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Nov
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Doença de Parkinson - Clínica e fisiopatologia
Categoria(s): DNT, Neurogeriatria |
Resenha
Doença de Parkinson atinge cerca de 200 mil pessoas no Brasil.
A doença de Parkinson é uma afecção degenerativa do sistema nervoso central que progride lentamente em uma condição crônica. Essa doença não tem causa conhecida e raramente atinge pessoas com menos de 50 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 4 milhões de pessoas em todo mundo sofrem da doença de Parkinson. No Brasil, estimativas da Associação Brasileira de Parkinson (ABP), mostram que cerca de 200 mil pessoas tenham a doença e que, ano a ano, vinte novos casos são diagnosticados para cada 100.000 pessoas, sem distinção de sexo.
Essa doença se caracteriza por tremores, rigidez muscular, diminuição da mobilidade e alterações posturais. O comprometimento da memória, a depressão, alterações no sono e distúrbios do sistema nervoso autônomo também fazem parte do quadro clínico dessa doença.
Essa anomalia se desenvolve principalmente pela perda de neurônios de uma área específica do cérebro, diminuindo a produção da dopamina e alterando os movimentos chamados extrapiramidais (não voluntários).
Os primeiros sinais da doença são os tremores ou a perda da mímica facial associados a diminuição do piscar, olhar fixo e lentidão de movimentos. A voz pode se tornar monótona, a pele, principalmente a facial, fica lustrosa e seborréica. Ele ainda lembra que a marcha fica cada vez mais lenta e difícil, aumentando a freqüência de quedas e fraturas.
Outra característica postural é que os braços ficam encolhidos e o tronco inclinado. Em casos avançados, pode haver um aumento na velocidade da marcha para não cair (festinação) ou então o paciente pode ficar parado (congelado) com dificuldade de iniciar um movimento.
Alguns sintomas já ditos podem ser causados por medicamentos variados (fenotiazinas, haloperidol, reserpina, lítio, cinarizinas, flunarizina). Intoxicação por monóxido de carbono ou manganês, infartos cerebrais dos gânglios de base, hidrocefalia, traumatismos cranioencefálicos e encefalites podem ser a causa dos sintomas, que recebe o nome de Parkinsonismo, para diferenciar da Doença de Parkinson.
Um caso recente e famoso desta doença foi o do Papa João Paulo II, que mostrou a todos a evolução do quadro de uma pessoa com Parkinson. As conseqüências da doença podem ser tão desastrosas quanto a doença em si. Como no caso do Papa, a dificuldade de expectorar pode causar as broncopneumonias, levando às infecções e conseqüentemente à morte. Outros casos conhecidos de Parkinson são do o ex-atleta Muhammad Ali e do ator Michael J. Fox.
O tratamento é personalizado e a resposta a ele é diferente de um paciente para outro. No entanto sabe-se que é necessário corrigir a diminuição da dopamina com calma.
O tratamento é baseado no uso de medicamentos, fisioterapia, fonoaudióloga e psicoterapia. Em alguns casos, recomenda-se a cirurgia. É importante lembrar a necessidade de tomar cuidado com medicamentos que desencadeiam ou pioram a síndrome Parkinsoniana, como alguns remédios para a depressão.
Os medicamentos usados são os da classe dos anticolinérgicos, como o triexifenedil e biperideno, que são eficientes e bem tolerados. A selegilina tem sido considerada uma das principais drogas do cérebro desde 1990. Também são utilizadas a levodopa, a carbidopa e a benzerazida.
O apoio da família dando ocupação, carinho e estímulo são elementos importantes e fundamentais na boa evolução do paciente.
Referências:

Monica comenta:
6 Dezembro, 2006 @ 20:03
A doença de Parkinson acomete mais os adultos, principalmente os idosos,levando a distúrbios na linguagem, na marcha , psíquico, alterando o dia e a noite , desorganizando a estrutura familiar.Os tremores nas mãos,e pernas na situação de repouso e que se agravam quando o paciente procura se movimentar são o principal motivo que faz com que o familiar o leve ao consultório.
A doença de Parkinson é um distúrbio neurológico, progressivo e crônico, que afeta os movimentos causando tremores, lentidão, rigidez muscular e dificuldades na fala e na escrita. Foi definida pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson. Naquela ocasião, ele descreveu seis casos de pacientes com “paralisia agitante” que não apresentavam “nenhum prejuízo dos sentidos e do intelecto”.
Estima-se que o distúrbio afete 1% da população mundial com mais de 65 anos. O declínio das funções intelectuais é uma complicação freqüente dos estágios mais avançados. A prevalência de demência entre esses indivíduos varia de aproximadamente 15% a 20%, cerca de três vezes mais que na média população de mesma idade.
Não há evidências de que a doença de Parkinson seja hereditária. A maioria dos pacientes começa a apresentar sintomas a partir dos 50 anos. Apenas em casos mais raros, a enfermidade manifesta-se mais cedo. Estudos retrospectivos demonstram que a idade, e não a duração da doença, é o principal fator de risco para o surgimento da demência. Em portadores com menos de 65 anos, essa complicação é pouco comum, ao contrário do que ocorre com indivíduos acima dessa faixa etária que convivem com o distúrbio há bastante tempo.
http://www.neurociencias.org.br [on line]
MESSIAS PIRES comenta:
11 Novembro, 2008 @ 09:05
OI BOM DIA, MINHAS MAOS TREMEN QUANDO VOU PEGAR ALGUM OBJETO,QUANDO FICO MUITO NERVOSO MINHAS MAOS TAMBEM TREMEN, SERÁ QUE TENHO MAL DE PARKINSON TENHO 29 ANOS DESDE OS 20 ANOS COMECEI A NOTAR MINHAS MAOS TREMULAS, MORO EM GOIANIA GOIAS, GOSTARIA QUE ME INDICASSE UMA CLINICA OU UM MEDICO PARA QUE POSSA FAZER OS EXAMES NECESSARIOS PARA VERIFICAR SE TENHO ESSA DOENÇA…….AGUARDANDO CONTATOS…MESSIAS…