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Ataque de pânico

Categoria(s): Emergências, Psicogeriatria


Resenha

O ataque de pânico ocorre em 1,5% a 2% da população, acometendo 2 vezes mais as mulheres. Geralmente, inicia-se em torno dos 25 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade. Os sintomas mais comuns são: dispnéia (falta de ar), sensação de sufocação ou de asfixia, vertigem, sensação de instabilidade ou de desmaio, palpitações, tremores, sudorese, náuseas ou desconforto abdominal, parestesias (formigamentos), ondas de calor ou de frio, dor ou desconforto precordial, medo de morrer e medo de enlouquecer.

O primeiro ataque é imprevisível e espontâneo. Duram menos de uma hora, atingindo o máximo de intensidade aos 10 minutos. Durante o ataque o paciente sente-se confuso, tem dificuldade de se concentrar, apresenta necessidade de abandonar o local que está, procurar ajuda, ir para outro local mais ventilado. O ataque pode ocorrer ou em locais fechados, ou sem movimentos, ou em locais amplos, ou com muito movimento.

Os ataques do pânico podem ocorrer com freqüência variadas. 50% dos pacientes se recuperam espontaneamente após longo período de infortúnio, mas certamente a qualidade de vida estará comprometida para sempre.

O tratamento envolve medidas de psicofarmacoterapia e psicoterapia. Certamente, a terapia familiar é a pedra fundamental do tratamento, devendo ser dirigida educação e apoio da familia do paciente, que está sempre comprometida pelas dificuldades de conviver com uma pessoa com transtorno do pânico ainda não tratado.

Nardi AE, Valença AM – Transtorno de Pânico: Diagnóstico e Tratamento. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,2005.


9 Comentários »

  1. christiane comenta:

    10 janeiro, 2007 @ 8:03 PM

    As pessoas quando acometidas de Pânico, precisam de medicamento, apoio familiar, atividade fisica específica que traga o indivíduo ao contato com o corpo e conciência corporal. Deve aprender sobre orientação do educador físico a controlar a tenção muscular gerada pelo pânico, controlar a respiração e ser trazido à realidade. A convivência com pessoas portadoras de pânico, ajuda quando ouve, conhece os sintomas de outras pessoas. Acredito no alívio dos sintomas através das estratégias mencionadas.

  2. Dr. Armando Miguel Jr comenta:

    1 dezembro, 2007 @ 1:28 PM

    Prezados Internautas

    As labirintopatias são as doenças mais desconfortáveis que existem. Não causam a morte, mas levam a incapacidade e suas conseqüencias.
    As dúvidas são muitas. E somente neste século estamos compreendendo-as melhor.
    Estamos colocando no site páginas com 200 dúvidas e respostas a respeito de Labirintopatias.
    Semanalmente estamos colocando 20 dúvidas e respostas.
    Acreditamos que atingiremos 90% das dúvidas dos nossos internautas.
    As primeiras referem-se as dúvidas e sugestões mostradas nesta página.

    É muito importante entendermos com o nosso organismo ajuda ao cérebro a promover o nosso “instável” equilíbrio, pois assim, agiremos de forma coerente nas nossas condutas frente as vertigens e tonturas. Nem tudo é Doença de Ménière ou mesmo labirintopatia (doença do labirinto). Entendendo o que pode estar ocorrendo, podemos procurar os profissionais indicados para cada caso ou situação.

    Prof. Armando

  3. Odete comenta:

    22 fevereiro, 2008 @ 7:43 PM

    Olá chamo-me Odete sofro de síndroma de Meniére e tenho ataques de pânico, estes que últimamente estão a dar comigo em doida, só quem tem esta doença (que dizem que não é doença) é que podem entender o que nós sofremos , eu ando num Neurologista mas estou a ver que tenho que mudar de especialista, quando tenho as crises fico um farrapo, fico completamente dependente de outrem, é horrível só quero morrer, se alguém me puder ajudar a pelo menos ajudar a espaçar as crises eu desde já agradeço

  4. Smille comenta:

    3 julho, 2008 @ 10:03 PM

    Descobri que os sintomas apresentados por mim,é a sindrome do pânico. Tenho pavor desta doença, quando começo a apresentar os sintomas é terrível,pois penso que vou enlouquecer .Faço tratamento com remédios que não estou tendo muito sucesso,pois sempre estou tendo crises. Atualmente estou a procura de um psiquiatra, estou novamente indo em busca de socorro.
    A pior parte são os familiares,que te olham e dizem que tudo isso é frescura.

  5. jonathas comenta:

    6 julho, 2008 @ 11:48 PM

    sofro de ataques do pânico em várias situações, em um desses ataques a minha prssão arteriual chegou a 18 por 10, acredito que o ataque do pãnico não leve a morte, mas altera muito a qualidade de vida do paciente e eu sei bem disso.
    atualmente faço tratamento com o neurologista a base de atidepressivos.

  6. margarida comenta:

    30 julho, 2008 @ 7:00 PM

    Agradeçia que alguém me tirasse-me uma dúvida.
    Eu só tenho ataques de pânico no escuro, quando estou quase a dormir e vêem-me imagens um pouco assustadoras à cabeça, nos ataques sinto tonturas, falta de ar, e ondas de calor e frio.
    E também só muito ansiosa por poucas pequenissimas, como estar a reconheçer um nome de algum lado e nao me lembrar daonde, fico logo muito ansiosa e um bocadinho com falta de ar. E notei que quando estou com amigos consigo concentrar-me logo noutra coisa,e as coisas de dia funcionam normalmente.
    Quando estou sozinha, por exemplo no meu quarto, é que tenho ataques de pânico.
    Gostaria de saber se estou a começar a ter a fobia, ou outra coisa.
    Porfavor, ajudem-me, os meus pais não me percebem muito bem, acham que é só para chamar a atenção, mas na verdade não é, é que estou bastante assustada com a situação!

  7. margarida comenta:

    30 julho, 2008 @ 7:03 PM

    ah, e esqueçi-me de acrescentar uma coisa ao comentário, quando os ataques acontecem quando a minha irma acende a luz acalmo-me logo rapidamente.

  8. Tathiane comenta:

    23 setembro, 2008 @ 6:25 AM

    Ola me chamo Tathiane e tenho uma amiga que tem tido muitos ataques de panico, por isso agradeço se voces puderem mu ajudar no que eu posso fazer para ajuda-la quando ela der as crises, visto que nao moramos na mesma cidade ela me liga quando tem o ataque e tento acalma-la mas nao sei o que fazer, por favor me ajudem, estou muiti preocupada com ela. Aguardo a vossa resposta. Obrigada

  9. monica rosa da cruz comenta:

    10 novembro, 2008 @ 2:39 PM

    ola meu nome é monica tenho 26 anos e acho que sofro fr depressao , pois na gravidez da minha filha tive depressao pos parto , fiz tratamento mais só amenizou os sitomas as vezes tenho quises , ultimamente tenho tido dodas as noites apois me deita, fico com falta de ar e o coraçao despara e fico com medo de morrer, acha que sofro de sidrome do panico.

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