick) pode ser demonstrado, em vitro, em fibroblastos removido do cordão umbilical de recém-nascidos.
Os fibroblastos só dividem até que eles são numerosos o bastante entrar em contato uns com os outros–um fenômeno chamado inibição de contato. Se diluirmos, os fibroblastos voltam a divide-se novamente até que densidade de máximo seja alcançada. Este processo pode ser repetido; porém, depois de aproximadamente 50 divisões, os fibroblastos deixam de se dividir embora a densidade seja baixa.
Pensa-se que o limite de Hayflick reflete em processos de vivo; fibroblastos removidos de pessoas anciãs tendem a dividir menos vezes. Estudos mostraram que a perda de capacidade de replicação não depende do total de células de tempo é culto (envelhecimento cronológico), mas no número de divisões (idade biológica).
Quando as células dividem tantas vezes que eles não podem dividir novamente, eles aumentam e existem durante algum tempo antes de morrer gradualmente. Tais células diferem em morfologia e função de células jovens que ainda estão dividindo e de células jovens cuja divisão esteve presa através de manipulação experimental.
O mecanismo biológico para o limite de Hayflick são os telômeros, extensões de DNA ao término de cromossomos que servem como manivelas pelas quais são movidos cromossomos durante o telofase da meiose. Telomeros irreversimente encurtaram cada vêz que uma célula se divide. Quando os telômeros ficam muito curtos, a célula já não pode dividir.
