Arquivo de 3/jan/2007





03 - jan

Artrite enteropática

Categoria(s): Dicionário, Reumatologia geriátrica

Dicionário

A artrite enteropática ou artrite da doença inflamatória intestinal, desenvolve-se em até 20% dos pacientes com doenças inflamatórias intestinais, tais como colite ulcerativa e a doença de Crohn (conhecida como ileíte regional).

As manifestações clínicas apresentam-se com uma sinovite periférica correlacionada com fases de agudização da doença de base. A sacroileíte e a espondilite não estão relacionadas com atividades da doença de base. Os sintomas articulares costumam anteceder as alterações intestinais.

O HLA B27 está presente em 50% dos pacientes. Mas, na Doença de Whipple (ou granulomatose intestinal lipofágica com densa infiltração da parede intestinal), na doença celíaca (enteropatia induzida por glúten de causa desconhecida), na síndrome da alça cega (bypass jejunoileal), na amebíase e na giardíase também podem desenvolver espondiloartropatias, mas sem associação com o HLA B27.

Referência:

Enzenauer RJ, Root S – Arthropathy and celiac disease. J Clin Rheumatol. 1998;4:205-208.

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03 - jan

Papel da luz solar no corpo humano

Categoria(s): Gerontologia, Gerontotecnologia, Medicina ortomolecular, Saúde Geriátrica

Entendendo o assunto

A luz do sol afeta positivamente o nosso estado orgânico e afetivo porque, quando passa pelo nosso olho, impulsos são propagados para regiões do cérebro relacionadas com as emoções (sistema límbico) e à regulação e produção de hormônio responsáveis pela sensação de bem-estar como a melatonina. Por isso, que em época e países com o clima acinzentado é comum os estados depressivos.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em seus conceitos básicos sobre iluminação, afirma “a presença de luz natural pode garantir uma sensação de bem-estar e um relacionamento com o ambiente maior no qual estamos inseridos”.

Ao construirmos uma casa devemos tomar alguns cuidados no sentido de aproveitarmos melhor os raios solares. O primeiro passo é localizar o lado norte do terreno, onde bate mais sol, e organizar os espaços conforme a necessidade de luz de cada um deles. As áreas de ocupação mais freqüente, como os quartos e salas, são as que devem ser mais iluminadas.

O sol da manhã, de tonalidade amarelada, maior quantidade de raios ultravioleta e oferece propriedades desinfetantes, principalmente contra ácaros, dai sua importância para os bronquíticos e asmáticos. Este tipo de irradiação desbota móveis e tecidos.

O sol da tarde, é mais alaranjados (maior quantidade de raios infravermelhos) e aquecem muito o ambiente. Apesar de benéficos, deve-se evitar a incidência direta dos raios solares.

Ter contato com informação da passagem para a tarde e da chegada do anoitecer nos deixa mais preparados para a ausência do sol durante a noite. Este é um dos motivos do desconforto que os pacientes internados em uma unidade de terapia intensiva (UTI) se queixam. Pois, geralmente nas UTIs não tem janelas e os pacientes perdem a noção do tempo.

A luz tem papel importante no ciclo biológico diário (ritmo circadiano), responsável pelo ritmo sono-vigilia, podendo ser uma das causas de insônia, e o despertar mais cedo, dos idosos.

O excesso de luz solar pode ser tão ruim quanto a sua falta. Os idosos de pele clara deve evitar a luz solar direta sobre a pele usando protetores solares. O sol da manhã é muito bom, ajudando no metabolismo ósseo, prevenindo a osteoporose, por ativar a vitamina D3 (calciferol).

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