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Arquivo de 4/jan/2007





04 - jan

Índice de desenvolvimento humano

Categoria(s): Conceitos, Demografia, Programa de saúde pública, Sociologia

Conceitos

O índice de desenvolvimento humano (IDH) é uma ferramenta criada pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Este ranking é liderado pelos países escandinavos como a Noruega, Finlândia, Suécia e Islãndia; o Brasil ocupa somente a 54a posição. Este índice utiliza para o seu cálculo a renda, a educação e alongevidade.

O IDH parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar apenas a dimensão econômica, mas também outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana.

Criado por Mahbub ul Haq com a colaboração do economista indiano Amartya Sen, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998, o IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento humano. Não abrange todos os aspectos de desenvolvimento e não é uma representação da “felicidade” das pessoas, nem indica “o melhor lugar no mundo para se viver”.

No Brasil, o IDH tem sido utilizado pelo governo federal e por administração Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), que pode ser consultado no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, um banco de dados eletrônico com informações sócio-econômicas sobre os 5.507 municípios do país, os 26 Estados e o Distrito Federal.

Peso da longevidade no futuro IDH brasileiro

O IBGE divulgou estudo feito a partir dos censos de 1991 e de 2000, mostrando que em 1991 havia 7 milhões de brasileiros com mais de 65 anos de idade. Nove anos depois, esse contingente chegou a 9,9 milhões, um acréscimo de 41%. Como o aumento dos idosos, por sua vez, foi também superior ao aumento do total da população, a proporção dos que tinha mais de 65 anos no total da população cresceu de 4,8% para 5,8% nesse período.

Este processo de envelhecimento populacional não é lento a exemplo de países como a França que a sua população idosa dobrou de 7% para 14% em 120 anos (1865-1980), já no Brasil isto poderá ocorrer num período de 25 anos (2011 a 2036). Assim, espera-se que em 2020, uma em cada 13 pessoas tenha 65 anos ou mais, totalizando 16,2 milhões de idosos.

A valorização profissional torna-se difícil em parte devido às condições de alfabetização dessa população; em 1991, 44,2% dos maiores de 59 anos não sabiam ler e escrever.

Certamente, estes números influenciarão nos nossos futuros IDH, possivelmente melhorando nosso ranking. Cabe aos progamas do governo melhorar os nossos índices de analfabetismo e com isso a nossa renda per capita.

Referências:

Chaimovicz F. Os idosos brasileiros no século XXI – demografia, saúde e sociedade. BeloHorizonte: Postgraduate 1998. 92p.

IBGE. Censo demográfico – 1991: resultados do universo relativos às características da população e dos domicílios. Rio de Janeiro, 1994.

PNUD – http://www.pnud.org.br/atlas/oque/index.php

IBGE –Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

WorldBank (Banco Mundial)

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04 - jan

Artrite Psoriática

Categoria(s): Dermatologia geriátrica, Dicionário, Imunologia, Reumatologia geriátrica

Dicionário

A artrite psoriásica (AP) é uma artrite inflamatória associada à presença de psoríase, geralmente soronegativo para o fator reumatóide. A AP ocorre em 5% a 7% dos pacientes com psoríase. Em 70% dos pacientes a psoríase precede a artrite; em 15% ocorre ao mesmo tempo e nos outros 15% a artrite precede a doença de pele. O comprometimento articular, geralmente, é oligoarticular, embora possa evoluir para doença poliarticular, imitando artrite reumatóide.

A AP é uma doença crônica, heterogênea, cuja patogênese é desconhecida, apesar de se saber do papel dos fatores genéticos, ambientais e imunológicos.

A terapia com AINEs é eficiente, mas o metotrexato e/ou a ciclosporina (anti-neoplásico) são eficazes tanto para a lesão cutânea quanto articular. Deve-se tomar cuidado com o uso do metotrexato. pois os pacientes portadores de psoríase tem freqüência aumentada de fibrose hepática.

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Referência:

Reveille JD – HLA-B27 and the soronegative spondyloarthropathies. Am J Med Sci 1998;316:239-249.

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04 - jan

Instituições asilares no Brasil

Categoria(s): Gerontologia, Gerontotecnologia, Programa de saúde pública

Editorial

O rápido envelhecimento nos países em desenvolvimento é acompanhado por mudanças dramáticas nas estruturas e nos papéis da família, assim como nos padrões de trabalho e na migração. A urbanização, a migração de jovens para cidades à procura de trabalho, famílias menores, e mais mulheres tornando-se força de trabalho formal significam que menos pessoas estão disponíveis para cuidar de pessoas mais velhas quando necessário.

A fim de abordar as necessidades e exigências multifacetadas do idoso o médico geriatra deve praticar a mudança de um modelo de atendimento individual para um sistema de atendimento mais sistêmico e de base ampla, com auxílio dos gerontólogos. Neste contexto as instituições asilares tem papel importante.

Dentre os vários motivos que levam à institucionalização do idoso destaca-se o abandono da família, a falta de recursos financeiros, a rejeição familiar, falta de parentes próximos, ausência de cuidadores e alto grau de dependência dos idosos.

No Brasil as instituições asilares não normatizadas segundo a Portaria 810/89 do Ministério da Saúde, que estabelece do ponto de vista estrutural, os padrões mínimos a serem seguidos.

Referências:
Yamamoto A, Diogo MJD – Caracterização das instiuições asilares do município de Campinas quanto à área física. Rev. Paul Enf. V.21 n.3 set/dez, 2002.

Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde. Portaria 810 de 22 de setembro de 1989. Aprova as normas e padrões para o funcionamento de casas de repouso, clínicas geriátricas e outras instituições destinadas ao atendimento de idosos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF p 17297-8. Set 1989. Seção 1.



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