Arquivo de 19/dez/2006





19 - dez

Ortotanásia – Terminalidade da vida

Categoria(s): Gerontologia, Sociologia, Tanatologia

Editorial

A morte de um familiar ou amigo causa um grande efeito negativo em nossa saúde. Este efeito é devastador quando ocorre morte do cônjuge que vivem muito tempo juntos. Estudo com base no Medicare (sistema de saúde dos EUA), onde foram selecionados 518.240 casais com 65 anos ou mais em janeiro de 1993, morando no mesmo endereço, acompanhados até janeiro de 2002, mostrou que 383.480 (74%) esposos e 347.269 (67%) esposas foram hospitalizados pelo menos uma vez, e 252.557 (49%) esposos e 156.004 (30%) faleceram neste período.

Estudos têm demonstrado que a doença do cônjuge está associada a um decréscimo na saúde do companheiro, e o prejuízo mental é mais intenso que o físico. Após a internação e morte da esposa, o risco de morte nos esposos é de 22% e, no caso de internação e morte do homem, o risco de morte da esposa é de 16 %.

A mortalidade parceiro no primeiro anos o óbito do cônjuge tem estreita relação com o tipo de doença que causou a morte. Entre os homens, 8,6% faleceram dentro de uma no após a esposa ter sofrido demência; 7,5% doença psiquiátrica; 6,9% acidente vascular cerebral ; e 6,4% por câncer de cólon. Entre as mulheres, 5,7% faleceram dentro de uma após os esposo morrerem por doença psiquiátrica; 5,0% por demência; 3,7% por acidente vascular cerebral; e 3,0% por câncer de colon.

Referência:

Christakis NA, Allison PD – Mortalidade após hospitalização do cônjuge N Engl J Med 2006;354:719-730.

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