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Doença de Paget

Categoria(s): Dicionário


Dicionário

A doença de Paget (osteodistrofia deformante de Paget) se caracteriza por um turnover ósseo descontrolado, aparecendo em áreas isoladas do esqueleto. A causa postulada é a de um vírus lento.

Primariamente, a atividade osteoclástica aumenta, levando a uma atividade compensatória secundária pelos osteoblastos. O resultado é a formação de osso que é maior em volume, irregular em estrutura e mecanicamente inferior, isto é, tem maior tendência para as deformidades e fraturas.

A doença de Paget afeta somente ossos que suportam peso e o crânio.

Sua freqüência é maior em pessoas com mais de 40 anos.

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16 Comentários »

  1. Luiz Carlos S da Silva comenta:

    25 dezembro, 2007 @ 9:02 AM

    Prezado Dr.
    Há quatro meses venho fazendo todos os tipos de exames e RX (tomografia cintilografia e ressonância). Estes exames apresentaram lesões na L-5 S-1 , sempre com dificuldades de me erguer ou caminhar com distância longa mais rápidas, além de sentir dores.
    Enfim fiz a biopsia que acusou:
    -Fibrose medular
    -Atividades osteoclástica e osteoblastica mínimas–Linha de deposição ósseas
    -Filetes nervosos em meio a tecido fibroso medular-Ausência de Granulomas ou atividades inflamatória significativas. – Coloração de Ziehl e Grocott negativas.
    Dr. por gentileza isto tudo tem tratamento. desde já muito obrigado

  2. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    3 janeiro, 2008 @ 9:04 AM

    Luiz,
    Analisando as suas informações.
    1. As lesões L5-S1, ou seja na última vértebra lombar e primeira sacral pode ser decorrentes de processos degenerativos (osteoartrite) que acabam comprimindo a raiz nervosa e causando dores e dificuldades de movimentação. O tratamento fisioterápico é de grande valia.
    2. Na biópsia – fibrose medular, significa que o processo é crônico. As atividades osteoclásticas (destruição óssea) e osteoblástica (formação óssea) fazem parte da remodelação normal do osse deixando-o sempre jovem, está atividade é normal.
    3. A presença de filetes nervosos em meio ao tecido fibroso explica as suas dores, por excitabilidade nervosa.
    4. Como não tem granuloma (processo específico = tuberculose, corpo estranho, etc) afasta-se estas doenças.
    5. Como não tem atividades inflamatórias significativas, afasta-se uma osteomielite (geralmente, bacteriana).
    6. A coloração de Ziehl é especifica para corar os bacilos alcool-ácido resistente do bacilo de Koch = tuberculose – ou seja, voce não tem esta doença, graças a Deus!
    7. A coloração de Grocott é específica para corar fungos, especialmente a blastomicose, que voce também não tem.
    Concluindo- tudo se encaixa em processo degenerativos crônico, osteoartrite. Cura não existe porém, é benigno, estabiliza-se com medicamentos e fisioterapia.

  3. Márcia A. Vaz comenta:

    12 agosto, 2009 @ 12:20 AM

    Prezado Dr.
    Em 2007 eu realizei exames de ressonância, tc da bacia e sacroilíacas – coluna lombar, dessintometria óssea, cintilografia óssea, cintilografia das glândulas salivares, anti CCP e exames de sangue recentes.
    Os resultados foram os segtes:
    a) TC bacia e sacroilíacas – osteófitos marginais nos corpos vertebrais lombares, alterações degenerativas das articulações interapofisárias de L4L5 e L5S1, osteofito marginal na borda acetabular superior D, planos musculares e gordurosos normoatenuantes e ateromatose aorto-ilíacas.
    b) TC da coluna lombar – corpos vertebrais de altura mantida c/formação de osteófitos marginais, discreto abaulamento discal difuso em L3L4 s/determinar impressão significativa sobre o saco tecal, abaulamento discal difuso pouco assimétrico para a região postero-lateral D em L4L5 que toca a face ventral do saco tecal e determina peq. estreitamento do aspecto inferior do forâmen neural direito deste nivel, alterações degenerativas das articulações interapofisárias de L4L5 e L5S1, ateromatose aorto-ilíacas e alterações degenerativas da coluna lombo-sacra.
    c) RM do ombro E – pequeno cisto subcondral na cabeça umeral, ausencia de derrame articular gleno-umeral
    d) TC da coluna cervical – tendência a retificação da lordose cervical fisiológica, corpos vertebrais de altura matida com formação de osteofitos marginais em C3, C4, C5, C6 e C7, discreta redução dos espaços de discos C5C6 e C6C7, peq. protusão disco-osteofitária póstero-mediana em C3C4 sem determinar impressão significativa sobre o saco tecal, protusão discal póstero-mediana em C4C5 determinando leve impressão sobre a face ventral do saco tecal, abaulamento discal difuso em C5C6 s/determinar significativa sobre o saco tecal, complexo disco-osteofitário em C6C7 determinando peq. estreitamento do aspecto inferior do forâmen neural esq. deste nível, canal taqueano de dimensões conservadas, alterações degenerativas da coluna cervical.
    e) TC da coluna toráxica – corpos vertebrais de altura mantida c/formação de osteófitos marginais, canal raqueano de dimensões normais, articulações interapofisárias conservadas, alterações degenerativas da coluna toraxica.
    f) RX da coluna cervical (2pos) – osteófito anterior proeminente em C6, retificação da curvatura cervical, osteófito marginal posterior entre C6C7, correlacionar com incidências oblíquas, espaços intervetebrais conservados e ausência de costelas cervicais.
    g) RX da coluna lombo-sacra – osteofitose difusa, esclerose zigoapofisária L5S1 bilateral, altura normal dos corpos vertebrais, redução dos espaços discal L5S1, pedículos integros e transição lombo sacra preservada.
    h) RM ombro D – leve espessamento capsular e edema subcondral na margem acromial da articulação clavicular, cisto subcondral na cabeça umeral,tendão do cabo longo do bíceps centrado na goteira com calibre e sinal normais, leve espessamento e alterção do sinal infra-substancial do tendão supra-espinhal, caracterizando tendinopatia moderada, leve alteração do sinal do tendão infra-espinhal, preservando espessura normal, caracterizando tendinopatia leve, demais tendões componentes do manguito rotador sem sinais de lesão, ausência de derrame articular gleno-umeral, não visualizamos efusão na bursa sbacromial-sbdeltóidea, alterações degenerativas/hipertróficas da articulação acrômio clavicular.
    i) RX Panorâmica da face – estruturas ósseas integras, dentes ausentes 16, 26 e 46, inclinação mesial 17 e 47, reabsorção óssea alveolar horizontal generalizada, calculo 38M, 36M, 47D e 48M
    j)Cintilografia das glândulas salivares – observa-se fluxo sang6uineo deprimido em grau acentuado para glândulas salivares, também foram obtidas imagens estáticas nas projeções anterior e oblíquas anteriores antes e após estímulo c/ácido cítrico, as imagens pré-estimulo mostram hipocaptação moderada do radiofármaco nas glândulas parótidas e em grau acentuado nas glândulas submandibulares, captação das glândulas salivares tendo a tireóide como ref mostrou: parótida D: 0,10 (normal: 0,66 – 0,93), parótida E: 0,16 (normal: 0,64 – 0,93), sub-mandibular D: 0,05 (normal 0,58 – 0,77), sub-mandibular E: 0,07 (normal: 0,57 – 0,76). As imagens pós-estímulo mostram excreção insatisfatória do radiofármaco pelas glândulas submandibulares. % de eliminação do radiofámaco pelas glândulas salivares: parótida D: 22% (normal 67% -74%) , parótida E: 37% (normal 65%-74%), sub-mandibular D: 22% (normal: 45%-54%), sub-mandibular E: 28% (normal 44%-54%). Função das glândulas salivares deprimida em grau acentuado, excreção deprimida em grau acentuado pelas glândulas parótidas e em grau moderado pelas glândulas submandibulares.
    *PS: exame realizado devido secura na boca e nos olhos c/vermelhidão (Sindrome de Sogren?)
    k) Anti CCP: 18.4
    hemograma completo: leucocitose moderada e neutrofilia absoluta.
    l) Cintilografia Óssea: sinais cintilográficos de processos degenerativos ósteo-articulares no ombro D e coluna vertebral e provável processo alvéolo-dentário no maxilar. Na imagem demonstra concentração de radiofármaco nos ombros D/E, mãos e braços D/E, escápula, quadril, osso pubiano, tórax, joelhos D/E, pés D/E e fêmures D/E.
    m) Fator Reumatóide: 1.160
    n) Waalare Rose: 690
    Negativo para Hepatite e HIV
    EA? Osteíte Deformante? Há necessidade de biópsia do fragmento da mandíbula? (reabsorção óssea). Falta realizar exame p/ LES. PA de 15/9 à 18/10
    Por gentileza me enviar avaliação após análise.
    Grato,
    Márcia A. Vaz

  4. Márcia A. Vaz comenta:

    12 agosto, 2009 @ 12:26 AM

    Doutor,

    Em 2007 realizei RM, Sangue, Urina, e de lá para cá parece que o quadro está se agravando cada vez mais, com dores insuportáveis impedindo-me de dormir e com dificuldade de locomoção,impossibilitada de subir escadas ou qualquer aclive por menor que seja causando-me fadiga. Faço uso de colar cervical.
    Grato,
    M.Vaz

  5. fernando oliveira comenta:

    17 setembro, 2009 @ 11:17 AM

    Dr. meu exame deu esse resultado, tem cura? o que devo fazer para elimar?

    Tecnica do Exame:
    As imagens tomogradicas computadorizadas foram obtidas interessando os interespacos
    L3-L4, L4-L5 e L5-S1

    Os seguintes aspecto foram observados:
    Textura óssea normal, com boa diferenciacao córtico-medular
    Canal vertebral de caibre mantido
    abaulamento discal posterior em L5-S1, com impressao sobre o contorno anterior do saco dural
    Elementos do arco posterior sem particularidades
    planos musculo-adiposos paraertebrais preservados

    Impressao Diagnostica:
    Abaulamento disca posterior em L5-S1

  6. ederaldo luiz fontanella goulart comenta:

    7 outubro, 2009 @ 3:45 PM

    fiz este exame esta semana e deu três tipo de problema : abaulamento capsulaar acrômioclavicular.
    – ausência de distensão da bursa subacromial/subdeltoideana
    – artrite acrômioclavicular

    quero sabe qual é graul deste tipo de lesão

  7. cristina comenta:

    12 novembro, 2009 @ 7:24 PM

    gostaria de saber o que é Osteófitos Marginais, pq. aparecem no ombro, e o que se deve fazer, biópsia? retirá-los? minha mãe tem osteoporose e agora ela fez um raio-x e acusou Osteófitos Marginais. por gentileza pode me responder? obrigada!

  8. MACIA comenta:

    30 novembro, 2009 @ 7:21 AM

    GOSTARIA DE SABE O QUE É OSTEÓFITOS MARGINAIS NOS CORPOS VERTEBRAIS DE L3 E L4. E SE UMA PESSOA COM 60 ANOS SE APOSENTA COM ESSE DOENÇA A MESMA É MOTORISTA.

  9. katia cilene amaro comenta:

    28 janeiro, 2010 @ 8:18 PM

    Ola dr gostaria de saber se pode me ajudar pois ha 2 meses fiz uma artrodese da coluna cervical do nivel c3a c6 ainda tenho algum incomodo na garganta e na perna esquerda pois foi feito enxerto mas agora estou preocupada pois estou com a minha mão esquerda totalmente adormecida como estivesse formigando e o braço muito pesado o senhor pode me ajudar pois vou demorar muito pra voltrao meu médico muito obrigado katia

  10. karina felix comenta:

    9 março, 2010 @ 10:41 AM

    estou com um diagnostico de ressonancia magnetica ja apresentei o medico e o mesmo me disse que não havia nada,mas estou recorrendo a uma segunda opnião pois sinto muitas dores:
    corpos vertebrais com altura preservadaapresentando osteófitos marginais incipientes.
    redução da intensidade do sinal dos discs intervertebrais de c2 a c6 em t2w compativel com desidratação parcial dos mesmos comprimindo a ace ventral do saco dural
    discretos complexos disco-osteofitários posteriores de c3 a c5 tocando a face ventral do saco dural.

  11. Antonio Sérgio M.Lima comenta:

    24 março, 2010 @ 7:38 PM

    em minha ressonância apresenta: complexo disco-osteofitário posterior em c4-c5 c/ apagamento de gordura epidural local e compressão da face ventral do saco dural? o que é isso? doi demais? as vezes não consigo trabalhar? agum alivio com diclofenaco+ codeina

  12. roseli comenta:

    26 março, 2010 @ 6:21 PM

    b0a noite, procuro orientacao fiz um raio-x da coluna total panoramica (f-p em ortostase)-
    osteofitose marginal incipiente dos corpos vertebrais; reducao discreta do espaço discal de C5-C6 e L5-S1; ACENTUAÇÃO DA LORDOSE LOMBAR; LEVE DESVIL LATERAL SINUOSO DA COLUNA TORA COLOMBAR; DISCRETA RETROLISTESE DE L4 SOBRE L5; ANTEROLISTESE GRAU I DE L5 SOBRE SI.
    FAÇO MUSCULAÇAO 3 VEZES POS SEMANA, GOSTARIA DE SABER QUIAIS EXERCICIOSNPOSSO FAZER, FAÇO RPG 1X POR SEMANA.
    TENHO 38 ANOS. OBRIGADA ESPERO RESPOSTA. ROSELI.

  13. Leandro de amorim comenta:

    7 abril, 2010 @ 7:57 AM

    Bom dia! Me chamo Leandro, tenho 28 anos, e há anos sofro com dores terríveis nas pernas, nervos ciático mais especificamente.. Após muito tempo de espera, consegui uma ressonância magnética que acusou o seguinte:
    Análise:
    Redução da altura e desidratação dos discos intervertebrais L4-L5 e L5-S1, caracterizada por hiposinal em T2, indicando degeneração.
    Volumosa hérnia discal extrusa não fragmentada L4-L5, comprimindo a face anterior do saco dural e condicionando estenose segmental do canal vertebral. Comprimie as raízes descendentes L5 bilateralmente nos recessos epidurais.
    Hérnia discal extrusa posterior paramediana direita L5-S1, comprimindo a fcae anterior do saco dural e a raíz descendente S1 direita.
    Demais discos intervertebrais de aspecto natômico e sem anomalias do sinal.
    Foramens de conjugação com dimensões usuais, evidenciando-se no seu nteriro as raízes nervosas correspondentes envolvidas pela gordura foraminal, as quais se apresentam de morfologia e sinal usuais.
    Restante do canal vertebral de amplitude preservada.
    Cone medular com morfologia, sinal e tipografia normais.
    Musculatura paravertebral sem alterações.
    Alterações hipertróficas degenerativas das articulações interapofisarias de L4-L5 e de L5-S1.
    Demais articulações interapofisárias preservadas.

    Conclusão:
    Discopatias degenerativas L4-L5 e L5-S1, notando-se importante redução da altura dos discos herniais discais extrusas, sendo postero-mediana em L4-L5, condicionando estenose segmentar do canal vertebral e comprimindo as raízes descendentes L5 bilateralmente; E posterior paramediana direita L5-S1, comprimindo a face anterior do saco dural, e raíz descendente S1 hipselateralmente.
    Alterações hipertróficas degenerativas das articulações interapofisárias de L4-L5 e de L5 S1.

  14. mara comenta:

    31 maio, 2010 @ 11:42 PM

    boa noite.
    tenho tido dores mesmo antes de uma queda de costas de própria altura que tive. a seguir vai meu laudo de rm. tenho pareceres diferentes de médicos diferentes.poderiam me orientar? tenho retocolite ulcerativa e crohn. já tive tuberculose renal 2 vezes.
    muito obrigada.
    lartroses interpofisárias de l3-l4à l5-s1,,,abaulamento discal difuso em l2-l3 causando leve compressão no saco dural,,,,,,abaulam discal difuso em l3-l4 associado a protusão discal foraminalà esquerda causando compres no saco dural e reduzindo a amplitude do recesso inferior dos respectivos foramens neurais,notadamente à esquerda,,,,,abaulamento discal difusol4-l5 causando compressaono saco dural,reduzindo a amplitude do recesso inferior dos respectivos foramens neurais e do canal vertebral.,,,,pequeno abaulamento discal difuso em l5-s1 tocando a face ventral do saco dural,,,,espessamento dos ligamentos amarelos em l3-l4 e l4-l5,,,edema ósseo na 5º peça sacral e na 1º coccígea…….estenose canal vert l3-l4el4-l5discreta alteração do sinal medularóssea do pedíc à dir de l4 podendo corresponder a edema ósseo….alt do sinal hiersinal na seq ponderada em t2

  15. denise comenta:

    7 junho, 2010 @ 9:22 PM

    gostaria informaçoes a seguir::inpressaõ diagnóstica ALTERAÇOES DEGENERATIVAS DO ESPONDILO; DISCAIS E FACETARIAS DEGENERAÇÃO E PROTRUSÃO DIFUSA DO DISCO L4 L5 obsv: esclerose e hipertrofia das articulações interapofisárias visualizadas ;mais evidentes na altura de L5 S1 .SINTO MUITAS DORES ESPERO QUE POSSAN ME AJUDAR A ENTENDER O PORQUE DE TUDO ISSO DESDE JA MUITO OBRIGADA

  16. miriam comenta:

    8 junho, 2010 @ 3:55 PM

    Gostaria de saber se para uma compressao sobre a face ventral correspondente do saco dural existe algum tratamento,ou somente a cirurgia resolve esse problema?

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