Dez
20

Telemedicina e telesaúde

Categoria(s): Gerontotecnologia


Atualidade

A ciência da comunicação, sobretudo a informática, tem proporcionado o acesso a saúde, mesmo nos locais mais distantes. O uso do telefone e do fax promoveu o acesso as comunidades mais afastadas o contato com os serviços de saúde dos grandes centros. Com a popularização da informática e o desenvolvimento das redes de informações (internet) a Telemedicina e a telesaúde surgiram naturalmente.

A Organização Mundial de Saúde definiu em 1997 o que é e quais as finalidades da telemedicina. “Telemedicina é a provisão de serviços ligados aos cuidados com a saúde, nos casos em que a distância é um fator crítico, tais serviços são providos de profissionais da área de cuidados com a saúde, usando tecnologias de informação e de comunicação visando o intercâmbio de informações válidas para diagnósticos, prevenção e tratamento de doenças e a contínua educação de provedores de cuidados com a saúde; assim como para fins de pesquisas e avaliações, tudo no interesse de melhorar a saúde das pessoas e de suas comunidades”. Com o passar do tempo novas áreas e definições foram incorporadas como a telesaúde, teleconferência médica e a telerobótica.

A tecnologia de telesaúde vem se sofisticando nas coletas múltiplas de pacientes e no armazenamento e envio de informações para tratamento de saúde a partir de locais remotos (por exemplo, residências, clínicas e pequenos hospitais). Os médicos podem obter e transmitir informações a qualquer momento, em qualquer lugar, usando a internet. Os pacientes e os prestadores de serviços de saúde (enfermeiros, atendentes, cuidadores, etc), nestes locais remotos, podem receber uma “consulta” em tempo real através de um monitor de vídeo em que ambos podem se ver e conversar (teleconferência).

Com a medicina robótica, existe a possibilidade de médicos interagirem fazendo cirurgias distância. Este é o grau máximo da telesaúde.

Resultados de um estudo realizado na School of Health Technology and Management da Stony Brook University, State University of New York e na The Jewish Home and Hospital Lifecare System, de Nova York, demonstrou uma redução de 43% nas visitas a consultórios médicos, redução de 33% nos atendimentos em serviços de emergência e redução de 29% na re-hospitalização. Estes resultados podem significar uma economia substancial de verbas para os serviços de saúde assim como melhoria na qualidade de atenção médica.

Não há dúvida que a tecnologia de telesaúde fará diferença no tratamento de saúde global. Por isso, é necessário aumentar com urgência os investimentos e o interesse nessa tecnologia, principalmente nos países em desenvolvimento.

Referência:

href=”http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-med/temas/med5/med5t12000/tele/index.html” mce_href=”http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-med/temas/med5/med5t12000/tele/index.html”>Telemedicina

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